Jornal Página 3

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Resgate Social internou 100 pessoas em situação de rua nesse ano em BC
Divulgação
Equipe do Resgate Social com o 100º morador de rua internado em clínica de reabilitação nesse ano

Quinta, 13/6/2019 11:44.

O Resgate Social, através da Casa de Passagem, realizou ontem (12) a centésima internação em clínica de reabilitação de um homem que estava vivendo nas ruas de Balneário Camboriú. As internações, que são voluntárias, acontecem em parceria com clínicas em todo o Estado e também através de vagas do governo federal e estadual. 30% dos internados em 2019 desistiram do tratamento, mas não retornaram para Balneário.

O coordenador da Casa de Passagem, que funciona como um ‘albergue’ para os andarilhos que vivem e/ou passam por Balneário, Thiago Pacheco, explica que as 100 internações foram todas realizadas pela secretaria de Inclusão Social, fora as vagas que a prefeitura tem na clínica Viver Livre, de Camboriú.

“Não as contabilizamos porque são através da secretaria de Saúde, pelo CAPS AD”, diz.

As comunidades terapêuticas que recebem andarilhos que estavam em Balneário são de cidades como Itapema, Brusque, Guabiruba, Ilhota, Gaspar, Penha, Piçarras, Joinville, Araquari, São Francisco do Sul, Palhoça e Imbituba.

25% das internações realizadas foram para moradores da cidade ou que já estavam por aqui há mais de um ano. Os outros 75% são migrantes que estavam há menos tempo na cidade. Dos 100 internados, nove são mulheres.

“Isso acontece porque há mais homens vivendo nas ruas. O vício é predominantemente em álcool e crack. Dessas pessoas, 30% eram viciadas há longo tempo. O restante diz usar as drogas há cerca de dois anos. A motivação é normalmente por perdas da vida, como problemas na família ou divórcio, por exemplo”, salienta Thiago.

A porcentagem de desistência, que foi informada à secretaria, chegou a 30%. Porém, segundo o coordenador, essas pessoas não voltaram para Balneário Camboriú. Por conta da internação acontecer em outras cidades mais distantes elas acabam ficando pela região.

“Não sabemos o que acontece com elas. O tratamento dura entre seis meses e um ano, então a maioria continua nas clínicas. Para nós é gratificante, porque a pessoa deixa as ruas e também a dependência química. É o primeiro passo para a nova vida, e para conseguir isso eles precisam se recuperar totalmente e somente conseguem com a internação. Tudo isso que estamos fazendo faz parte do plano do prefeito Fabrício Oliveira, um serviço humanizado, que oportuniza um recomeço para essas pessoas”, explica.

Para Balneário, de acordo com Thiago, não há custo algum, já que as vagas são ofertadas pelo governo federal ou estadual (através do Programa Reviver). Há ainda articulações com a sociedade civil, que através de associações conseguem doações de roupas, mantimentos e objetos de higiene pessoal, que são encaminhados para as clínicas parceiras.

“Deixamos isso para eles e é uma forma de agradecermos, mas é tudo através da população de Balneário, nenhum gasto vem do governo municipal”, afirma. 

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Resgate Social internou 100 pessoas em situação de rua nesse ano em BC

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Equipe do Resgate Social com o 100º morador de rua internado em clínica de reabilitação nesse ano

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Quinta, 13/6/2019 11:44.

O Resgate Social, através da Casa de Passagem, realizou ontem (12) a centésima internação em clínica de reabilitação de um homem que estava vivendo nas ruas de Balneário Camboriú. As internações, que são voluntárias, acontecem em parceria com clínicas em todo o Estado e também através de vagas do governo federal e estadual. 30% dos internados em 2019 desistiram do tratamento, mas não retornaram para Balneário.

O coordenador da Casa de Passagem, que funciona como um ‘albergue’ para os andarilhos que vivem e/ou passam por Balneário, Thiago Pacheco, explica que as 100 internações foram todas realizadas pela secretaria de Inclusão Social, fora as vagas que a prefeitura tem na clínica Viver Livre, de Camboriú.

“Não as contabilizamos porque são através da secretaria de Saúde, pelo CAPS AD”, diz.

As comunidades terapêuticas que recebem andarilhos que estavam em Balneário são de cidades como Itapema, Brusque, Guabiruba, Ilhota, Gaspar, Penha, Piçarras, Joinville, Araquari, São Francisco do Sul, Palhoça e Imbituba.

25% das internações realizadas foram para moradores da cidade ou que já estavam por aqui há mais de um ano. Os outros 75% são migrantes que estavam há menos tempo na cidade. Dos 100 internados, nove são mulheres.

“Isso acontece porque há mais homens vivendo nas ruas. O vício é predominantemente em álcool e crack. Dessas pessoas, 30% eram viciadas há longo tempo. O restante diz usar as drogas há cerca de dois anos. A motivação é normalmente por perdas da vida, como problemas na família ou divórcio, por exemplo”, salienta Thiago.

A porcentagem de desistência, que foi informada à secretaria, chegou a 30%. Porém, segundo o coordenador, essas pessoas não voltaram para Balneário Camboriú. Por conta da internação acontecer em outras cidades mais distantes elas acabam ficando pela região.

“Não sabemos o que acontece com elas. O tratamento dura entre seis meses e um ano, então a maioria continua nas clínicas. Para nós é gratificante, porque a pessoa deixa as ruas e também a dependência química. É o primeiro passo para a nova vida, e para conseguir isso eles precisam se recuperar totalmente e somente conseguem com a internação. Tudo isso que estamos fazendo faz parte do plano do prefeito Fabrício Oliveira, um serviço humanizado, que oportuniza um recomeço para essas pessoas”, explica.

Para Balneário, de acordo com Thiago, não há custo algum, já que as vagas são ofertadas pelo governo federal ou estadual (através do Programa Reviver). Há ainda articulações com a sociedade civil, que através de associações conseguem doações de roupas, mantimentos e objetos de higiene pessoal, que são encaminhados para as clínicas parceiras.

“Deixamos isso para eles e é uma forma de agradecermos, mas é tudo através da população de Balneário, nenhum gasto vem do governo municipal”, afirma. 

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