Jornal Página 3

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Inflação para famílias de baixa renda fecha 2016 em 6,22%

Quinta, 5/1/2017 10:14.

(FOLHAPRESS) - O IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1), que mede a inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, fechou 2016 com uma taxa de 6,22%. A taxa é inferior aos 11,52% de 2015, segundo dados divulgados nesta quinta (5) pela FGV (Fundação Getulio Vargas). As informações são da Agência Brasil.

O IPC-C1 ficou, no entanto, acima dos 6,18% registrados pelo IPC-BR (Índice de Preços ao Consumidor - Brasil), que mede a inflação para todas as faixas de renda.

Entre os grupos de despesas analisados pelo IPC-C1, as maiores taxas de inflação de 2016 vieram de despesas diversas (11,21%), saúde e cuidados pessoais (9,73%) e educação, leitura e recreação (8,88%).

Os alimentos tiveram inflação de 7,1% e os transportes, de 7,8%. As menores taxas foram observadas em habitação (2,9%), comunicação (3,1%) e vestuário (3,59%). 

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade



Publicidade


Publicidade


Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade

Página 3

Inflação para famílias de baixa renda fecha 2016 em 6,22%

Quinta, 5/1/2017 10:14.

(FOLHAPRESS) - O IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1), que mede a inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, fechou 2016 com uma taxa de 6,22%. A taxa é inferior aos 11,52% de 2015, segundo dados divulgados nesta quinta (5) pela FGV (Fundação Getulio Vargas). As informações são da Agência Brasil.

O IPC-C1 ficou, no entanto, acima dos 6,18% registrados pelo IPC-BR (Índice de Preços ao Consumidor - Brasil), que mede a inflação para todas as faixas de renda.

Entre os grupos de despesas analisados pelo IPC-C1, as maiores taxas de inflação de 2016 vieram de despesas diversas (11,21%), saúde e cuidados pessoais (9,73%) e educação, leitura e recreação (8,88%).

Os alimentos tiveram inflação de 7,1% e os transportes, de 7,8%. As menores taxas foram observadas em habitação (2,9%), comunicação (3,1%) e vestuário (3,59%). 

Publicidade

Publicidade