Jornal Página 3

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Menina de cinco anos se queimou e família pede ajuda
Arquivo pessoal

Quarta, 1/2/2017 16:15.

A pequena Mayuri, de apenas cinco anos, estava brincando na casa de um vizinho, por volta das 19h do último dia 24, na área de invasão conhecida popularmente como ‘TransLuzia’, em Camboriú, quando um grave acidente aconteceu. Ela foi atingida por uma explosão de um fogareiro e está com 50% do corpo queimado.

A mãe dela, Renata Rodrigues dos Santos, entrou em contato com o Página 3 para relatar o ocorrido. Além de Mayuri, Renata também é mãe de Maria, uma bebê de pouco mais de 20 dias. No fim da tarde do dia 24, Mayuri insistiu muito para ir brincar com uma vizinha, até que a mãe permitiu. Os pais da menina estavam cozinhando em um fogareiro, parecido com aqueles que se utilizam em acampamentos, e utilizavam álcool.

“Uma explosão aconteceu e a Mayuri estava perto. Ela foi a única atingida e ficou com 50% do corpo queimado”, conta.

Por causa da gravidade, Mayuri foi transferida para o Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis. Hoje (1º) ela passará possivelmente por duas cirurgias, se tudo ocorrer bem e quando sair do hospital precisará de cuidados especiais.

Até o momento a família sabe apenas que ela necessitará de uma roupa especial de óleo de girassol, para tratar das queimaduras.

Como residiam em uma área de invasão e lá não havia água, a família está no momento na casa de parentes. “Outra ajuda que precisamos é a de moradia. É a principal, mas tudo é bem-vindo. Eu e meu esposo também estamos sem emprego. Contamos muito com o apoio da comunidade”, diz.

Para auxiliar Mayuri e a família basta ligar para o número (47) 9966-22934, falar com Renata.

Supervisionar as crianças é essencial

O socorrista do Samu, Renaldo Marquato, explica que costumam atender muitas ocorrências envolvendo crianças.

“Já atendemos casos de queimaduras com fogos de artifício, por exemplo, mas as mais comuns envolvem panelas quentes. Esses itens (panelas) são fáceis de pegar e qualquer descuido dos responsáveis pode ser fatal”, comenta. A dica do socorrista é na hora em que alguém estiver cozinhando a criança ser educada desde cedo que deve ficar longe.

Para impedir que o pior aconteça, Renaldo orienta que os pais e/ou responsáveis supervisionem as crianças a todo tempo. “Elas não podem ser deixadas sozinhas nunca. Crianças são curiosas e tudo pode ser perigoso, desde tomadas, escadas e materiais que podem cair em cima delas. A vigilância deve ser 24h, porque um segundo pode mudar tudo”, afirma.

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Menina de cinco anos se queimou e família pede ajuda

Arquivo pessoal
Quarta, 1/2/2017 16:15.

A pequena Mayuri, de apenas cinco anos, estava brincando na casa de um vizinho, por volta das 19h do último dia 24, na área de invasão conhecida popularmente como ‘TransLuzia’, em Camboriú, quando um grave acidente aconteceu. Ela foi atingida por uma explosão de um fogareiro e está com 50% do corpo queimado.

A mãe dela, Renata Rodrigues dos Santos, entrou em contato com o Página 3 para relatar o ocorrido. Além de Mayuri, Renata também é mãe de Maria, uma bebê de pouco mais de 20 dias. No fim da tarde do dia 24, Mayuri insistiu muito para ir brincar com uma vizinha, até que a mãe permitiu. Os pais da menina estavam cozinhando em um fogareiro, parecido com aqueles que se utilizam em acampamentos, e utilizavam álcool.

“Uma explosão aconteceu e a Mayuri estava perto. Ela foi a única atingida e ficou com 50% do corpo queimado”, conta.

Por causa da gravidade, Mayuri foi transferida para o Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis. Hoje (1º) ela passará possivelmente por duas cirurgias, se tudo ocorrer bem e quando sair do hospital precisará de cuidados especiais.

Até o momento a família sabe apenas que ela necessitará de uma roupa especial de óleo de girassol, para tratar das queimaduras.

Como residiam em uma área de invasão e lá não havia água, a família está no momento na casa de parentes. “Outra ajuda que precisamos é a de moradia. É a principal, mas tudo é bem-vindo. Eu e meu esposo também estamos sem emprego. Contamos muito com o apoio da comunidade”, diz.

Para auxiliar Mayuri e a família basta ligar para o número (47) 9966-22934, falar com Renata.

Supervisionar as crianças é essencial

O socorrista do Samu, Renaldo Marquato, explica que costumam atender muitas ocorrências envolvendo crianças.

“Já atendemos casos de queimaduras com fogos de artifício, por exemplo, mas as mais comuns envolvem panelas quentes. Esses itens (panelas) são fáceis de pegar e qualquer descuido dos responsáveis pode ser fatal”, comenta. A dica do socorrista é na hora em que alguém estiver cozinhando a criança ser educada desde cedo que deve ficar longe.

Para impedir que o pior aconteça, Renaldo orienta que os pais e/ou responsáveis supervisionem as crianças a todo tempo. “Elas não podem ser deixadas sozinhas nunca. Crianças são curiosas e tudo pode ser perigoso, desde tomadas, escadas e materiais que podem cair em cima delas. A vigilância deve ser 24h, porque um segundo pode mudar tudo”, afirma.

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