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“Assustada e exausta da repercussão disso tudo”, diz vereadora Juliethe sobre os PMs em seu casamento
Fotos Arquivo Pessoal
Juliethe e Juliano

Quarta, 5/6/2019 7:49.

Os quatro policiais militares que participaram da festa de casamento da vereadora Juliethe Nitz com o ex-lutador de MMA Juliano ‘Ninja’ Wandalen, no último final de semana, em Itapema, serão ouvidos ainda hoje (5), no 12º Batalhão de Polícia Militar (BPM).

Durante a semana, o caso ganhou destaque na mídia, porque os policiais estariam em horário de trabalho e porque aparentava mais ‘uma escolta ao noivo’ do que uma participação como convidados.

O Comandante do 12º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Balneário Camboriú, Tenente Coronel Alexandre Coelho, abriu inquérito para apurar as informações e entender como foi, quem participou e quais as responsabilidades e implicações pelo ato.

“Vamos começar a ouvir os envolvidos hoje (5) sobre a situação. Também escutaremos as testemunhas, além da vereadora Juliethe e de seu marido”, diz.

A vereadora se diz assustada com a proporção que a situação tomou e que a cerimônia serviu para oficializar a união, que já dura mais de quatro anos.

Estou exausta da repercussão, não imaginava que isso fosse acontecer, as pessoas são maldosas. Pessoas pequenas se importam com coisas pequenas. Certeza que queriam criar um caso politiqueiro, e acabaram prejudicando também a PM”, completa.

“Inventaram muitas coisas”

O ex-lutador de MMA Juliano Ninja afirma que as pessoas inventaram muita coisa e que a situação era simples. Ele garante estar com a consciência tranquila sobre os acontecimentos, e diz que o Sargento Emerson, do Tático, é seu amigo há mais de 10 anos, e inclusive o ajudava a treinar, sendo um amigo da família. Juliethe, como vereadora, inclusive já o homenageou com uma moção de congratulação. Outro dos convidados foi o Major Eder, por quem Juliano diz ter ‘grande apreço’.

“Tenho amigos no Tático, no GOPE, na GRM, na Polícia Civil e em unidades antiterroristas fora do Brasil. Dou aulas gratuitas para os guardas municipais, já tentei junto da PM, mas fui barrado. Com a Guarda Municipal eu faço um trabalho voluntário, passo técnicas para que eles que aprendi no leste europeu. Não cobro nada, vejo que é minha obrigação contribuir para o bem da sociedade”, explica.

O ‘x’ da questão

Ninja lembra que o ‘x da questão’ foi falar para o Major Eder levar os ‘meninos do Tático (Pelotão de Patrulhamento Tático, o PPT)’ que estariam de serviço ao casamento.

“Falamos para eles estarem presentes na cerimônia e também para jantarem conosco. O Major Eder ainda frisou que se eles tivessem ocorrência sairiam do local para atender a demanda. Eu fui militar, meu pai também, então sei como procede. Foi isso que aconteceu. Eles estavam conversando comigo e vieram juntos, atrás de mim, quando eu entrei. Eles tiraram fotos com as crianças, abrilhantaram muito o casamento. Não houve nada de fins políticos ou para barganhar votos para a Juliethe, nada a ver isso que estão dizendo”, acrescenta.

O ex-lutador comenta ainda que não convidaram o prefeito Fabrício Oliveira e o presidente da Câmara de Vereadores, Omar Tomalih, porque eles não integram o círculo íntimo de amigos deles.

“Foi uma celebração do amor que nutrimos um pelo outro, não era algo político. Temos carinho pelos dois, mas não somos amigos íntimos. Não nos importamos com o que as pessoas estão dizendo, o que importa é o nosso amor. Já tentaram nos derrubar, mas o que Deus une o homem não separa. Ninguém chuta cachorro morto”, afirma.

O casal pretende viajar em lua de mel somente quando a Câmara entrar em recesso, pois a prioridade agora, segundo Ninja, é auxiliar ‘os meninos da PM’, para que eles não sofram por algo que não fizeram.

“Não abandonamos os nossos, a Juliethe também tem as demandas dela na Câmara, quando acontecer o recesso vamos pensar em viajar”, diz.

“Pessoas pequenas se importam com coisas pequenas”

Juliethe comenta que possui vários amigos agentes de segurança e da guarda armada e que essa é uma bandeira que levanta como vereadora.

“Tanto que no meu Instagram tem fotos minhas atirando, meu avô foi da Marinha, nunca escondi esse meu apreço. Todos sabem que votei no Bolsonaro também”, diz.

Sobre o casamento, ela diz que chamaram amigos da corporação, e que em nenhum momento exigiram nada, como a entrada junto de Juliano que foi comparada com uma escolta.

“Já aconteceu de vereadores serem escoltados e ninguém nunca comentou a respeito, policiais também vão a outras festas e inclusive divulgam isso, como na ocasião em que foram até a secretaria do Idoso e interagiram com as idosas, e também estavam em horário de serviço. Não quero apontar o que a PM faz, mas é algo muito normal”, acrescenta.

Assim como Juliano citou, Juliethe comenta que o casamento foi intimista, e que não quiseram fazer ‘um palanque político’, por isso nenhum vereador foi convidado.

O Omar e o prefeito sabem do carinho que tenho por eles, mas optamos por selecionar pessoas que fazem parte das nossas vidas e não só de momento”.

