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PÁGINA 3 / Geral
Fórum da Sociedade Civil Organizada quer mais voz ativa às entidades junto ao poder público

Terça, 27/3/2018 10:37.
Divulgação.

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(Luciana Zonta) - A necessidade de opinar e ser mais ouvido pelo poder público municipal motivou entidades da sociedade civil de Balneário Camboriú a criarem o Fórum Permanente da Sociedade Civil Organizada.

O objetivo é ganhar força e espaço para discutir assuntos prioritários de interesse da população, a exemplo do modelo ideal para o estacionamento rotativo para o município ou o destino de uma das áreas mais nobres da região central da cidade que vem sendo pleiteada exclusivamente por uma grande rede de departamentos.

Em reunião na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), participaram representantes da OAB – Subseção de Balneário Camboriú, CDL, Sindicato do Comércio Varejista e Atacadista de Balneário Camboriú e Camboriú (Sindilojas), Associação Empresarial de Balneário Camboriú (Acibalc), Sindicato dos Contabilistas (Sindicont), Sindicato dos Trabalhadores na Construção (Sindcon), Associação de Micros e Pequenas Empresas (Ampe), Convention & Visitors Bureau, Conselho Municipal de Turismo (Comtur) e Instituto de Desenvolvimento e Integração Ambiental (Idea).

A reunião foi convocada pela diretoria da CDL, entidade que defende a união de forças na defesa dos interesses da cidade. “Queremos unificar a nossa voz. Também vemos a necessidade do poder público valorizar melhor os conselhos, com mais participação da sociedade civil nas decisões”, diz.

De acordo com o arquiteto Ênio Faquetti, Balneário Camboriú precisa passar por um choque de planejamento urbano. Segundo ele, ao longo dos anos, o que se percebe é um “constrói e desmancha” sem qualquer tipo de planejamento.

Para a presidente do Comtur, Dirce Fistarol, uma cidade boa tem que ter equilíbrio, principalmente na definição de estabelecimentos comerciais de grande porte, pois eles acabam sufocando o comércio pequeno já estabelecido.

Um dos assuntos vem vendo acompanhado de perto pelas entidades participantes é o projeto que prevê a construção de uma grande loja de departamentos em uma área de interesse público.

“Queremos que aquela área seja reservada para um destino mais amplo e coletivo, como é o projeto da Praça do Cidadão que prevê um complexo de múltiplo uso, incluindo a futura sede da prefeitura.”, completa Eliane.

De acordo com o presidente da Acibalc, Augusto Muchem, a união de forças é muito importante para a construção e debate de uma cidade sustentável para todos. “Não devemos impor barreiras às empresas que aqui chegam, mas não concordo que empresários de fora (de Balneário Camboriú) tenham tratamento diferenciado do empresário local”, enfatizou Augusto.

Para o presidente da AMPE, Nivaldo Santos, as autoridades constituídas precisam demonstrar respeito pelas empresas estabelecidas no município e dar a elas o mesmo tratamento de quem busca se instalar aqui.

Outra questão é o debate em torno da implantação do novo sistema de estacionamento rotativo em que as entidades fazem questão de ajudar a decidir sobre o melhor modelo. Durante a reunião, o presidente da OAB, presidente Juliano Mandelli, disse que a Ordem está à disposição das entidades para discutir projetos que são de interesse comum.

O advogado também se comprometeu em acionar as comissões Temáticas e de Meio Ambiente da OAB-BC para debaterem o projeto de construção de nova unidade de uma grande loja de departamentos que será tema de uma audiciência pública programada para o dia 9 de abril na Câmara de Vereadores.


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Fórum da Sociedade Civil Organizada quer mais voz ativa às entidades junto ao poder público

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Terça, 27/3/2018 10:37.

(Luciana Zonta) - A necessidade de opinar e ser mais ouvido pelo poder público municipal motivou entidades da sociedade civil de Balneário Camboriú a criarem o Fórum Permanente da Sociedade Civil Organizada.

O objetivo é ganhar força e espaço para discutir assuntos prioritários de interesse da população, a exemplo do modelo ideal para o estacionamento rotativo para o município ou o destino de uma das áreas mais nobres da região central da cidade que vem sendo pleiteada exclusivamente por uma grande rede de departamentos.

Em reunião na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), participaram representantes da OAB – Subseção de Balneário Camboriú, CDL, Sindicato do Comércio Varejista e Atacadista de Balneário Camboriú e Camboriú (Sindilojas), Associação Empresarial de Balneário Camboriú (Acibalc), Sindicato dos Contabilistas (Sindicont), Sindicato dos Trabalhadores na Construção (Sindcon), Associação de Micros e Pequenas Empresas (Ampe), Convention & Visitors Bureau, Conselho Municipal de Turismo (Comtur) e Instituto de Desenvolvimento e Integração Ambiental (Idea).

A reunião foi convocada pela diretoria da CDL, entidade que defende a união de forças na defesa dos interesses da cidade. “Queremos unificar a nossa voz. Também vemos a necessidade do poder público valorizar melhor os conselhos, com mais participação da sociedade civil nas decisões”, diz.

De acordo com o arquiteto Ênio Faquetti, Balneário Camboriú precisa passar por um choque de planejamento urbano. Segundo ele, ao longo dos anos, o que se percebe é um “constrói e desmancha” sem qualquer tipo de planejamento.

Para a presidente do Comtur, Dirce Fistarol, uma cidade boa tem que ter equilíbrio, principalmente na definição de estabelecimentos comerciais de grande porte, pois eles acabam sufocando o comércio pequeno já estabelecido.

Um dos assuntos vem vendo acompanhado de perto pelas entidades participantes é o projeto que prevê a construção de uma grande loja de departamentos em uma área de interesse público.

“Queremos que aquela área seja reservada para um destino mais amplo e coletivo, como é o projeto da Praça do Cidadão que prevê um complexo de múltiplo uso, incluindo a futura sede da prefeitura.”, completa Eliane.

De acordo com o presidente da Acibalc, Augusto Muchem, a união de forças é muito importante para a construção e debate de uma cidade sustentável para todos. “Não devemos impor barreiras às empresas que aqui chegam, mas não concordo que empresários de fora (de Balneário Camboriú) tenham tratamento diferenciado do empresário local”, enfatizou Augusto.

Para o presidente da AMPE, Nivaldo Santos, as autoridades constituídas precisam demonstrar respeito pelas empresas estabelecidas no município e dar a elas o mesmo tratamento de quem busca se instalar aqui.

Outra questão é o debate em torno da implantação do novo sistema de estacionamento rotativo em que as entidades fazem questão de ajudar a decidir sobre o melhor modelo. Durante a reunião, o presidente da OAB, presidente Juliano Mandelli, disse que a Ordem está à disposição das entidades para discutir projetos que são de interesse comum.

O advogado também se comprometeu em acionar as comissões Temáticas e de Meio Ambiente da OAB-BC para debaterem o projeto de construção de nova unidade de uma grande loja de departamentos que será tema de uma audiciência pública programada para o dia 9 de abril na Câmara de Vereadores.


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