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Geral
Mancha Verde é campeã do Carnaval de São Paulo pela primeira vez
Terça, 5/3/2019 18:17.

Arquivo JP3/Folhapress.

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FABRICIO LOBEL E GUILHERME SETO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Antes que a Mancha Verde entrasse na avenida, no sábado (2), seu presidente, Paulo Serdan, disse que ninguém tiraria o título da escola desta vez. E ele estava certo. Com posições cada vez melhores nos últimos anos, a Mancha conseguiu seu primeiro título do Carnaval em 2019.

A melhora de desempenho da Mancha Verde a cada ano se explica, em grande parte, pela ajuda financeira que passou a receber da Crefisa, patrocinadora do Palmeiras. A escola é uma extensão da torcida organizada do clube.

O dinheiro doado para a organizada faz parte da estratégia da dona da Crefisa, Leila Pereira, de conseguir apoio na política do Palmeiras. Para o desfile de 2019, doou R$ 3,5 milhões para que a Mancha fizesse seu desfile. Desde 2016, quando começou a passar dinheiro para a organizada, já deu mais de R$ 6 milhões.

Na avenida,a escola usou o enredo "Oxalá, salve a princesa! A saga de uma guerreira negra" para contar a história da princesa africana Aqualtune, e, por meio dela, discutir escravidão, intolerância religiosa e direitos humanos. Para este ano, a Mancha contratou o renomado carnavalesco Jorge Freitas.

A escola apostou em fantasias com texturas que supostamente remetiam à tradição africana, com cores arenosas e terrosas e padrões de pele de onça e de tigre. Máscaras africanas despontaram de todos os lugares. A riqueza de detalhes foi um ponto forte.

A religiosidade também teve papel de destaque no desfile, com Iemanjá como principal atração em um dos carros e Nossa Senhora do Rosário em outro. 

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Destaques


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FABRICIO LOBEL E GUILHERME SETO
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Na avenida,a escola usou o enredo "Oxalá, salve a princesa! A saga de uma guerreira negra" para contar a história da princesa africana Aqualtune, e, por meio dela, discutir escravidão, intolerância religiosa e direitos humanos. Para este ano, a Mancha contratou o renomado carnavalesco Jorge Freitas.

A escola apostou em fantasias com texturas que supostamente remetiam à tradição africana, com cores arenosas e terrosas e padrões de pele de onça e de tigre. Máscaras africanas despontaram de todos os lugares. A riqueza de detalhes foi um ponto forte.

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