Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Justiça
Promotor pede congelamento de bens de Fabrício e mais três
Terça, 21/5/2019 8:20.
Divulgação PMBC

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O promotor da moralidade, Jean Michel Forest, apresentou denúncia de improbidade contra o prefeito Fabrício Oliveira e mais três funcionários da prefeitura em decorrência do aluguel no ano passado, com inexigibilidade de licitação, de 10 totens de segurança

Ele pediu o congelamento de bens até o valor do suposto prejuízo, R$ 1.641.160,00, mas a juíza da Vara da Fazenda, Adriana Lisbôa, preferiu escutar os acusados para decidir sobre o congelamento.

Em respeito á juíza, ontem à tarde a promotoria se recusou a fornecer informações ao Página 3 nesta etapa do processo.

Em janeiro o Página 3 informou que o aluguel dos totens estava sob investigação da promotoria, em especial devido à dispensa de licitação e ao fato de câmeras leitoras de placas de veículos (OCR) contidas em seu interior não atenderem totalmente as necessidades.

Aparentemente a dispensa de licitação foi válida, apenas uma empresa produzia -e continua sendo a única- este tipo de equipamento.

Sobre as câmeras OCR a administração alega que elas funcionam bem, mas houve necessidade de instalar câmeras externas em avenidas com várias pistas de rolamento e que isso foi feito sem ônus para o município.
 


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Promotor pede congelamento de bens de Fabrício e mais três

Divulgação PMBC

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Terça, 21/5/2019 8:20.

O promotor da moralidade, Jean Michel Forest, apresentou denúncia de improbidade contra o prefeito Fabrício Oliveira e mais três funcionários da prefeitura em decorrência do aluguel no ano passado, com inexigibilidade de licitação, de 10 totens de segurança

Ele pediu o congelamento de bens até o valor do suposto prejuízo, R$ 1.641.160,00, mas a juíza da Vara da Fazenda, Adriana Lisbôa, preferiu escutar os acusados para decidir sobre o congelamento.

Em respeito á juíza, ontem à tarde a promotoria se recusou a fornecer informações ao Página 3 nesta etapa do processo.

Em janeiro o Página 3 informou que o aluguel dos totens estava sob investigação da promotoria, em especial devido à dispensa de licitação e ao fato de câmeras leitoras de placas de veículos (OCR) contidas em seu interior não atenderem totalmente as necessidades.

Aparentemente a dispensa de licitação foi válida, apenas uma empresa produzia -e continua sendo a única- este tipo de equipamento.

Sobre as câmeras OCR a administração alega que elas funcionam bem, mas houve necessidade de instalar câmeras externas em avenidas com várias pistas de rolamento e que isso foi feito sem ônus para o município.
 

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