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Mesmo com chuva, IFC Camboriú reuniu 300 pessoas em manifestação

Sexta, 31/5/2019 15:26.

Cerca de 300 alunos, professores e sindicalistas participaram de manifestação, ontem (31), em Camboriú, contra o corte de custeio que os institutos e universidades federais sofreram em todo o país. Por aqui, quem vem organizando as ações é o grêmio e o DCE do Instituto Federal Catarinense (IFC) – Campus Camboriú. Mesmo com chuva, o ato reuniu 100 pessoas a mais do que no último protesto, ocorrido dia 15.

As manifestações vêm ocorrendo após o anúncio de cortes e bloqueios pelo Ministério da Educação no governo Jair Bolsonaro. Recursos para todas as etapas de ensino, da educação infantil à pós-graduação, foram reduzidos ou congelados. A medida inclui verbas para construção de escolas, ensino técnico, bolsas de pesquisa e transporte escolar.

O presidente do grêmio estudantil do IFC Camboriú, Paulo Ricardo Machado Miorando, explica que a ideia era realizar a manifestação ao ar livre, com ato na rótula de entrada da cidade, na Praça das Figueiras e finalizando a programação com uma aula a céu aberto, com exibição de filme e debates. Porém, a chuva fez com que tudo acabasse se concentrando dentro do instituto.

“Houve confecção de materiais (cartazes), debates, microfone aberto e conseguimos manter a exibição do filme, fazendo-a na cantina. Recebemos algumas escolas de fora, sindicatos e outros colaboradores”, diz.

Segundo Paulo, mais de 300 pessoas participaram das atividades até o período noturno. Não houve aula ontem, mas hoje (31) tudo segue normalmente. A próxima manifestação está marcada para o dia 14, e promete ser a nível nacional, sendo chamada inclusive de greve geral. “Ainda estamos nos planejando, mas a intenção é paralisar novamente!”, afirma. 

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Mesmo com chuva, IFC Camboriú reuniu 300 pessoas em manifestação

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Sexta, 31/5/2019 15:26.

Cerca de 300 alunos, professores e sindicalistas participaram de manifestação, ontem (31), em Camboriú, contra o corte de custeio que os institutos e universidades federais sofreram em todo o país. Por aqui, quem vem organizando as ações é o grêmio e o DCE do Instituto Federal Catarinense (IFC) – Campus Camboriú. Mesmo com chuva, o ato reuniu 100 pessoas a mais do que no último protesto, ocorrido dia 15.

As manifestações vêm ocorrendo após o anúncio de cortes e bloqueios pelo Ministério da Educação no governo Jair Bolsonaro. Recursos para todas as etapas de ensino, da educação infantil à pós-graduação, foram reduzidos ou congelados. A medida inclui verbas para construção de escolas, ensino técnico, bolsas de pesquisa e transporte escolar.

O presidente do grêmio estudantil do IFC Camboriú, Paulo Ricardo Machado Miorando, explica que a ideia era realizar a manifestação ao ar livre, com ato na rótula de entrada da cidade, na Praça das Figueiras e finalizando a programação com uma aula a céu aberto, com exibição de filme e debates. Porém, a chuva fez com que tudo acabasse se concentrando dentro do instituto.

“Houve confecção de materiais (cartazes), debates, microfone aberto e conseguimos manter a exibição do filme, fazendo-a na cantina. Recebemos algumas escolas de fora, sindicatos e outros colaboradores”, diz.

Segundo Paulo, mais de 300 pessoas participaram das atividades até o período noturno. Não houve aula ontem, mas hoje (31) tudo segue normalmente. A próxima manifestação está marcada para o dia 14, e promete ser a nível nacional, sendo chamada inclusive de greve geral. “Ainda estamos nos planejando, mas a intenção é paralisar novamente!”, afirma. 

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