Jornal Página 3

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Jaime Mantelli diz que negócio com imóvel não foi suspeito
Reprodução
Mantelli assinou a requisição de compra.

Domingo, 22/1/2017 9:15.

O jornal Página 3 recebeu a seguinte correspondência do ex-gestor do Fundo Municipal de Trânsito, Jaime Mantelli, a respeito de imóvel alugado em março de 2016, nunca ocupado e que para ser usado por aquele Fundo exigiria investimentos orçados em R$ 849.915,50, conforme solicitação de compra assinada pelo próprio Mantelli.

No texto Manteli não esclarece quem escolheu o referido imóvel para locação, se ele ou outro integrante do ex-governo.   

O texto é o seguinte:

"Ao Sr. Waldemar Cesar Neto
Diretor do Jornal Página 3.

Como não há assinatura a respeito da autoria do conteúdo publicado sob a manchete “Governo Piriquito Fez Negócio Suspeito e Milionário com Imóvel”, nos leva a concluir que é de Vossa Senhoria a autoria, por ser o Diretor do jornal em comento. Portanto, a quem devo me reportar.

Em face do publicado, esclarecemos:

1. A contratação deveu-se ao fato do prédio que hoje serve a Secretaria de Segurança, onde estão sediadas todas as ações administrativas e operacionais da Guarda Municipal, da própria Secretaria e do trânsito não mais comportar todas as demandas decorrentes. E, também, o prédio que serve ao FUMTRAN encontrar-se em situação precária. Outras alternativas foram pensadas, todavia, a locação foi a escolhida.

2. Todas as cautelas legais foram rigorosamente observadas, com trâmite absolutamente transparente e de conhecimento público através das publicações oficiais necessárias.

3. O processo de contratação foi submetido à COMUVAL para se tratar do valor do aluguel, e à Controladoria do Município como é feito rotineiramente quanto ao que é contratado pelo Poder Público.

4. Para a definição do local se levou em conta as características como tamanho, localização e serventia para abrigar toda a estrutura da administração do trânsito do Município, composta pelo Departamento de Trânsito, Agentes de Trânsito, JARI (recursos de multas), Autoridade de Trânsito (recursos referentes às notificações por infração de trânsito), Coordenadoria de Educação para o Trânsito, Cadastro dos veículos, empresas e profissionais dos modais de transporte de passageiros, Setor de Fiscalização dos modais de transportes de passageiros, Setor de Inserção de Autos de Infração de Trânsito, Expedição de credenciais de estacionamento para vagas de Idosos e Pessoas com Mobilidade Reduzida, Setor de Compras e Contabilidade e, obviamente, a administração do FUMTRAN propriamente dita.

5. Cumpriu-se também, o que é obrigação básica, os preceitos definidos pelo Código de Trânsito e o Estatuto das Cidades quanto ao potencial relativo ao impacto da vizinhança, de trânsito e mobilidade urbana no endereço. Além de cultuar fácil acesso ao endereço e estacionamento ao grande público usuário dos serviços ali prestados.

6. O valor referente a adequação e reformada do prédio publicado pelo jornal página 3 não corresponde ao projetado já que é mera quantificação de valores de referência para abertura de processo licitatório. O quê, aliás, ficou para a atual administração realizar, se quiser. Parte é destinada às adequações do prédio para atender as necessidades do público como acessibilidade, banheiros adaptados, bem estar e receptividade, e dos órgãos a serem instalados, como divisórias, rede elétrica, rede lógica, cozinha, garagens para os veículos oficiais e demais necessidades para o funcionamento. A maior parte está pensada para aquisição do mobiliário, equipamentos de informática, cozinha, sala técnica, sistema de câmeras de segurança e tudo o demais que seja imprescindível ao funcionamento adequado.

7. Todo o projeto de adequação do prédio, aquisição do mobiliário e equipamentos de segurança, com o respectivo memorial descritivo, conforme as exigências legais, foram executados pelos profissionais da Secretaria de Planejamento e conforme os padrões inerentes.

