Jornal Página 3

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Construção é interrompida pela segunda vez em menos de uma semana

Quarta, 15/2/2017 14:10.

A situação das invasões em Balneário Camboriú está demandando atenção redobrada do poder público. Na sexta-feira (10) uma construção irregular foi demolida no Morro do Boi e ontem (14) uma operação constatou que a obra havia sido retomada às pressas e estava sendo habitada para impedir uma nova demolição.

De acordo com informações da Defesa Civil, a construção estava sendo feita irregularmente em uma área de preservação ambiental, acima de um córrego e com risco de deslizamento. Em poucos dias a construção já tinha ligação irregular de luz e alguns móveis para caracterizar que estava sendo habitada. Mesmo sem condições mínimas de moradia, a família estava com um bebê de colo no local.

O diretor da Defesa Civil, Fabrício Melo explicou que o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso e garantir a segurança da família. Eles foram retirados do local, mas a construção não pode ser demolida, porém foi embargada.

A prefeitura realizou os trâmites necessários para registrar a interdição, inclusive ouvindo testemunhas.

De acordo com Melo, desde que o prefeito Fabrício Oliveira determinou a contenção das ocupações irregulares no município, 12 casas foram interditadas na comunidade da Fortaleza, também conhecido como Brejo. No Morro do Boi foi mais uma interdição e na Rua Hermógenes de Assis Feijó, na Barra, foram duas casas com interdição total e uma parcial, com risco de deslizamento de terra.

O secretário de Segurança, Gabriel Castanheira, afirma que as fiscalizações estão percorrendo nos 36 focos de ocupações irregulares espalhados nas diferentes regiões da cidade.

As denúncias podem ser feitas para Guarda Municipal e Ambiental, através do telefone 153.

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Construção é interrompida pela segunda vez em menos de uma semana

Quarta, 15/2/2017 14:10.

A situação das invasões em Balneário Camboriú está demandando atenção redobrada do poder público. Na sexta-feira (10) uma construção irregular foi demolida no Morro do Boi e ontem (14) uma operação constatou que a obra havia sido retomada às pressas e estava sendo habitada para impedir uma nova demolição.

De acordo com informações da Defesa Civil, a construção estava sendo feita irregularmente em uma área de preservação ambiental, acima de um córrego e com risco de deslizamento. Em poucos dias a construção já tinha ligação irregular de luz e alguns móveis para caracterizar que estava sendo habitada. Mesmo sem condições mínimas de moradia, a família estava com um bebê de colo no local.

O diretor da Defesa Civil, Fabrício Melo explicou que o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso e garantir a segurança da família. Eles foram retirados do local, mas a construção não pode ser demolida, porém foi embargada.

A prefeitura realizou os trâmites necessários para registrar a interdição, inclusive ouvindo testemunhas.

De acordo com Melo, desde que o prefeito Fabrício Oliveira determinou a contenção das ocupações irregulares no município, 12 casas foram interditadas na comunidade da Fortaleza, também conhecido como Brejo. No Morro do Boi foi mais uma interdição e na Rua Hermógenes de Assis Feijó, na Barra, foram duas casas com interdição total e uma parcial, com risco de deslizamento de terra.

O secretário de Segurança, Gabriel Castanheira, afirma que as fiscalizações estão percorrendo nos 36 focos de ocupações irregulares espalhados nas diferentes regiões da cidade.

As denúncias podem ser feitas para Guarda Municipal e Ambiental, através do telefone 153.

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