Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Meio Ambiente
Balneário Camboriú tem legislação para normatizar a arborização, mas ainda falta o Plano Municipal

Segunda, 21/9/2020 16:14.
Divulgação

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A primeira lei aprovada no governo Fabrício Oliveira, em março de 2018, foi um projeto para normatizar a arborização no município. Ela foi aprovada com o nome de Plano Diretor de Arborização Urbana e segundo a bióloga Arlete Tomazzoni, assessora ambiental da Secretaria de Obras, ela representa a primeira fase, tornou Balneário Camboriú uma das pioneiras no Estado, mas desde sua aprovação, não sofreu alterações.

“A legislação é o início da normatização, agora precisamos dar continuidade, elaborando um Plano Municipal de Arborização. Acredito que logo o governo do Estado exigirá esse plano de cada município, a exemplo do que já acontece no Paraná’, disse Arlete.

Ela trabalha no projeto de arborização desde 2005, quando Rubens Spernau era prefeito e Edson Kratz, secretário de Obras. Na época foi desenvolvido uma parceria com o Sinduscon, que doou mudas específicas para cada região. Mas o projeto não andou. No governo atual, o projeto foi atualizado, apresentado ao prefeito e aos vereadores em 2017 e aprovado em 2018.

“Tivemos progresso, mas é preciso continuar, porque a legislação pode até ser alterada em função do Plano Municipal. Na época fizemos um estudo do que não tinha, mas não temos dados hoje sobre o que temos exatamente em termos de arborização na cidade. O plano municipal vai verificar tudo isso e dizer onde plantar, como e o que plantar e isso precisa ser feito por uma empresa especializada no assunto”, segue a bióloga.

Para exemplificar, ela destaca que todos os projetos aprovados precisam de um projeto de arborização,que pode ser melhorado, se houver maior conhecimento da legislação.

“Falta privilegiar por exemplo, o uso de plantas nativas nestes projetos, porque são mais resistentes e para que a cidade se torne um corredor ecológico, porque estamos cercados pela Mata Atlântica e é muito comum vermos somente exóticas nos projetos”, enfatizou.


Leia também:Dia da Árvore é nesta segunda-feira: live discutirá educação ambiental


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Balneário Camboriú tem legislação para normatizar a arborização, mas ainda falta o Plano Municipal

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Segunda, 21/9/2020 16:14.

A primeira lei aprovada no governo Fabrício Oliveira, em março de 2018, foi um projeto para normatizar a arborização no município. Ela foi aprovada com o nome de Plano Diretor de Arborização Urbana e segundo a bióloga Arlete Tomazzoni, assessora ambiental da Secretaria de Obras, ela representa a primeira fase, tornou Balneário Camboriú uma das pioneiras no Estado, mas desde sua aprovação, não sofreu alterações.

“A legislação é o início da normatização, agora precisamos dar continuidade, elaborando um Plano Municipal de Arborização. Acredito que logo o governo do Estado exigirá esse plano de cada município, a exemplo do que já acontece no Paraná’, disse Arlete.

Ela trabalha no projeto de arborização desde 2005, quando Rubens Spernau era prefeito e Edson Kratz, secretário de Obras. Na época foi desenvolvido uma parceria com o Sinduscon, que doou mudas específicas para cada região. Mas o projeto não andou. No governo atual, o projeto foi atualizado, apresentado ao prefeito e aos vereadores em 2017 e aprovado em 2018.

“Tivemos progresso, mas é preciso continuar, porque a legislação pode até ser alterada em função do Plano Municipal. Na época fizemos um estudo do que não tinha, mas não temos dados hoje sobre o que temos exatamente em termos de arborização na cidade. O plano municipal vai verificar tudo isso e dizer onde plantar, como e o que plantar e isso precisa ser feito por uma empresa especializada no assunto”, segue a bióloga.

Para exemplificar, ela destaca que todos os projetos aprovados precisam de um projeto de arborização,que pode ser melhorado, se houver maior conhecimento da legislação.

“Falta privilegiar por exemplo, o uso de plantas nativas nestes projetos, porque são mais resistentes e para que a cidade se torne um corredor ecológico, porque estamos cercados pela Mata Atlântica e é muito comum vermos somente exóticas nos projetos”, enfatizou.


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