Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Geral
Bem Estar da Família: programa de Balneário pode virar política pública nacional

Quarta, 19/6/2019 14:43.
Renata Rutes
Christina e a equipe que prepara o projeto

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 Foi iniciado na tarde de ontem (18), em reunião na futura sede da secretaria de Inclusão Social, o projeto piloto do programa Bem Estar da Família, uma ideia da secretária Christina Barichello. O encontro contou com participantes da Organização Panamericana da Saúde (OPAS) e representantes do Governo Federal, que estão em Balneário Camboriú desde segunda-feira, para conhecer mais sobre as propostas e auxiliar o Governo Municipal a executar o projeto, que focará no desenvolvimento de 200 famílias em estado de vulnerabilidade do Bairro dos Municípios.

A secretária Christina conta que o objetivo principal do Bem Estar da Família é identificar as demandas oprimidas de famílias do município, atendendo a todos, desde recém-nascidos até os idosos. Um exemplo citado na reunião foi o caso de menores infratores, que podem ter pais envolvidos com o crime e mais com depressão. Tudo isso precisa e será analisado.

“Balneário já trabalha com o olhar para a família. Queremos mostrar que o indivíduo é de todas as pastas, desde Segurança, como Educação, Saúde, Cultura, Meio Ambiente, Esporte e Inclusão. O Municípios foi escolhido por abrigar essas famílias mais carentes e por estar próximo de locais como o NAI, PAI e o Hospital Ruth Cardoso”, diz.

A ideia inicial é que o Governo Federal assessore o projeto piloto por seis meses. Se der resultado, ele pode se tornar uma política pública e acontecer em todo o país.

“Balneário não tem problemas que outras cidades têm, mas possui tráfico de drogas e violência, por exemplo. Isso afeta todos os lugares. Não é só um olhar econômico e sim psicossocial”, acrescenta a secretária.

A pediatra e consultora nacional do OPAS, Tatiana Coimbra, lembra que o prazo para que cada família permaneça no programa pode variar e que isso não é o ponto principal, já que o foco será ajudá-las a sair da situação de vulnerabilidade e melhorar a qualidade de vida como um todo.

“O objetivo é exatamente somar forças, não é somente um programa de assistência social. É uma integração intersetorial”, comenta.

A consultora técnica para o envelhecimento, também do OPAS, Carla Lisboa, diz que a Organização trabalha exatamente com essa proposta, focando em toda a família.

“A criança pode fortalecer os laços. Estamos com boas expectativas. Balneário Camboriú é participativa e podemos estar criando aqui algo que pode ajudar o Brasil inteiro”, salienta.

 


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Página 3
Renata Rutes
Christina e a equipe que prepara o projeto
Christina e a equipe que prepara o projeto

Bem Estar da Família: programa de Balneário pode virar política pública nacional

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Quarta, 19/6/2019 14:43.

 Foi iniciado na tarde de ontem (18), em reunião na futura sede da secretaria de Inclusão Social, o projeto piloto do programa Bem Estar da Família, uma ideia da secretária Christina Barichello. O encontro contou com participantes da Organização Panamericana da Saúde (OPAS) e representantes do Governo Federal, que estão em Balneário Camboriú desde segunda-feira, para conhecer mais sobre as propostas e auxiliar o Governo Municipal a executar o projeto, que focará no desenvolvimento de 200 famílias em estado de vulnerabilidade do Bairro dos Municípios.

A secretária Christina conta que o objetivo principal do Bem Estar da Família é identificar as demandas oprimidas de famílias do município, atendendo a todos, desde recém-nascidos até os idosos. Um exemplo citado na reunião foi o caso de menores infratores, que podem ter pais envolvidos com o crime e mais com depressão. Tudo isso precisa e será analisado.

“Balneário já trabalha com o olhar para a família. Queremos mostrar que o indivíduo é de todas as pastas, desde Segurança, como Educação, Saúde, Cultura, Meio Ambiente, Esporte e Inclusão. O Municípios foi escolhido por abrigar essas famílias mais carentes e por estar próximo de locais como o NAI, PAI e o Hospital Ruth Cardoso”, diz.

A ideia inicial é que o Governo Federal assessore o projeto piloto por seis meses. Se der resultado, ele pode se tornar uma política pública e acontecer em todo o país.

“Balneário não tem problemas que outras cidades têm, mas possui tráfico de drogas e violência, por exemplo. Isso afeta todos os lugares. Não é só um olhar econômico e sim psicossocial”, acrescenta a secretária.

A pediatra e consultora nacional do OPAS, Tatiana Coimbra, lembra que o prazo para que cada família permaneça no programa pode variar e que isso não é o ponto principal, já que o foco será ajudá-las a sair da situação de vulnerabilidade e melhorar a qualidade de vida como um todo.

“O objetivo é exatamente somar forças, não é somente um programa de assistência social. É uma integração intersetorial”, comenta.

A consultora técnica para o envelhecimento, também do OPAS, Carla Lisboa, diz que a Organização trabalha exatamente com essa proposta, focando em toda a família.

“A criança pode fortalecer os laços. Estamos com boas expectativas. Balneário Camboriú é participativa e podemos estar criando aqui algo que pode ajudar o Brasil inteiro”, salienta.

 


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