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Achutti pede CPI para investigar obra da Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú

Quinta, 21/11/2019 15:04.
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O vereador Marcelo Achutti protocolou pedido de abertura de CPI para investigar obras no prédio da Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú que deveriam estar prontas em dezembro do ano passado.

A obra foi licitada 22 de junho de 2018, pelo valor de R$ 1.346.676,44 e posteriormente foi apurado que a licitação foi feita sem o projeto executivo completo; havia erros em planilhas e não houve fiscalização técnica.

A má qualidade dos serviços e materiais coloca em risco as pessoas que trabalham no prédio da Câmara e as que transitam pelas calçadas pois o material de revestimento pode despencar.

As obras eram cosméticas, de embelezamento, não resolveriam o problema das goteiras (em verdade quase cachoeiras) do prédio em dias de chuvas mais fortes.

Para a CPI ser instalada são necessárias seis assinaturas e duas já estão asseguradas, a do próprio Marcelo e a do vereador Lucas Gotardo.

Há fortes indícios de irregularidades no planejamento, execução, medições de engenharia e pagamentos à empresa Igesa Engenharia Ltda, construtora que carrega nol currículo a participação em fraudes na construção da Passarela da Barra.

O contrato com a Igesa Engenharia foi firmado quando a Câmara era presidida pelo vereador Roberto Souza Jr.

O novo presidente, Omar Tomalih, tentou concluir a obra, sem sucesso, e em 12 de setembro passado, com mais de 9 meses de atraso no prazo de entrega, ele rompeu com a construtora.

O histórico da obra é um escândalo, foram feitos 10 aditivos de preço e prazo. O prazo aumentou em 255 dias, o valor subiu R$ 341.061,87.

Cerca de R$ 75 mil foram pagamentos indevidos, por serviços superfaturados ou medidos a maior.

“A Câmara quer fiscalizar o prefeito, mas não consegue fiscalizar a si mesma” resumiu o vereador Achutti.


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Achutti pede CPI para investigar obra da Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú

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Quinta, 21/11/2019 15:04.

O vereador Marcelo Achutti protocolou pedido de abertura de CPI para investigar obras no prédio da Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú que deveriam estar prontas em dezembro do ano passado.

A obra foi licitada 22 de junho de 2018, pelo valor de R$ 1.346.676,44 e posteriormente foi apurado que a licitação foi feita sem o projeto executivo completo; havia erros em planilhas e não houve fiscalização técnica.

A má qualidade dos serviços e materiais coloca em risco as pessoas que trabalham no prédio da Câmara e as que transitam pelas calçadas pois o material de revestimento pode despencar.

As obras eram cosméticas, de embelezamento, não resolveriam o problema das goteiras (em verdade quase cachoeiras) do prédio em dias de chuvas mais fortes.

Para a CPI ser instalada são necessárias seis assinaturas e duas já estão asseguradas, a do próprio Marcelo e a do vereador Lucas Gotardo.

Há fortes indícios de irregularidades no planejamento, execução, medições de engenharia e pagamentos à empresa Igesa Engenharia Ltda, construtora que carrega nol currículo a participação em fraudes na construção da Passarela da Barra.

O contrato com a Igesa Engenharia foi firmado quando a Câmara era presidida pelo vereador Roberto Souza Jr.

O novo presidente, Omar Tomalih, tentou concluir a obra, sem sucesso, e em 12 de setembro passado, com mais de 9 meses de atraso no prazo de entrega, ele rompeu com a construtora.

O histórico da obra é um escândalo, foram feitos 10 aditivos de preço e prazo. O prazo aumentou em 255 dias, o valor subiu R$ 341.061,87.

Cerca de R$ 75 mil foram pagamentos indevidos, por serviços superfaturados ou medidos a maior.

“A Câmara quer fiscalizar o prefeito, mas não consegue fiscalizar a si mesma” resumiu o vereador Achutti.


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