Jornal Página 3

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Artigo: O poder de participação da sociedade civil no combate à corrupção
Reprodução
Lucas apresenta projeto voltado à transparência

Terça, 31/1/2017 5:39.

Por Lucas Gotardo

A classe política, por diversos motivos altamente compreensíveis como por exemplo os frequentes casos de corrupção e o descaso escancarado com o dinheiro do contribuinte, vive talvez uma de suas piores (se não a pior) fase de credibilidade perante a sociedade. E por aqui, a coisa aparenta estar ainda pior.

Um estudo apresentado com exclusividade pelo Estadão em 2016 revelou que o brasileiro é o povo que menos confia em seus políticos entre as grandes economias do mundo. Tal constatação faz parte de uma pesquisa da organização GfK Verein, que mediu a reputação de diferentes profissões no mundo em 27 países, envolvendo mais de 30 mil pesquisas.

Na condição de um representante natural da juventude na política e acima de tudo na condição de alguém que acredita no poder de transformação agregado à essa junção, sou bastante otimista quanto a reversão de tamanha instabilidade, a começar pela oxigenação e renovação dos quadros públicos, nadando contra o tradicionalismo, e claro, buscando sempre uma metodologia de atuação que vise aproximar a sociedade do processo como um todo.

Partindo dessa premissa, vale ressaltar que um Estado Democrático de Direito é aquele que se preocupa em instituir mecanismos e instâncias participativas em que haja espaço para o debate plural e para a coletiva tomada de decisões, sendo este o principal embasamento para meu primeiro projeto de lei (008/2017) apresentado à Câmara de Balneário Camboriú: a criação do Conselho Municipal de Transparência e Controle Social, na configuração de um órgão colegiado de caráter consultivo, propositivo, deliberativo e fiscalizador das políticas públicas voltadas à transparência e ao controle social do município.

E como isso funcionará? O Conselho, que será composto paritariamente entre governo e sociedade civil, ficará incumbido pela deliberação de diretrizes e sugestões ao poder público quanto a implementação de políticas públicas relacionadas à transparência e pelo fomento do controle social, monitorando a execução de metas e propondo ferramentas que aprimorem tais processos, dentre outras competências.

A proposta, que vai nitidamente ao encontro dos anseios da população, surge como uma interessante alternativa na condição de elemento aproximador entre governo e sociedade, atuando em prol do combate à corrupção e da gestão responsável, eficiente e participativa, dando ênfase àquilo que mais prezo no mandato: conectar pessoas através de boas ideias. Participe!

Projeto na íntegra.

Lucas é guarda-vidas civil, acadêmico de Administração Pública pela UDESC e o vereador mais  jovem por Balneário Camboriú.

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Cidade

Abastecimento continua ameaçado economize água


Justiça

Ele considera ilegal a lei municipal que permitiu o empreendimento 


Variedades

Escolha por voto popular contou com participação de sete mil pessoas


Rapidinhas


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Artigo: O poder de participação da sociedade civil no combate à corrupção

Reprodução
Lucas apresenta projeto voltado à transparência
Lucas apresenta projeto voltado à transparência
Terça, 31/1/2017 5:39.

Por Lucas Gotardo

A classe política, por diversos motivos altamente compreensíveis como por exemplo os frequentes casos de corrupção e o descaso escancarado com o dinheiro do contribuinte, vive talvez uma de suas piores (se não a pior) fase de credibilidade perante a sociedade. E por aqui, a coisa aparenta estar ainda pior.

Um estudo apresentado com exclusividade pelo Estadão em 2016 revelou que o brasileiro é o povo que menos confia em seus políticos entre as grandes economias do mundo. Tal constatação faz parte de uma pesquisa da organização GfK Verein, que mediu a reputação de diferentes profissões no mundo em 27 países, envolvendo mais de 30 mil pesquisas.

Na condição de um representante natural da juventude na política e acima de tudo na condição de alguém que acredita no poder de transformação agregado à essa junção, sou bastante otimista quanto a reversão de tamanha instabilidade, a começar pela oxigenação e renovação dos quadros públicos, nadando contra o tradicionalismo, e claro, buscando sempre uma metodologia de atuação que vise aproximar a sociedade do processo como um todo.

Partindo dessa premissa, vale ressaltar que um Estado Democrático de Direito é aquele que se preocupa em instituir mecanismos e instâncias participativas em que haja espaço para o debate plural e para a coletiva tomada de decisões, sendo este o principal embasamento para meu primeiro projeto de lei (008/2017) apresentado à Câmara de Balneário Camboriú: a criação do Conselho Municipal de Transparência e Controle Social, na configuração de um órgão colegiado de caráter consultivo, propositivo, deliberativo e fiscalizador das políticas públicas voltadas à transparência e ao controle social do município.

E como isso funcionará? O Conselho, que será composto paritariamente entre governo e sociedade civil, ficará incumbido pela deliberação de diretrizes e sugestões ao poder público quanto a implementação de políticas públicas relacionadas à transparência e pelo fomento do controle social, monitorando a execução de metas e propondo ferramentas que aprimorem tais processos, dentre outras competências.

A proposta, que vai nitidamente ao encontro dos anseios da população, surge como uma interessante alternativa na condição de elemento aproximador entre governo e sociedade, atuando em prol do combate à corrupção e da gestão responsável, eficiente e participativa, dando ênfase àquilo que mais prezo no mandato: conectar pessoas através de boas ideias. Participe!

Projeto na íntegra.

Lucas é guarda-vidas civil, acadêmico de Administração Pública pela UDESC e o vereador mais  jovem por Balneário Camboriú.

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