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Playboy cita restrição a nudez e escândalo e deixa o Facebook

Quinta, 29/3/2018 6:35.

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, (FOLHAPRESS) - A revista Playboy anunciou que deixará o Facebook. Entre os motivos, estão as restrições da rede social à publicação de fotos contendo nudez e o vazamento de dados pessoais de usuários.
"

Mais de 25 milhões de fãs se relacionam com a Playboy a partir de nossas páginas, e não queremos ser cúmplices os expondo às práticas que vêm sendo reportadas", disse a Playboy Enterprises em comunicado.

A descoberta de que informações pessoais de 50 milhões de usuários do Facebook foram acessadas pela consultoria Cambridge Analytica colocou a rede no centro de uma crise mundial.

A Playboy disse que a decisão ocorre depois de anos em que a publicação teve dificuldades para expressar seus valores na rede.
Cooper Hefner, diretor de criação da revista e filho do fundador, Hugh Hefner chamando o Facebook de empresa de sexualmente repressiva.

De acordo com ele, a rede contraria os valores da publicação, tanto nas regras que definem o conteúdo aceito como em suas políticas corporativas. "As diretrizes de conteúdo e políticas corporativas do Facebook seguem contradizendo nossos valores. Tentamos criar nossa voz na plataforma, que, em nossa opinião, continua a ser sexualmente repressiva."

Segundo o site Nieman Lab, especializado em notícias sobre a imprensa, só serão desativadas as contas gerenciadas diretamente pela Playboy Enterprises, o que significa que a maioria das páginas da Playboy de fora dos EUA poderá seguir ativa.

A reportagem entrou em contato com a Playboy brasileira, mas não houve reposta até a conclusão desta edição.

Em fevereiro, a Folha de S.Paulo decidiu não publicar novos conteúdos no Facebook, após a rede implantar mudanças para priorizar conteúdo produzido por amigos, em detrimento do publicado por veículos de comunicação.


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Playboy cita restrição a nudez e escândalo e deixa o Facebook

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Quinta, 29/3/2018 6:35.

, (FOLHAPRESS) - A revista Playboy anunciou que deixará o Facebook. Entre os motivos, estão as restrições da rede social à publicação de fotos contendo nudez e o vazamento de dados pessoais de usuários.
"

Mais de 25 milhões de fãs se relacionam com a Playboy a partir de nossas páginas, e não queremos ser cúmplices os expondo às práticas que vêm sendo reportadas", disse a Playboy Enterprises em comunicado.

A descoberta de que informações pessoais de 50 milhões de usuários do Facebook foram acessadas pela consultoria Cambridge Analytica colocou a rede no centro de uma crise mundial.

A Playboy disse que a decisão ocorre depois de anos em que a publicação teve dificuldades para expressar seus valores na rede.
Cooper Hefner, diretor de criação da revista e filho do fundador, Hugh Hefner chamando o Facebook de empresa de sexualmente repressiva.

De acordo com ele, a rede contraria os valores da publicação, tanto nas regras que definem o conteúdo aceito como em suas políticas corporativas. "As diretrizes de conteúdo e políticas corporativas do Facebook seguem contradizendo nossos valores. Tentamos criar nossa voz na plataforma, que, em nossa opinião, continua a ser sexualmente repressiva."

Segundo o site Nieman Lab, especializado em notícias sobre a imprensa, só serão desativadas as contas gerenciadas diretamente pela Playboy Enterprises, o que significa que a maioria das páginas da Playboy de fora dos EUA poderá seguir ativa.

A reportagem entrou em contato com a Playboy brasileira, mas não houve reposta até a conclusão desta edição.

Em fevereiro, a Folha de S.Paulo decidiu não publicar novos conteúdos no Facebook, após a rede implantar mudanças para priorizar conteúdo produzido por amigos, em detrimento do publicado por veículos de comunicação.


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