8. Importante frisar que se adotou o modelo Registro de Preços para a licitação exatamente para que o Município compre somente o estritamente necessário após desconto de tudo o que é aproveitável dentre o utilizado nas estruturas atuais.

Portanto, como o projeto das aquisições ainda não foi concluído, não tem base na verdade que se “fez negócio suspeito e milionário com imóvel” haja vista que a continuidade do processo licitatório ainda não foi deflagrado e se encontra na Secretaria de Compras para as deliberações que acharem adequadas.

Quanto as decisões a serem adotadas pela atual Administração não me dizem respeito e por isso não vou comentá-las, apesar do contrato constituir um ato jurídico válido que pode, sim, ser desfeito, desde que justificada a sua causa. Essa é a missão dos novos administradores, por que foi uma ação de Governo e não de mandato.

Coloco-me à disposição, desde já, da Controladoria ou de todo e qualquer outro Órgão para tratar do assunto, com NENHUMA preocupação.

Registro estranhar a afirmativa do articulista quando diz que “o ex-gestor do FUMTRAN, Jaime Mantelli, também não foi encontrado pela reportagem” já que estão em funcionamento os mesmos endereço residencial, telefone fixo, telefone celular, e-mail, faceboock, Messenger, WhatsApp, e, entre os meios de comunicação aqui indicados, alguns recorridos com frequência pelo Articulista por todo o tempo estive na função pública. Em nenhum desses meios, tenho registro de qualquer tentativa de contato por parte do jornal Página 3, de Vossa Senhoria ou outro Profissional a serviço do Jornal.
Além de tudo, no FUMTRAN, todos os Servidores podem auxiliar nos contatos se, acaso, os registros tenham se perdido.

Como sempre fiz, estou aberto e à disposição para os esclarecimentos necessários com o fito de contribuir com uma imprensa livre, séria e valiosa que defendo com intransigência.

Atenciosamente,

Jaime Mantelli"
 

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Página 3

Jaime Mantelli diz que negócio com imóvel não foi suspeito

Reprodução
Mantelli assinou a requisição de compra.
Mantelli assinou a requisição de compra.
Domingo, 22/1/2017 9:15.

O jornal Página 3 recebeu a seguinte correspondência do ex-gestor do Fundo Municipal de Trânsito, Jaime Mantelli, a respeito de imóvel alugado em março de 2016, nunca ocupado e que para ser usado por aquele Fundo exigiria investimentos orçados em R$ 849.915,50, conforme solicitação de compra assinada pelo próprio Mantelli.

No texto Manteli não esclarece quem escolheu o referido imóvel para locação, se ele ou outro integrante do ex-governo.   

O texto é o seguinte:

"Ao Sr. Waldemar Cesar Neto
Diretor do Jornal Página 3.

Como não há assinatura a respeito da autoria do conteúdo publicado sob a manchete “Governo Piriquito Fez Negócio Suspeito e Milionário com Imóvel”, nos leva a concluir que é de Vossa Senhoria a autoria, por ser o Diretor do jornal em comento. Portanto, a quem devo me reportar.

Em face do publicado, esclarecemos:

1. A contratação deveu-se ao fato do prédio que hoje serve a Secretaria de Segurança, onde estão sediadas todas as ações administrativas e operacionais da Guarda Municipal, da própria Secretaria e do trânsito não mais comportar todas as demandas decorrentes. E, também, o prédio que serve ao FUMTRAN encontrar-se em situação precária. Outras alternativas foram pensadas, todavia, a locação foi a escolhida.

2. Todas as cautelas legais foram rigorosamente observadas, com trâmite absolutamente transparente e de conhecimento público através das publicações oficiais necessárias.

3. O processo de contratação foi submetido à COMUVAL para se tratar do valor do aluguel, e à Controladoria do Município como é feito rotineiramente quanto ao que é contratado pelo Poder Público.

