Jornal Página 3

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Colunistas do impresso celebram bodas de prata do Página 3

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Terça, 26/7/2016 9:56.

Um quarto de século, por Jonas Ramos

Colunista desde a Edição número 34, de 13 de março de 1992. É hoje o colaborador mais antigo.

"O amadurecimento do Jornal Página 3 é indiscutível e eu particularmente posso afirmar isso, já que faço parte da equipe de colaboradores há 24 anos, e nesse tempo todo pude acompanhar a entrada da nova geração de membros da família e jornalistas especializados, que somados a velha guarda, conseguiram manter o jornal na vanguarda em nossa cidade e perpetuar o respeito dos leitores e da mídia em geral.

Erros houveram e tenho certeza que me incluo entre os que erraram, mas tenho a firme convicção que pecamos muito mais pelo zelo do que pelo excesso. Alguns gostam mais e outros gostam menos, mas despercebido todos sabemos que o Jornal não passa uma semana sequer. Não raro encontro pessoas que dizem ter lido essa ou aquela matéria e se identificaram com ela, algumas vezes até nos pedem pra tratar de assuntos de interesse da comunidade, porque sabem que a forma de colocar o problema será o da busca da solução e não o da crítica pela crítica.

Muitos anos ainda virão e espero poder estar mais um pouco junto do pessoal que rala pra fazer o JP3 chegar às bancas e aos assinantes nas primeiras horas de sábado, quando então pra muita gente o fim de semana começa de verdade. Mas, sei que nosso tempo aqui tem pressa, e gente mais nova, antenada e ligada nesse mundo virtual, que voa pelas redes sociais, vai ocupar o nosso espaço e continuar a dar vida a esse semanário que sobreviveu a um quarto de século com garra e seriedade. Que assim seja. Feliz aniversário JP3".

Bodas de prata, por Enéas Athanázio

Colunista do Página 3 desde a Edição 295, de 8 de março de 1997 

"O jornal “Página 3” está comemorando seus vinte e cinco anos de existência. Como iniciei minha coluna há vinte, isso significa que ele contava apenas cinco, era uma criança, quando comecei a aparecer em suas edições, quase sempre à página 26. Foram cerca de 960 artigos e crônicas publicados todos os sábados, sem contar os especiais de página inteira, que não foram poucos. É um conjunto de textos que rechearia incontáveis volumes se reunidos em livros.

Não sei a opinião dos leitores, apesar das muitas manifestações recebidas, mas foi uma incumbência que sempre me agradou e exerci com prazer. Nesse período o jornal prosperou. Saindo de acanhadas acomodações, hoje tem sede própria e está bem instalado. Cobre com espantosa precisão tudo que ocorre na cidade e na região num trabalho meticuloso e consciente. Não abdica da crítica, mesmo veemente, quando se trata do bem comum ou da moralidade pública.

É um órgão corajoso e retrata Balneário Camboriú sem retoques, exaltando o bom e condenando o mau. Creio que é mesmo a voz de seu povo. Durante todo esse longo período, tenho enviado o jornal a amigos, escritores, poetas e jornalistas de inúmeros pontos do país.

A par dos elogios à qualidade do jornal, vêm sempre as loas de admiração por um jornal do interior que consagra tanto espaço à cultura em geral e à literatura em particular, numa época em que espaços para tais temas não cessam de minguar. Por tudo isso, e também pela amizade com seus diretores e sua equipe, sou tomado de grande satisfação por pertencer ao seu quadro de articulistas.

Meus trabalhos, dados a público em suas páginas, têm merecido transcrições em livros, antologias, revistas, jornais e sites de muitos pontos do Brasil. Isso vem comprovar que eu estava certo quando acreditei no “Página 3” e no seu futuro. Neste quarto de século de existência o jornal prestou inestimável serviço à cidade, à região, ao seu povo e à cultura. Não tenho dúvida de que conquistou um espaço definitivo na história do jornalismo escrito em nosso Estado e se transformará, em breve tempo, num dos periódicos mais conhecidos e respeitados. Quem viver verá. Meus parabéns ao nosso “Página 3”!

Dez anos na família JP3, por Fabi Loos

Colunista do Página3 desde Edição 814, de 17 de fevereiro de 2007

"Poucas pessoas me conhecem bem e, entre elas, raríssimas as que compartilhavam, na época, o meu desejo de escrever para o Página 3. Eu acompanhava o jornal, os colunistas, os jornalistas, as matérias, enfim, sempre foi minha leitura semanal obrigatória, aos domingos, após passar pela banca de jornais e revistas. Então, em dezembro de 2006, comecei a escrever como interina, para cobrir a ausência da Ale Schauffert que esperava seu primeiro baby. No ano seguinte, veio o convite para eu permanecer como colunista.

Assim, em fevereiro de 2007, surgiu a Fabulando. Exatamente no ano em que o jornal Página 3 comemora seu 25º aniversário, cá estou eu, comemorando 10 anos nessa família. Escrever uma coluna semanal demanda tempo e disciplina, é necessário buscar assuntos, novidades, fotografias, acontecimentos...

E a semana corre rapidamente. Hoje em dia, temos o privilégio de contar com as facilidades tecnológicas. Mas, imagine há 25 anos, ufa! Entre muitas polêmicas, desafios constantes e grandes conquistas, o jornal Página 3, durante todos esses anos, escreveu e continua a escrever não somente a sua história, mas a história da cidade e da nossa gente. Portanto, só tenho a dizer, Página 3, muito obrigada e parabéns por seus 25 anos de vida, de notícias, de fatos, de histórias e de realizações".

25 de qualquer coisa, por Jamil Albuquerque

Colunista do Página 3

"Diz se que um sintoma da velhice é quando a gente lê nos livros de história, aquilo que um dia lemos nas páginas dos jornais. Quando leio a coluna há 20 anos, no Página 3, tenho certeza que já me matriculei no vestibular da velhice. Mas fico feliz por isso, porque só não envelhece quem morre jovem. E também porque me permite acompanhar trajetórias como esta deste brilhante semanário.

O título desta crônica é pra matar de tanto desprestígio. Mas o conteúdo é da melhor qualidade. 25 anos de qualquer coisa é muito tempo, um quarto de século de um jornal do interior é muito mais tempo ainda. Porque o tempo é relativo. 15 segundos em cima de uma chapa quente, parece uma hora. Uma hora namorando no portão parecem 15 segundos. Ou seja, 25 anos de Página 3 é memorável para uma cidade onde tudo é efêmero. A cidade onde a tal economia fashion, em que a embalagem vale mais que o conteúdo, é o que impera, a ponto de ser a capital brasileira das pessoas que tiram a própria vida, pela total falta de vínculos, sobreviver empresarialmente, nesse contexto, faz do Página 3 um case não só de sucesso, mas de lição para nós todos. A quem reputo o sucesso?

Ao esteio familiar. A Marlise sabe mentoriada por princípios cristãos sólidos, conduzir a família, com a sabedoria matriarcal das mulheres sábias, para manter a unidade familiar. O Marzinho, que mistura boemia com profissionalismo, de uma forma cativante, com a certeza de ter para onde voltar. As filhas envolveram-se na empresa com a capacidade da profissionalização, tão querida por nós que queremos fazer do Brasil um país dealto desempenho. Aceitem as minhas mais sinceras congratulações por esta bela conquista e que venham os próximos 25 anos multiplicados porvárias vezes".


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