Jornal Página 3

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Administração de Balneário muda postura sobre casais homoafetivos
EBC.
Casais homoafetivos têm os mesmos direitos de outros casais.

Segunda, 23/1/2017 11:42.

A administração municipal de Balneário Camboriú deferiu na sexta-feira pedido de licença-casamento formulado por um funcionário que casou com outro homem.

É a primeira vez que isso ocorre na história da prefeitura local.

Até então a prática era dificultar ao máximo qualquer manifestação homoafetiva.

O ex-prefeito Edson Piriquito liderava a intolerância e em três ocasiões foi confrontado pelo Ministério Público devido a seu comportamento homofóbico.

Ele foi contra a participação de casal homoafetivo no Casamento Coletivo promovido pela prefeitura e atrapalhou de todas as formas paradas da diversidade.  

Se Piriquito tivesse usado a mesma energia para combater a corrupção talvez seu governo fosse mais bem sucedido.

O curioso é que a derrubada de atitudes homofóbicas -e ilegais- na administração de Balneário Camboriú se dá sob o mandato de um prefeito cuja religião é contra casamentos homoafetivos.

Desde 2011 o Superior Tribunal Federal (STF) reconhece as uniões homoafetivas.

Depois de casados em cartório os noivos ou noivas se tornam uma unidade familiar, com direitos semelhantes aos dos casais heterossexuais.

Por isso os casais homoafetivos têm direito à licença-casamento.

Em 2016, um total de 40 licenças-casamento foram deferidas para servidores da Prefeitura de Balneário Camboriú, porém todas eram para casais heterossexuais.

Para os funcionários efetivos de regime estatutário, comissionados e ACTs, a licença compreende oito dias e para celetistas, a licença é de três dias.

Waldemar Cezar Neto (JP3)/Caroline de Borba (PMBC)
 

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Administração de Balneário muda postura sobre casais homoafetivos

EBC.
Casais homoafetivos têm os mesmos direitos de outros casais.
Casais homoafetivos têm os mesmos direitos de outros casais.
Segunda, 23/1/2017 11:42.

A administração municipal de Balneário Camboriú deferiu na sexta-feira pedido de licença-casamento formulado por um funcionário que casou com outro homem.

É a primeira vez que isso ocorre na história da prefeitura local.

Até então a prática era dificultar ao máximo qualquer manifestação homoafetiva.

O ex-prefeito Edson Piriquito liderava a intolerância e em três ocasiões foi confrontado pelo Ministério Público devido a seu comportamento homofóbico.

Ele foi contra a participação de casal homoafetivo no Casamento Coletivo promovido pela prefeitura e atrapalhou de todas as formas paradas da diversidade.  

Se Piriquito tivesse usado a mesma energia para combater a corrupção talvez seu governo fosse mais bem sucedido.

O curioso é que a derrubada de atitudes homofóbicas -e ilegais- na administração de Balneário Camboriú se dá sob o mandato de um prefeito cuja religião é contra casamentos homoafetivos.

Desde 2011 o Superior Tribunal Federal (STF) reconhece as uniões homoafetivas.

Depois de casados em cartório os noivos ou noivas se tornam uma unidade familiar, com direitos semelhantes aos dos casais heterossexuais.

Por isso os casais homoafetivos têm direito à licença-casamento.

Em 2016, um total de 40 licenças-casamento foram deferidas para servidores da Prefeitura de Balneário Camboriú, porém todas eram para casais heterossexuais.

Para os funcionários efetivos de regime estatutário, comissionados e ACTs, a licença compreende oito dias e para celetistas, a licença é de três dias.

Waldemar Cezar Neto (JP3)/Caroline de Borba (PMBC)
 

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