Jornal Página 3

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Contaminação do rio Camboriú por agrotóxico foi eventual e de fonte incerta
Embrapa

Quinta, 28/3/2019 5:51.

O pesquisador da Epagri José Alberto Noldin disse ao Página 3 na quarta-feira que ao longo de 18 anos monitorando a qualidade da água do rio Camboriú nunca encontrou agrotóxicos em concentração prejudicial à saúde humana.

Na semana passada o MInistério Público divulgou que foram encontrados traços de 2,4-D, um princípio ativo de herbicidas, no rio Camboriú.

Noldin disse desconhecer que rizicultores de Camboriú usem 2,4-D, acredita que o produto possa ter sido usado em pastagens.

Ele destacou que costumam culpar os agricultores, mas esquecem da poluição “terrível” do rio Camboriú decorrente da falta de tratamento de esgoto.

Noldin considera que o monitoramento feito pelo Ministério Público, com três coletas, e pela Emasa, com duas coletas anuais, é insuficiente para qualquer conclusão.

O pesquisador coletava seis vezes durante a safra de arroz, retirando amostras em cinco diferentes pontos em cada ocasião para buscar de 30 a 40 princípios ativos diferentes que podem ser usados em arroz.

Ele disse que coletar amostras em agosto, como faz a Emasa, é inútil porque nesta época os arrozeiros ainda não entraram com agrotóxicos na lavoura. “Melhor seria outubro”, recomendou.

Sobre a coleta que a Emasa faz em fevereiro, o pesquisador disse que é correta.

Sobre a opinião pública, Noldin reforçou: “Sempre procuram criminalizar a agricultura e esquecem o restante, compram agrotóxicos na prateleira do mercado para matar mosquitos…e os hormônios que vão para a água alguém está preocupado... para onde vão os anticoncepcionais eliminados pela urina” indagou.

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Contaminação do rio Camboriú por agrotóxico foi eventual e de fonte incerta

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Quinta, 28/3/2019 5:51.

O pesquisador da Epagri José Alberto Noldin disse ao Página 3 na quarta-feira que ao longo de 18 anos monitorando a qualidade da água do rio Camboriú nunca encontrou agrotóxicos em concentração prejudicial à saúde humana.

Na semana passada o MInistério Público divulgou que foram encontrados traços de 2,4-D, um princípio ativo de herbicidas, no rio Camboriú.

Noldin disse desconhecer que rizicultores de Camboriú usem 2,4-D, acredita que o produto possa ter sido usado em pastagens.

Ele destacou que costumam culpar os agricultores, mas esquecem da poluição “terrível” do rio Camboriú decorrente da falta de tratamento de esgoto.

Noldin considera que o monitoramento feito pelo Ministério Público, com três coletas, e pela Emasa, com duas coletas anuais, é insuficiente para qualquer conclusão.

O pesquisador coletava seis vezes durante a safra de arroz, retirando amostras em cinco diferentes pontos em cada ocasião para buscar de 30 a 40 princípios ativos diferentes que podem ser usados em arroz.

Ele disse que coletar amostras em agosto, como faz a Emasa, é inútil porque nesta época os arrozeiros ainda não entraram com agrotóxicos na lavoura. “Melhor seria outubro”, recomendou.

Sobre a coleta que a Emasa faz em fevereiro, o pesquisador disse que é correta.

Sobre a opinião pública, Noldin reforçou: “Sempre procuram criminalizar a agricultura e esquecem o restante, compram agrotóxicos na prateleira do mercado para matar mosquitos…e os hormônios que vão para a água alguém está preocupado... para onde vão os anticoncepcionais eliminados pela urina” indagou.

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