Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Justiça
Ministro do TSE rejeita representação de Bolsonaro contra o Datafolha

Quarta, 4/4/2018 6:06.
Arquivo Página 3.

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(FOLHAPRESS) - O ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Sergio Banhos rejeitou nesta terça-feira (3) uma representação ajuizada pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) que questionava o teor de perguntas feitas sobre ele em uma pesquisa do Datafolha.

O deputado, que é pré-candidato a presidente, havia tentado suspender em janeiro a divulgação de pesquisa do instituto argumentando à Justiça Eleitoral que era tendenciosa a inclusão de perguntas a respeito do aumento de seu patrimônio. O assunto tinha sido abordado em uma série de reportagens da Folha de S. Paulo naquele mês.

Sergio Banhos negou na ocasião um pedido de liminar. Agora, o ministro julgou improcedente a representação de Bolsonaro. Cabe recurso.

Em sua decisão, ele afirmou que, diante do teor das perguntas, não é possível concluir que havia no levantamento a finalidade de privilegiar um candidato em detrimento de outro.

Segundo Sergio Banhos, Bolsonaro também não tinha razão ao afirmar que havia conteúdo difamatório ou inverídico nas questões que constavam no levantamento.


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Ministro do TSE rejeita representação de Bolsonaro contra o Datafolha

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Quarta, 4/4/2018 6:06.

(FOLHAPRESS) - O ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Sergio Banhos rejeitou nesta terça-feira (3) uma representação ajuizada pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) que questionava o teor de perguntas feitas sobre ele em uma pesquisa do Datafolha.

O deputado, que é pré-candidato a presidente, havia tentado suspender em janeiro a divulgação de pesquisa do instituto argumentando à Justiça Eleitoral que era tendenciosa a inclusão de perguntas a respeito do aumento de seu patrimônio. O assunto tinha sido abordado em uma série de reportagens da Folha de S. Paulo naquele mês.

Sergio Banhos negou na ocasião um pedido de liminar. Agora, o ministro julgou improcedente a representação de Bolsonaro. Cabe recurso.

Em sua decisão, ele afirmou que, diante do teor das perguntas, não é possível concluir que havia no levantamento a finalidade de privilegiar um candidato em detrimento de outro.

Segundo Sergio Banhos, Bolsonaro também não tinha razão ao afirmar que havia conteúdo difamatório ou inverídico nas questões que constavam no levantamento.


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