Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Geral
Jornal argentino diz que Balneário Camboriú é a Dubai do Brasil

Matéria simpática à cidade foi publicada neste domingo

Segunda, 8/1/2018 14:14.
Reprodução/Divulgação.

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No mesmo domingo (7) em que o programa “Fantástico” comparou a cidade com Dubai, o bilionário emirado no Golfo Pérsico, o jornal argentino La Nación estampou em sua seção de turismo: “Camboriú, la Dubai de Brasil”.

O jornalista Aníbal Mendoza pesquisou bem o assunto. Conta como no passado os argentinos foram importantes para o desenvolvimento imobiliário de Balneário Camboriú.

Estimativas da época indicavam que argentinos possuíam de 5% a a10% dos apartamentos porque em muitas ocasiões era mais barato para um aposentado de lá viver aqui.

Sobre isso escreveu o repórter: “A ilusão durou mais de uma década até que a economia da região aquecida pelo reinvestimento imobiliário, desencorajasse a permanência por custos de manutenção, impostos e novos ciclos de acumulação. A praia, afinal, encontrou novos pretendentes. No entanto, a invasão deixou um legado cultural para a posteridade: as bancas de churros, encarnavam a cada vinte metros ao longo do corredor de Playa Central. Com doce de leite, mesmo e alguma outra inovação local”.

A reportagem, extremamente simpática à cidade, pode ser lida aqui na íntegra.


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Página 3
Reprodução/Divulgação.

Jornal argentino diz que Balneário Camboriú é a Dubai do Brasil

Matéria simpática à cidade foi publicada neste domingo

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Segunda, 8/1/2018 14:14.

No mesmo domingo (7) em que o programa “Fantástico” comparou a cidade com Dubai, o bilionário emirado no Golfo Pérsico, o jornal argentino La Nación estampou em sua seção de turismo: “Camboriú, la Dubai de Brasil”.

O jornalista Aníbal Mendoza pesquisou bem o assunto. Conta como no passado os argentinos foram importantes para o desenvolvimento imobiliário de Balneário Camboriú.

Estimativas da época indicavam que argentinos possuíam de 5% a a10% dos apartamentos porque em muitas ocasiões era mais barato para um aposentado de lá viver aqui.

Sobre isso escreveu o repórter: “A ilusão durou mais de uma década até que a economia da região aquecida pelo reinvestimento imobiliário, desencorajasse a permanência por custos de manutenção, impostos e novos ciclos de acumulação. A praia, afinal, encontrou novos pretendentes. No entanto, a invasão deixou um legado cultural para a posteridade: as bancas de churros, encarnavam a cada vinte metros ao longo do corredor de Playa Central. Com doce de leite, mesmo e alguma outra inovação local”.

A reportagem, extremamente simpática à cidade, pode ser lida aqui na íntegra.


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