Jornal Página 3

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Editorial 25 Anos: O jornal que não fechou
Arquivo JP3
A primeira sede do Página 3

Segunda, 25/7/2016 8:56.

Quando Gelci Veit, Nildo Teixeira de Melo Júnior, o Bola, e Marlise Schneider Cezar entraram na imobiliária Brodasa, 25 anos atrás, querendo alugar uma sala para instalar um jornal, o veredicto do corretor, Patrício Zaror, proprietário daquela empresa na época, foi curto e grosso: jornais aqui em Balneário Camboriú não se criam, vocês vão quebrar”.

Apresentados dois avalistas possuidores de bens imóveis o corretor continuou reticente, não queria alugar a pequena sala da Rua 620 onde começou o Página 3.

Ele acabou cedendo porque a documentação estava em ordem. Por ironia, um tempo depois sua empresa trocou de dono porque na época era comum, além dos jornais, imobiliárias também se atrapalharem.

Felizmente para os três sócios, o Página 3 não quebrou e acabou se tornando o jornal mais antigo de Balneário Camboriú em atividade.

Nunca mais paramos de circular, estamos todas as semanas nas bancas e nas casas dos assinantes, levando notícias e publicidade.

Em verdade, estamos a toda hora, com o Página 3 Online, o jovem e bem sucedido noticiário eletrônico da casa.

Nossa relação com o leitor é clara, pautada por princípios definidos já no primeiro número: produzir jornalismo plural e independente; defender a liberdade de manifestação e outros valores democráticos.

Praticamos isto com tanta convicção que é comum o Página 3 arranjar encrenca com os políticos de plantão, mas todos sabem que quando o GAECO quer pegar corruptos não é na nossa porta que os policiais os procuram.

O Página 3 enfrenta hoje os desafios que os outros veículos de comunicação enfrentam devido às mudanças radicais na maneira de produzir e distribuir notícias, mas consegue espaço no mercado porque seu maior patrimônio é a confiança que o leitor tem em quem escreve a notícia.

Esse é o segredo do negócio, jornalistas e colaboradores que não se submetam a interesses subalternos, que exerçam sua profissão de maneira digna.

É uma receita que serve para qualquer empresa ou profissão, dignidade, infelizmente artigo em falta inclusive entre muitos homens públicos desta praia.

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Justiça

MP diz que aluguel de totens de segurança causou prejuízo ao erário


Cidade


Geral

Evento será nessa sexta (24) e sábado (25)


Cultura

 André Gevaerd quer trazer eventos de diversas áreas para a cidade


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Segunda, 25/7/2016 8:56.

Quando Gelci Veit, Nildo Teixeira de Melo Júnior, o Bola, e Marlise Schneider Cezar entraram na imobiliária Brodasa, 25 anos atrás, querendo alugar uma sala para instalar um jornal, o veredicto do corretor, Patrício Zaror, proprietário daquela empresa na época, foi curto e grosso: jornais aqui em Balneário Camboriú não se criam, vocês vão quebrar”.

Apresentados dois avalistas possuidores de bens imóveis o corretor continuou reticente, não queria alugar a pequena sala da Rua 620 onde começou o Página 3.

Ele acabou cedendo porque a documentação estava em ordem. Por ironia, um tempo depois sua empresa trocou de dono porque na época era comum, além dos jornais, imobiliárias também se atrapalharem.

Felizmente para os três sócios, o Página 3 não quebrou e acabou se tornando o jornal mais antigo de Balneário Camboriú em atividade.

Nunca mais paramos de circular, estamos todas as semanas nas bancas e nas casas dos assinantes, levando notícias e publicidade.

Em verdade, estamos a toda hora, com o Página 3 Online, o jovem e bem sucedido noticiário eletrônico da casa.

Nossa relação com o leitor é clara, pautada por princípios definidos já no primeiro número: produzir jornalismo plural e independente; defender a liberdade de manifestação e outros valores democráticos.

Praticamos isto com tanta convicção que é comum o Página 3 arranjar encrenca com os políticos de plantão, mas todos sabem que quando o GAECO quer pegar corruptos não é na nossa porta que os policiais os procuram.

O Página 3 enfrenta hoje os desafios que os outros veículos de comunicação enfrentam devido às mudanças radicais na maneira de produzir e distribuir notícias, mas consegue espaço no mercado porque seu maior patrimônio é a confiança que o leitor tem em quem escreve a notícia.

Esse é o segredo do negócio, jornalistas e colaboradores que não se submetam a interesses subalternos, que exerçam sua profissão de maneira digna.

É uma receita que serve para qualquer empresa ou profissão, dignidade, infelizmente artigo em falta inclusive entre muitos homens públicos desta praia.

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