 

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“Assustada e exausta da repercussão disso tudo”, diz vereadora Juliethe sobre os PMs em seu casamento

Fotos Arquivo Pessoal
Juliethe e Juliano
Juliethe e Juliano

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Quarta, 5/6/2019 7:49.

Os quatro policiais militares que participaram da festa de casamento da vereadora Juliethe Nitz com o ex-lutador de MMA Juliano ‘Ninja’ Wandalen, no último final de semana, em Itapema, serão ouvidos ainda hoje (5), no 12º Batalhão de Polícia Militar (BPM).

Durante a semana, o caso ganhou destaque na mídia, porque os policiais estariam em horário de trabalho e porque aparentava mais ‘uma escolta ao noivo’ do que uma participação como convidados.

O Comandante do 12º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Balneário Camboriú, Tenente Coronel Alexandre Coelho, abriu inquérito para apurar as informações e entender como foi, quem participou e quais as responsabilidades e implicações pelo ato.

“Vamos começar a ouvir os envolvidos hoje (5) sobre a situação. Também escutaremos as testemunhas, além da vereadora Juliethe e de seu marido”, diz.

A vereadora se diz assustada com a proporção que a situação tomou e que a cerimônia serviu para oficializar a união, que já dura mais de quatro anos.

Estou exausta da repercussão, não imaginava que isso fosse acontecer, as pessoas são maldosas. Pessoas pequenas se importam com coisas pequenas. Certeza que queriam criar um caso politiqueiro, e acabaram prejudicando também a PM”, completa.

“Inventaram muitas coisas”

O ex-lutador de MMA Juliano Ninja afirma que as pessoas inventaram muita coisa e que a situação era simples. Ele garante estar com a consciência tranquila sobre os acontecimentos, e diz que o Sargento Emerson, do Tático, é seu amigo há mais de 10 anos, e inclusive o ajudava a treinar, sendo um amigo da família. Juliethe, como vereadora, inclusive já o homenageou com uma moção de congratulação. Outro dos convidados foi o Major Eder, por quem Juliano diz ter ‘grande apreço’.

“Tenho amigos no Tático, no GOPE, na GRM, na Polícia Civil e em unidades antiterroristas fora do Brasil. Dou aulas gratuitas para os guardas municipais, já tentei junto da PM, mas fui barrado. Com a Guarda Municipal eu faço um trabalho voluntário, passo técnicas para que eles que aprendi no leste europeu. Não cobro nada, vejo que é minha obrigação contribuir para o bem da sociedade”, explica.

O ‘x’ da questão

Ninja lembra que o ‘x da questão’ foi falar para o Major Eder levar os ‘meninos do Tático (Pelotão de Patrulhamento Tático, o PPT)’ que estariam de serviço ao casamento.

“Falamos para eles estarem presentes na cerimônia e também para jantarem conosco. O Major Eder ainda frisou que se eles tivessem ocorrência sairiam do local para atender a demanda. Eu fui militar, meu pai também, então sei como procede. Foi isso que aconteceu. Eles estavam conversando comigo e vieram juntos, atrás de mim, quando eu entrei. Eles tiraram fotos com as crianças, abrilhantaram muito o casamento. Não houve nada de fins políticos ou para barganhar votos para a Juliethe, nada a ver isso que estão dizendo”, acrescenta.

O ex-lutador comenta ainda que não convidaram o prefeito Fabrício Oliveira e o presidente da Câmara de Vereadores, Omar Tomalih, porque eles não integram o círculo íntimo de amigos deles.

“Foi uma celebração do amor que nutrimos um pelo outro, não era algo político. Temos carinho pelos dois, mas não somos amigos íntimos. Não nos importamos com o que as pessoas estão dizendo, o que importa é o nosso amor. Já tentaram nos derrubar, mas o que Deus une o homem não separa. Ninguém chuta cachorro morto”, afirma.

O casal pretende viajar em lua de mel somente quando a Câmara entrar em recesso, pois a prioridade agora, segundo Ninja, é auxiliar ‘os meninos da PM’, para que eles não sofram por algo que não fizeram.

“Não abandonamos os nossos, a Juliethe também tem as demandas dela na Câmara, quando acontecer o recesso vamos pensar em viajar”, diz.

“Pessoas pequenas se importam com coisas pequenas”

Juliethe comenta que possui vários amigos agentes de segurança e da guarda armada e que essa é uma bandeira que levanta como vereadora.

“Tanto que no meu Instagram tem fotos minhas atirando, meu avô foi da Marinha, nunca escondi esse meu apreço. Todos sabem que votei no Bolsonaro também”, diz.

Sobre o casamento, ela diz que chamaram amigos da corporação, e que em nenhum momento exigiram nada, como a entrada junto de Juliano que foi comparada com uma escolta.

“Já aconteceu de vereadores serem escoltados e ninguém nunca comentou a respeito, policiais também vão a outras festas e inclusive divulgam isso, como na ocasião em que foram até a secretaria do Idoso e interagiram com as idosas, e também estavam em horário de serviço. Não quero apontar o que a PM faz, mas é algo muito normal”, acrescenta.

Assim como Juliano citou, Juliethe comenta que o casamento foi intimista, e que não quiseram fazer ‘um palanque político’, por isso nenhum vereador foi convidado.

O Omar e o prefeito sabem do carinho que tenho por eles, mas optamos por selecionar pessoas que fazem parte das nossas vidas e não só de momento”.

 

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