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Vagas em redações nos EUA diminuem 23%; jornais impressos sofrem a maior queda

Quarta, 1/8/2018 7:22.

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(FOLHAPRESS) - A partir da análise de dados da Secretaria de Estatísticas do Trabalho dos Estados Unidos, a organização Pew Research Center divulgou no dia 30 de julho que o número de empregos em redações no país continua a cair.

A análise também apontou aumento na quantidade de vagas em veículos digitais, porém o crescimento é discreto perto do número de demissões dos últimos anos no setor.

O estudo analisou empresas de rádio, televisão, jornais impressos e digitais. O número de funcionários na indústria de notícias caiu 23% entre 2008 e 2017. No início do período eram 114 mil empregados, entre editores, repórteres, fotógrafos e cinegrafistas. Em 2017, o número caiu para 88 mil, uma perda de 26 mil vagas.

A maior contribuição para esse declínio foram as perdas nas redações de jornais impressos. Dos 71 mil postos em 2008, apenas 39 mil se mantiveram até 2017, uma queda de 45%. Em 2008, esses veículos contratavam 62% de todos os profissionais do setor, hoje empregam menos da metade, 45%.

Depois do jornal impresso, as emissoras de rádio foram as que mais encolheram. Cerca de 27% das vagas foram fechadas até 2017, cerca de 2.000 empregos foram perdidos.

Emissoras de televisão mantiveram-se estáveis, com cerca de 28 mil vagas ao longo do período, e passaram a empregar 33% dos profissionais da área, contra 25% em 2008.

Dos setores estudados, apenas os veículos digitais contaram com um crescimento expressivo. Dos 7,4 mil empregados em 2008, as redações passaram a ter 13 mil, em 2017.

De todas as diferentes profissões incluídas na análise, repórteres ainda são os mais presentes nas Redações, representando algo entre 45% e 50% do corpo de funcionários.


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Página 3

Vagas em redações nos EUA diminuem 23%; jornais impressos sofrem a maior queda

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Quarta, 1/8/2018 7:22.

(FOLHAPRESS) - A partir da análise de dados da Secretaria de Estatísticas do Trabalho dos Estados Unidos, a organização Pew Research Center divulgou no dia 30 de julho que o número de empregos em redações no país continua a cair.

A análise também apontou aumento na quantidade de vagas em veículos digitais, porém o crescimento é discreto perto do número de demissões dos últimos anos no setor.

O estudo analisou empresas de rádio, televisão, jornais impressos e digitais. O número de funcionários na indústria de notícias caiu 23% entre 2008 e 2017. No início do período eram 114 mil empregados, entre editores, repórteres, fotógrafos e cinegrafistas. Em 2017, o número caiu para 88 mil, uma perda de 26 mil vagas.

A maior contribuição para esse declínio foram as perdas nas redações de jornais impressos. Dos 71 mil postos em 2008, apenas 39 mil se mantiveram até 2017, uma queda de 45%. Em 2008, esses veículos contratavam 62% de todos os profissionais do setor, hoje empregam menos da metade, 45%.

Depois do jornal impresso, as emissoras de rádio foram as que mais encolheram. Cerca de 27% das vagas foram fechadas até 2017, cerca de 2.000 empregos foram perdidos.

Emissoras de televisão mantiveram-se estáveis, com cerca de 28 mil vagas ao longo do período, e passaram a empregar 33% dos profissionais da área, contra 25% em 2008.

Dos setores estudados, apenas os veículos digitais contaram com um crescimento expressivo. Dos 7,4 mil empregados em 2008, as redações passaram a ter 13 mil, em 2017.

De todas as diferentes profissões incluídas na análise, repórteres ainda são os mais presentes nas Redações, representando algo entre 45% e 50% do corpo de funcionários.


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