4. Para a definição do local se levou em conta as características como tamanho, localização e serventia para abrigar toda a estrutura da administração do trânsito do Município, composta pelo Departamento de Trânsito, Agentes de Trânsito, JARI (recursos de multas), Autoridade de Trânsito (recursos referentes às notificações por infração de trânsito), Coordenadoria de Educação para o Trânsito, Cadastro dos veículos, empresas e profissionais dos modais de transporte de passageiros, Setor de Fiscalização dos modais de transportes de passageiros, Setor de Inserção de Autos de Infração de Trânsito, Expedição de credenciais de estacionamento para vagas de Idosos e Pessoas com Mobilidade Reduzida, Setor de Compras e Contabilidade e, obviamente, a administração do FUMTRAN propriamente dita.

5. Cumpriu-se também, o que é obrigação básica, os preceitos definidos pelo Código de Trânsito e o Estatuto das Cidades quanto ao potencial relativo ao impacto da vizinhança, de trânsito e mobilidade urbana no endereço. Além de cultuar fácil acesso ao endereço e estacionamento ao grande público usuário dos serviços ali prestados.

6. O valor referente a adequação e reformada do prédio publicado pelo jornal página 3 não corresponde ao projetado já que é mera quantificação de valores de referência para abertura de processo licitatório. O quê, aliás, ficou para a atual administração realizar, se quiser. Parte é destinada às adequações do prédio para atender as necessidades do público como acessibilidade, banheiros adaptados, bem estar e receptividade, e dos órgãos a serem instalados, como divisórias, rede elétrica, rede lógica, cozinha, garagens para os veículos oficiais e demais necessidades para o funcionamento. A maior parte está pensada para aquisição do mobiliário, equipamentos de informática, cozinha, sala técnica, sistema de câmeras de segurança e tudo o demais que seja imprescindível ao funcionamento adequado.

7. Todo o projeto de adequação do prédio, aquisição do mobiliário e equipamentos de segurança, com o respectivo memorial descritivo, conforme as exigências legais, foram executados pelos profissionais da Secretaria de Planejamento e conforme os padrões inerentes.

8. Importante frisar que se adotou o modelo Registro de Preços para a licitação exatamente para que o Município compre somente o estritamente necessário após desconto de tudo o que é aproveitável dentre o utilizado nas estruturas atuais.

Portanto, como o projeto das aquisições ainda não foi concluído, não tem base na verdade que se “fez negócio suspeito e milionário com imóvel” haja vista que a continuidade do processo licitatório ainda não foi deflagrado e se encontra na Secretaria de Compras para as deliberações que acharem adequadas.

Quanto as decisões a serem adotadas pela atual Administração não me dizem respeito e por isso não vou comentá-las, apesar do contrato constituir um ato jurídico válido que pode, sim, ser desfeito, desde que justificada a sua causa. Essa é a missão dos novos administradores, por que foi uma ação de Governo e não de mandato.

Coloco-me à disposição, desde já, da Controladoria ou de todo e qualquer outro Órgão para tratar do assunto, com NENHUMA preocupação.

Registro estranhar a afirmativa do articulista quando diz que “o ex-gestor do FUMTRAN, Jaime Mantelli, também não foi encontrado pela reportagem” já que estão em funcionamento os mesmos endereço residencial, telefone fixo, telefone celular, e-mail, faceboock, Messenger, WhatsApp, e, entre os meios de comunicação aqui indicados, alguns recorridos com frequência pelo Articulista por todo o tempo estive na função pública. Em nenhum desses meios, tenho registro de qualquer tentativa de contato por parte do jornal Página 3, de Vossa Senhoria ou outro Profissional a serviço do Jornal.
Além de tudo, no FUMTRAN, todos os Servidores podem auxiliar nos contatos se, acaso, os registros tenham se perdido.

Como sempre fiz, estou aberto e à disposição para os esclarecimentos necessários com o fito de contribuir com uma imprensa livre, séria e valiosa que defendo com intransigência.

Atenciosamente,

Jaime Mantelli"
 

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