Jornal Página 3

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Correção: reforma na Câmara de Vereadores tem 30% em aditivos
Reprodução.
Desenho de como ficaria a Câmara após a reforma.

Terça, 19/2/2019 6:23.

A reforma da fachada, do estacionamento e outras áreas externas da Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú que deveria custar R$ 969.600,77 sofreu aditivos e supressões de preço. O valor atual está em R$ 1.263.711,53.

Esses aditivos aparecem no portal de transparência de contratos que o Tribunal de Contas do Estado disponibiliza à população.

O valor em aditivos é suspeito, indica a possibilidade da vencedora da licitação oferecer preço mais baixo do que as concorrentes e depois acertar os reajustes.

O contrato da construção foi assinado em agosto e já no mês seguinte iniciaram os aditivos.

A obra foi contratada pela administração anterior da Câmara, presidida pelo vereador Roberto Souza Jr.

Ele disse ao Página 3 que o projeto, doado pela Avantis, não contemplava itens que foram aditivados.

Segundo ele, alguns materiais foram suprimidos e substituídos visando economia.    

A reforma está paralisada porque o novo presidente, Omar Tomalih, divulgou na semana passada que não dará continuidade enquanto não contratar um engenheiro para avaliar o trabalho..

A construtora contratada pela Câmara é a Igesa Engenharia Ltda. Seu diretor, Guilherme Guimarães, admitiu em depoimento ao Ministério Público que sua empresa era sócia oculta na construção da Passarela da Barra e pagava propina a agentes públicos durante o governo Edson Piriquito.

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Página 3

Correção: reforma na Câmara de Vereadores tem 30% em aditivos

Reprodução.
Desenho de como ficaria a Câmara após a reforma.
Desenho de como ficaria a Câmara após a reforma.

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Terça, 19/2/2019 6:23.

A reforma da fachada, do estacionamento e outras áreas externas da Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú que deveria custar R$ 969.600,77 sofreu aditivos e supressões de preço. O valor atual está em R$ 1.263.711,53.

Esses aditivos aparecem no portal de transparência de contratos que o Tribunal de Contas do Estado disponibiliza à população.

O valor em aditivos é suspeito, indica a possibilidade da vencedora da licitação oferecer preço mais baixo do que as concorrentes e depois acertar os reajustes.

O contrato da construção foi assinado em agosto e já no mês seguinte iniciaram os aditivos.

A obra foi contratada pela administração anterior da Câmara, presidida pelo vereador Roberto Souza Jr.

Ele disse ao Página 3 que o projeto, doado pela Avantis, não contemplava itens que foram aditivados.

Segundo ele, alguns materiais foram suprimidos e substituídos visando economia.    

A reforma está paralisada porque o novo presidente, Omar Tomalih, divulgou na semana passada que não dará continuidade enquanto não contratar um engenheiro para avaliar o trabalho..

A construtora contratada pela Câmara é a Igesa Engenharia Ltda. Seu diretor, Guilherme Guimarães, admitiu em depoimento ao Ministério Público que sua empresa era sócia oculta na construção da Passarela da Barra e pagava propina a agentes públicos durante o governo Edson Piriquito.

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