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PÁGINA 3 / Geral
Paratleta Arthur precisa ajuda para comprar uma cadeira de rodas

Sexta, 7/8/2020 17:17.
Arquivo Pessoal

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Arthur Cauê Teixeira, 14 anos, aluno do sétimo ano do CAIC Ayrton Senna da Silva, no Bairro dos Municípios, tem Artrogripose, deficiência física nos membros inferiores, conseguindo se locomover somente em cadeira de roda. A cadeira que usa é antiga, está sem condições de uso e já não serve mais para ele pois ele cresceu. Tudo isso prejudica sua qualidade de vida.

Este ano ele decidiu incluir o esporte em suas atividades diárias. Começou a treinar com Gévelyn de Almeida, paratleta e técnica de handebol da Fundação Municipal de Esportes (FMEBC). A quarentena interrompeu os treinos coletivos, mas ele não desistiu: mesmo na sua cadeira de rodas inadequada ele procura fazer os exercícios físicos orientados em casa. Gévelyn conhece a realidade do jovem e lançou uma campanha pedindo ajuda da comunidade para comprar uma cadeira nova para Arthur.

“Ter uma cadeira de rodas modelo monobloco em alumínio é um sonho, ela é mais leve, adequada com as adaptações necessárias sob medida e material apropriado para ele ter autonomia e qualidade de vida”, explicou Gévelyn.

O valor aproximado do equipamento é de R$ 6.000 de acordo com as especificações da deficiência.

A mãe de Arthur, Thais Cristina da Silva Teixeira disse que está impossibilitada de comprar a cadeira, porque nesta pandemia não está conseguindo trabalhar, tem medo de sair de casa, se contaminar e precisa conservar seus filhos, porque além de Arthur, a filha mais velha de 17 anos também tem uma deficiência intelectual severa.

Ela disse que no momento Arthur não está saindo de casa por causa da pandemia, mas a cadeira nova permitiria a ele fazer os exercícios orientados e preparar-se melhor para o esporte.

“Além disso, a mobilidade para pessoa com deficiência é fundamental, essencial, para ter uma certa autonomia, um pouco mais de liberdade, é isso que o Arthur precisa. Uma associação que sempre faço é que a cadeira de rodas está para o cadeirante assim como o sapato está para o andante. Se você calçar um sapato apertado, furado e for andar, vai te prejudicar muito e a cadeira para o cadeirante é a mesma coisa”, disse.

Quem puder ajudar: clique aqui na Vakinha


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Paratleta Arthur precisa ajuda para comprar uma cadeira de rodas

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Arthur Cauê Teixeira, 14 anos, aluno do sétimo ano do CAIC Ayrton Senna da Silva, no Bairro dos Municípios, tem Artrogripose, deficiência física nos membros inferiores, conseguindo se locomover somente em cadeira de roda. A cadeira que usa é antiga, está sem condições de uso e já não serve mais para ele pois ele cresceu. Tudo isso prejudica sua qualidade de vida.

Este ano ele decidiu incluir o esporte em suas atividades diárias. Começou a treinar com Gévelyn de Almeida, paratleta e técnica de handebol da Fundação Municipal de Esportes (FMEBC). A quarentena interrompeu os treinos coletivos, mas ele não desistiu: mesmo na sua cadeira de rodas inadequada ele procura fazer os exercícios físicos orientados em casa. Gévelyn conhece a realidade do jovem e lançou uma campanha pedindo ajuda da comunidade para comprar uma cadeira nova para Arthur.

“Ter uma cadeira de rodas modelo monobloco em alumínio é um sonho, ela é mais leve, adequada com as adaptações necessárias sob medida e material apropriado para ele ter autonomia e qualidade de vida”, explicou Gévelyn.

O valor aproximado do equipamento é de R$ 6.000 de acordo com as especificações da deficiência.

A mãe de Arthur, Thais Cristina da Silva Teixeira disse que está impossibilitada de comprar a cadeira, porque nesta pandemia não está conseguindo trabalhar, tem medo de sair de casa, se contaminar e precisa conservar seus filhos, porque além de Arthur, a filha mais velha de 17 anos também tem uma deficiência intelectual severa.

Ela disse que no momento Arthur não está saindo de casa por causa da pandemia, mas a cadeira nova permitiria a ele fazer os exercícios orientados e preparar-se melhor para o esporte.

“Além disso, a mobilidade para pessoa com deficiência é fundamental, essencial, para ter uma certa autonomia, um pouco mais de liberdade, é isso que o Arthur precisa. Uma associação que sempre faço é que a cadeira de rodas está para o cadeirante assim como o sapato está para o andante. Se você calçar um sapato apertado, furado e for andar, vai te prejudicar muito e a cadeira para o cadeirante é a mesma coisa”, disse.

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