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Dia dos Pais: lojistas estão divididos, mas há expectativa de vendas

49% acreditam que as vendas serão boas e 52% estão pessimistas

Sexta, 7/8/2020 17:04.
Divulgação

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Em meio às incertezas econômicas provocadas pela pandemia da Covid-19, o Dia dos Pais, comemorado neste domingo (9), uma das principais datas para o comércio no segundo semestre, está dividindo os lojistas. Segundo pesquisa da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de SC (FCDL/SC) realizada no final de julho em 20 cidades catarinenses de maior Índice de Potencial de Consumo (IPC) – incluindo Balneário Camboriú, 49% acreditam que as vendas serão boas e 52% estão pessimistas.

Em Balneário Camboriú

Vilton João dos Santos, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) lembra que este ano é completamente atípico quando o assunto é vendas, e que o segmento do comércio interfere ainda mais na procura do público.


“A tendência é que tenhamos uma baixa no volume de negócios em praticamente todas as datas comemorativas, se levado em conta a queda no poder de compra do cliente”, diz.


Ainda assim, Vilton diz que os empreendedores atentos podem encontrar novos nichos de atuação para o negócio ou estratégias para oferecer o mesmo produto de forma mais atrativa.


“No Dia dos Pais, criar um kit promocional para a data é uma das formas de gerar valor agregado ao produto e também atrair novos clientes que ainda não conheciam a marca”, acrescenta.

Pesquisa aponta que lojistas estão divididos

De acordo com levantamento realizado pela FCDL/SC, entre 49,5% dos varejistas a expectativa é de crescimento de até 2% em relação ao mesmo período em 2019. Embora muitos estejam com boas expectativas para o período, 25,8% dos entrevistados ainda consideraram a possibilidade de retração nas vendas, em comparação ao ano anterior.

O presidente da FCDL/SC Ivan Tauffer reconhece a situação atípica que os empresários estão vivenciando, não só em Santa Catarina como a nível nacional.

“O cenário permanece como incerto, porém os lojistas têm a consciência da importância de trabalhar com afinco por resultados no Dia dos Pais, pois será a última data forte antes de Natal. As CDLs estão mobilizadas e com recursos técnicos para apoiar os associados, em questões que vão da motivação ao marketing”, explica.

Tauffer lembra que a pesquisa indica a intenção de 81,3% dos empresários em realizar promoções, campanhas e descontos. “A mobilização é muito grande”, confirma.

Na projeção de consumo, 36,8% dos entrevistados apontaram que o tíquete médio (quanto cada pessoa tende a gastar no presente para o pai) ficará entre R$ 51,00 a R$ 100,00 e para 29,7%, de R$ 101,00 a R$ 150,00.

Entre os presentes preferidos, a liderança permanece com os itens tradicionais, como vestuário e calçados (46,2%), apesar do crescimento constante dos produtos eletrônicos e de informática (9,9%), de tíquete médio mais elevado.

O ‘novo normal’

Em função do isolamento social, muitas empresas modificaram a forma de atuar, em função dos próprios consumidores. Na avaliação de 57,1% dos entrevistados os clientes mudaram sua forma de fazer compras. Por conta deste novo cenário, 56,5% dos empresários apontaram que estão vendendo simultaneamente por meios on-line como na loja física – e 36,8% exclusivamente no ambiente virtual.


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Dia dos Pais: lojistas estão divididos, mas há expectativa de vendas

49% acreditam que as vendas serão boas e 52% estão pessimistas

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Sexta, 7/8/2020 17:04.

Em meio às incertezas econômicas provocadas pela pandemia da Covid-19, o Dia dos Pais, comemorado neste domingo (9), uma das principais datas para o comércio no segundo semestre, está dividindo os lojistas. Segundo pesquisa da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de SC (FCDL/SC) realizada no final de julho em 20 cidades catarinenses de maior Índice de Potencial de Consumo (IPC) – incluindo Balneário Camboriú, 49% acreditam que as vendas serão boas e 52% estão pessimistas.

Em Balneário Camboriú

Vilton João dos Santos, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) lembra que este ano é completamente atípico quando o assunto é vendas, e que o segmento do comércio interfere ainda mais na procura do público.


“A tendência é que tenhamos uma baixa no volume de negócios em praticamente todas as datas comemorativas, se levado em conta a queda no poder de compra do cliente”, diz.


Ainda assim, Vilton diz que os empreendedores atentos podem encontrar novos nichos de atuação para o negócio ou estratégias para oferecer o mesmo produto de forma mais atrativa.


“No Dia dos Pais, criar um kit promocional para a data é uma das formas de gerar valor agregado ao produto e também atrair novos clientes que ainda não conheciam a marca”, acrescenta.

Pesquisa aponta que lojistas estão divididos

De acordo com levantamento realizado pela FCDL/SC, entre 49,5% dos varejistas a expectativa é de crescimento de até 2% em relação ao mesmo período em 2019. Embora muitos estejam com boas expectativas para o período, 25,8% dos entrevistados ainda consideraram a possibilidade de retração nas vendas, em comparação ao ano anterior.

O presidente da FCDL/SC Ivan Tauffer reconhece a situação atípica que os empresários estão vivenciando, não só em Santa Catarina como a nível nacional.

“O cenário permanece como incerto, porém os lojistas têm a consciência da importância de trabalhar com afinco por resultados no Dia dos Pais, pois será a última data forte antes de Natal. As CDLs estão mobilizadas e com recursos técnicos para apoiar os associados, em questões que vão da motivação ao marketing”, explica.

Tauffer lembra que a pesquisa indica a intenção de 81,3% dos empresários em realizar promoções, campanhas e descontos. “A mobilização é muito grande”, confirma.

Na projeção de consumo, 36,8% dos entrevistados apontaram que o tíquete médio (quanto cada pessoa tende a gastar no presente para o pai) ficará entre R$ 51,00 a R$ 100,00 e para 29,7%, de R$ 101,00 a R$ 150,00.

Entre os presentes preferidos, a liderança permanece com os itens tradicionais, como vestuário e calçados (46,2%), apesar do crescimento constante dos produtos eletrônicos e de informática (9,9%), de tíquete médio mais elevado.

O ‘novo normal’

Em função do isolamento social, muitas empresas modificaram a forma de atuar, em função dos próprios consumidores. Na avaliação de 57,1% dos entrevistados os clientes mudaram sua forma de fazer compras. Por conta deste novo cenário, 56,5% dos empresários apontaram que estão vendendo simultaneamente por meios on-line como na loja física – e 36,8% exclusivamente no ambiente virtual.


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