Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Geral
Emasa quer usar biorremediador no canal do Marambaia

Produto não foi testado na prática

Quarta, 3/10/2018 8:44.
Celso Peixoto/PMBC
O canal sofre com poluição gerada também pela própria Emasa.

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Se o Instituto do Meio Ambiente (IMA, antiga Fatma), liberar, a Emasa pretende aplicar o biorremediador EM-1 no canal do Marambaia. O produto é fabricado na Bahia e não foi testado por técnicos daquela autarquia municipal.

Existem vários biorremediadores no mercado, normalmente eles são compostos por bactérias ou enzimas e nesse caso o objetivo é atacar moléculas do esgoto.

Consultado através da assessoria de imprensa, o diretor geral da Emasa, Douglas Bebber, informou que “o EM-1, é um composto de microorganismos de lactobacilos, leveduras e bactérias fototrópicas, que agem e se reproduzem tanto em meio aeróbico como em anaeróbico… os microorganismos se reproduzem se alimentando dos microorganismos nocivos e restabelece ou devolve as condições naturais ao rio”.

Três especialistas escutados pelo Página 3 explicaram não há garantia porque não foram realizados testes práticos, por isso a tendência é gastos maiores com resultados piores do que seria possível com mais planejamento.

Todos disseram que algum resultado esses produtos sempre apresentam, mesmo com aplicação mal planejada.

A Emasa informou que fará monitoramento do desempenho do produto após sua aplicação.

Há um ano e meio a autarquia procura uma forma de dar alguma satisfação ao grupo de moradores que exige providências acerca da poluição do canal do Marambaia e a proposta da vez é o biorremediador.

As soluções propostas até agora são paliativas, não atacam a origem do problema que é a contaminação do canal do Marambaia, causada em grande parte pela própria Emasa.


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Página 3
Celso Peixoto/PMBC
O canal sofre com poluição gerada também pela própria Emasa.
O canal sofre com poluição gerada também pela própria Emasa.

Emasa quer usar biorremediador no canal do Marambaia

Produto não foi testado na prática

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Quarta, 3/10/2018 8:44.

Se o Instituto do Meio Ambiente (IMA, antiga Fatma), liberar, a Emasa pretende aplicar o biorremediador EM-1 no canal do Marambaia. O produto é fabricado na Bahia e não foi testado por técnicos daquela autarquia municipal.

Existem vários biorremediadores no mercado, normalmente eles são compostos por bactérias ou enzimas e nesse caso o objetivo é atacar moléculas do esgoto.

Consultado através da assessoria de imprensa, o diretor geral da Emasa, Douglas Bebber, informou que “o EM-1, é um composto de microorganismos de lactobacilos, leveduras e bactérias fototrópicas, que agem e se reproduzem tanto em meio aeróbico como em anaeróbico… os microorganismos se reproduzem se alimentando dos microorganismos nocivos e restabelece ou devolve as condições naturais ao rio”.

Três especialistas escutados pelo Página 3 explicaram não há garantia porque não foram realizados testes práticos, por isso a tendência é gastos maiores com resultados piores do que seria possível com mais planejamento.

Todos disseram que algum resultado esses produtos sempre apresentam, mesmo com aplicação mal planejada.

A Emasa informou que fará monitoramento do desempenho do produto após sua aplicação.

Há um ano e meio a autarquia procura uma forma de dar alguma satisfação ao grupo de moradores que exige providências acerca da poluição do canal do Marambaia e a proposta da vez é o biorremediador.

As soluções propostas até agora são paliativas, não atacam a origem do problema que é a contaminação do canal do Marambaia, causada em grande parte pela própria Emasa.


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