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Prefeitura cria comissão para fiscalizar e diagnosticar ocupações irregulares
Renata Furlanetto.
Prefeito e assessores montando estratégia contra invasões.

Quarta, 4/1/2017 12:10.

As invasões e ocupações clandestinas foram discutidas e visualizadas em um mapa apresentado ao prefeito Fabrício Oliveira, em reunião realizada nesta quarta-feira, com os secretários Edson Kratz (Planejamento/Obras), Gabriel Castanheira (Segurança), Luiz Henrique Gevaerd (Meio Ambiente) e o presidente da Emasa, Carlos Haacke.

Prefeito e secretários reunidos (Renata Furlanetto).

Nesta quinta-feira será formada uma comissão que vai tratar especificamente deste assunto, que requer urgência. O primeiro passo será fazer um plano de ação, com fiscalização diária. Depois, um diagnóstico sócio ambiental destas comunidades e procurar os projetos que estão alinhados com aquele problema e por último, propor políticas públicas, como geração de empregos, para evitar que estas famílias continuem praticando esse tipo de ocupação.

A prefeitura divulgou que atualmente são 34 pontos espalhados pelo município. O secretário de Planejamento/Obras Edson Kratz explicou que uma única casa construída irregularmente, é considerada um desses pontos. “Uma casa exige uma ação, porque amanhã serão 10”, disse.

Mas entre estas 34 apontadas tem as consolidadas, tem algumas em fase inicial que não podem continuar, tem outras já com poder paralelo, mas também tem as ocupações em encostas e morros por pessoas de classe média/alta. “Cada uma tem característica muito peculiar”, resumiu Kratz.

As que mais preocupam no momento, porque trazem insegurança social, estão no bairro Nações (nos fundos da Rua Itália); o Jardim Denise (Nova Esperança), o Morro da Pedreira (Barra), que cresceu muito e a mais grave de todas, a do São Judas, onde já vivem mais de 300 famílias. “Requer uma ação de governo e um somatório de esforços”, afirmou o secretário.

A constatação ao final da reunião é que houve um aumento significativo de ocupações clandestinas. “O saldo é negativo. Por isso o governo precisa falar nisso já, é uma situação real que exige ação”, definiu Kratz.

O prefeito Fabrício anunciou que, além da Guarda Muinicipal, buscará apoio do Ministério Público, Judiciário, Polícia Militar e Civil e quer ajuda das associações de moradores. “Precisamos proteger as pessoas que lá vivem e conter a insegurança que gera para toda a cidade”, disse o prefeito. 

As fotos que ilustram esta matéria são de um loteamento clandestino, uma falcatrua imobiliária, no bairro São Judas. 

A invasão aconteceu sob as barbas de dois vereadores da região (Asinil Medeiros e Elizeu Pereira); Ministério Público, governo Edson Piriquito e judiciário já que decisões jurídicas foram descumpridas.

 

 

 

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Prefeitura cria comissão para fiscalizar e diagnosticar ocupações irregulares

Renata Furlanetto.
Prefeito e assessores montando estratégia contra invasões.
Prefeito e assessores montando estratégia contra invasões.
Quarta, 4/1/2017 12:10.

As invasões e ocupações clandestinas foram discutidas e visualizadas em um mapa apresentado ao prefeito Fabrício Oliveira, em reunião realizada nesta quarta-feira, com os secretários Edson Kratz (Planejamento/Obras), Gabriel Castanheira (Segurança), Luiz Henrique Gevaerd (Meio Ambiente) e o presidente da Emasa, Carlos Haacke.

Prefeito e secretários reunidos (Renata Furlanetto).

Nesta quinta-feira será formada uma comissão que vai tratar especificamente deste assunto, que requer urgência. O primeiro passo será fazer um plano de ação, com fiscalização diária. Depois, um diagnóstico sócio ambiental destas comunidades e procurar os projetos que estão alinhados com aquele problema e por último, propor políticas públicas, como geração de empregos, para evitar que estas famílias continuem praticando esse tipo de ocupação.

A prefeitura divulgou que atualmente são 34 pontos espalhados pelo município. O secretário de Planejamento/Obras Edson Kratz explicou que uma única casa construída irregularmente, é considerada um desses pontos. “Uma casa exige uma ação, porque amanhã serão 10”, disse.

Mas entre estas 34 apontadas tem as consolidadas, tem algumas em fase inicial que não podem continuar, tem outras já com poder paralelo, mas também tem as ocupações em encostas e morros por pessoas de classe média/alta. “Cada uma tem característica muito peculiar”, resumiu Kratz.

As que mais preocupam no momento, porque trazem insegurança social, estão no bairro Nações (nos fundos da Rua Itália); o Jardim Denise (Nova Esperança), o Morro da Pedreira (Barra), que cresceu muito e a mais grave de todas, a do São Judas, onde já vivem mais de 300 famílias. “Requer uma ação de governo e um somatório de esforços”, afirmou o secretário.

A constatação ao final da reunião é que houve um aumento significativo de ocupações clandestinas. “O saldo é negativo. Por isso o governo precisa falar nisso já, é uma situação real que exige ação”, definiu Kratz.

O prefeito Fabrício anunciou que, além da Guarda Muinicipal, buscará apoio do Ministério Público, Judiciário, Polícia Militar e Civil e quer ajuda das associações de moradores. “Precisamos proteger as pessoas que lá vivem e conter a insegurança que gera para toda a cidade”, disse o prefeito. 

As fotos que ilustram esta matéria são de um loteamento clandestino, uma falcatrua imobiliária, no bairro São Judas. 

A invasão aconteceu sob as barbas de dois vereadores da região (Asinil Medeiros e Elizeu Pereira); Ministério Público, governo Edson Piriquito e judiciário já que decisões jurídicas foram descumpridas.

 

 

 

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