Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Geral
Moradora da Barra denuncia novamente água turva, situação seria frequente

Terça, 22/9/2020 18:55.
Divulgação

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A moradora do Bairro da Barra, Juliana Petersen Alves Viana, denunciou novamente ao Página 3 situação de água turva em sua casa, na Rua Edson Linhares Cruz. A reportagem já havia publicado matéria sobre o assunto em 10 de agosto. Juliana disse que desde então já procurou a Empresa Municipal de Água e Saneamento de Balneário Camboriú (Emasa) pelo menos sete vezes.

Via WhatsApp, Juliana enviou o número de sete protocolos que abriu junto da Emasa, relatando que funcionários do departamento já estiveram várias vezes em sua casa, e que um deles teria dito que a ocorrência de água turva (que tem acontecido, segundo a moradora, de forma frequente) acontece porque o local onde ela reside é ‘final de rede’ e em outra ocasião por um conserto na tubulação.

“Eu não quero saber, pago como todo mundo. Não é justo, quero água boa para consumir. Eles devem oferecer água de qualidade. Às vezes vem até uma areia, uma coisa preta no fundo. Há horas em que não posso lavar roupa, estou com uma toalha branca que manchou. E o pior é o consumo, como vou consumir essa água?”, questiona.

Segundo a moradora, ela foi informada de que deveria abrir um processo administrativo, o que ela considera ‘um absurdo’.

“Eu tenho que ficar correndo atrás? Não acho justo. Eles que são especialistas e deveriam resolver. Eles são pagos para isso”, desabafa, acrescentando que muitos vizinhos dela estão nessa mesma situação.

O que diz a Emasa

Através de sua assessoria de comunicação, a Empresa Municipal de Água e Saneamento de Balneário Camboriú (Emasa) informou que foi avaliada a situação da reclamante e o cadastro da rede de abastecimento. Nos próximos dias será instalada uma descarga de rede no local, pois essa via (rua onde reside Juliana) não possui e assim a limpeza será mais efetiva.


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Página 3
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Moradora da Barra denuncia novamente água turva, situação seria frequente

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Terça, 22/9/2020 18:55.

A moradora do Bairro da Barra, Juliana Petersen Alves Viana, denunciou novamente ao Página 3 situação de água turva em sua casa, na Rua Edson Linhares Cruz. A reportagem já havia publicado matéria sobre o assunto em 10 de agosto. Juliana disse que desde então já procurou a Empresa Municipal de Água e Saneamento de Balneário Camboriú (Emasa) pelo menos sete vezes.

Via WhatsApp, Juliana enviou o número de sete protocolos que abriu junto da Emasa, relatando que funcionários do departamento já estiveram várias vezes em sua casa, e que um deles teria dito que a ocorrência de água turva (que tem acontecido, segundo a moradora, de forma frequente) acontece porque o local onde ela reside é ‘final de rede’ e em outra ocasião por um conserto na tubulação.

“Eu não quero saber, pago como todo mundo. Não é justo, quero água boa para consumir. Eles devem oferecer água de qualidade. Às vezes vem até uma areia, uma coisa preta no fundo. Há horas em que não posso lavar roupa, estou com uma toalha branca que manchou. E o pior é o consumo, como vou consumir essa água?”, questiona.

Segundo a moradora, ela foi informada de que deveria abrir um processo administrativo, o que ela considera ‘um absurdo’.

“Eu tenho que ficar correndo atrás? Não acho justo. Eles que são especialistas e deveriam resolver. Eles são pagos para isso”, desabafa, acrescentando que muitos vizinhos dela estão nessa mesma situação.

O que diz a Emasa

Através de sua assessoria de comunicação, a Empresa Municipal de Água e Saneamento de Balneário Camboriú (Emasa) informou que foi avaliada a situação da reclamante e o cadastro da rede de abastecimento. Nos próximos dias será instalada uma descarga de rede no local, pois essa via (rua onde reside Juliana) não possui e assim a limpeza será mais efetiva.


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