Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Justiça
Fachin relata ameaças e pede providências

Ele é o relator da Lava Jato no STF

Quarta, 28/3/2018 5:30.
FramePhoto/Folhapress

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(FOLHAPRESS) - Relator da Operação Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro Edson Fachin, afirmou ter havido ameaças a membros de sua família e se disse preocupado com a segurança.

Em entrevista à Globonews divulgada nesta terça-feira (27), o ministro do Supremo disse que tem tratado do assunto com a presidente da corte, ministra Cármen Lúcia, e com uma delegada da Polícia Federal que atua no tribunal, e contou que pediu providências.

"Uma das preocupações que tenho não é só com julgamentos, mas também com a segurança de membros de minha família. Tenho tratado desse tema e de ameaças que têm sido dirigidas a membros de minha família."

Ele disse que "nem todos os instrumentos ainda foram agilizados". "Eu efetivamente ando preocupado com isso e esperando que não troquemos a fechadura de uma porta já arrombada também nesse tema."

O ministro responde pela operação na corte há um ano.

Não é a primeira situação do tipo envolvendo a Lava Jato neste ano. Em janeiro, o presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região Carlos Eduardo Thompson Flores disse que juízes tiraram suas famílias do Rio Grande do Sul por causa de ameaças. O tribunal regional, com sede em Porto Alegre, é responsável por casos da operação na segunda instância.


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Página 3
FramePhoto/Folhapress

Fachin relata ameaças e pede providências

Ele é o relator da Lava Jato no STF

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Quarta, 28/3/2018 5:30.

(FOLHAPRESS) - Relator da Operação Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro Edson Fachin, afirmou ter havido ameaças a membros de sua família e se disse preocupado com a segurança.

Em entrevista à Globonews divulgada nesta terça-feira (27), o ministro do Supremo disse que tem tratado do assunto com a presidente da corte, ministra Cármen Lúcia, e com uma delegada da Polícia Federal que atua no tribunal, e contou que pediu providências.

"Uma das preocupações que tenho não é só com julgamentos, mas também com a segurança de membros de minha família. Tenho tratado desse tema e de ameaças que têm sido dirigidas a membros de minha família."

Ele disse que "nem todos os instrumentos ainda foram agilizados". "Eu efetivamente ando preocupado com isso e esperando que não troquemos a fechadura de uma porta já arrombada também nesse tema."

O ministro responde pela operação na corte há um ano.

Não é a primeira situação do tipo envolvendo a Lava Jato neste ano. Em janeiro, o presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região Carlos Eduardo Thompson Flores disse que juízes tiraram suas famílias do Rio Grande do Sul por causa de ameaças. O tribunal regional, com sede em Porto Alegre, é responsável por casos da operação na segunda instância.


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