Jornal Página 3

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Espertalhões querem construir 13 pavimentos onde só podem edificar 2,5
Google Maps.
Querem lucro e para isso usam servidores como massa de manobra.

Quinta, 6/10/2016 7:33.

A mutreta para construir diversos edifícios onde o Plano Diretor não permite, supostamente para vender 576 apartamentos a servidores municipais, brecada no mês passado no Conselho da Cidade através de um pedido de vista, volta hoje à pauta daquele Conselho.

O Página 3 vem noticiando que se trata de uma picaretagem, usando funcionários públicos como massa de manobra para aumentar várias vezes o valor de uma área de terra no bairro São Judas.

A reportagem apurou que a intenção de alguns conselheiros é pedir vista novamente para evitar a mutreta.

Essa mutreta imobiliária se baseia na promessa de construir apartamentos de custo acessível dando preferência aos servidores. Para isso o correto não seria beneficiar um único proprietário de terreno  e sim criar a política habitacional para essa faixa de  renda no âmbito do Plano Diretor e não fora dele.

Além disso, não existe garantia alguma que o preço será acessível e que os servidores, muitos fortemente endividados por empréstimos consignados, consigam adquirir os imóveis.

Em junho, após o sindicato dos servidores fazer acusações ao Página 3 em seu portal de internet, o jornal pediu direito de resposta, até hoje não concedido, que em certos trechos afirma o seguinte:

O jornal Página 3 criticou a forma como a direção do Sisembc conduziu o assunto moradia para os servidores públicos municipais porque é um processo SUSPEITO, que beneficia proprietários de UM ÚNICO TERRENO que valorizarão sua área de terra em até 10 vezes.

É evidente que a direção do Sisembc está DIRIGINDO e FAVORECENDO OS PROPRIETÁRIOS DE UM TERRENO.

O projeto de moradias para os servidores municipais começou a ser idealizado em 2011, mas nunca foi levado pela direção do Sisembc à discussão nas audiências públicas do PLANO DIRETOR que ocorreram entre julho de 2014 e abril de 2015. O Sisembc optou por esperar passar as discussões do Plano Diretor para pleitear o benefício a apenas os proprietários de um único terreno.

Os servidores ESTÃO SENDO ENGANADOS pela direção do Sisembc porque a Caixa Econômica Federal não tem projeto especial de casa própria para um segmento profissional ou outro, ela OFERECE A TODOS, o que falta não é linha de crédito e sim habitações de interesse social.

Essas habitações poderiam existir em quantidade, para servidores e outras categorias profissionais, como os comerciários, por exemplo, se a discussão fosse travada no âmbito do Plano Diretor e não das exceções ao Plano Diretor como quer fazer a direção do Sisembc.
O Página 3 adjetivou a proposta de “pombal” porque é mesmo, uma construção com baixa qualidade arquitetônica, empilhando quase 100 apartamentos numa torre e sem prever, sequer, área de lazer adequada.

O Jornal Página 3 defende que servidores e outros profissionais que trabalham na cidade tenham moradia digna, basta que isso seja tratado às claras, de maneira transparente, no âmbito do Plano Diretor e não fora dele como deseja fazer a direção do Sisembc.
 

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Espertalhões querem construir 13 pavimentos onde só podem edificar 2,5

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Querem lucro e para isso usam servidores como massa de manobra.
Querem lucro e para isso usam servidores como massa de manobra.
Quinta, 6/10/2016 7:33.

A mutreta para construir diversos edifícios onde o Plano Diretor não permite, supostamente para vender 576 apartamentos a servidores municipais, brecada no mês passado no Conselho da Cidade através de um pedido de vista, volta hoje à pauta daquele Conselho.

O Página 3 vem noticiando que se trata de uma picaretagem, usando funcionários públicos como massa de manobra para aumentar várias vezes o valor de uma área de terra no bairro São Judas.

A reportagem apurou que a intenção de alguns conselheiros é pedir vista novamente para evitar a mutreta.

Essa mutreta imobiliária se baseia na promessa de construir apartamentos de custo acessível dando preferência aos servidores. Para isso o correto não seria beneficiar um único proprietário de terreno  e sim criar a política habitacional para essa faixa de  renda no âmbito do Plano Diretor e não fora dele.

Além disso, não existe garantia alguma que o preço será acessível e que os servidores, muitos fortemente endividados por empréstimos consignados, consigam adquirir os imóveis.

Em junho, após o sindicato dos servidores fazer acusações ao Página 3 em seu portal de internet, o jornal pediu direito de resposta, até hoje não concedido, que em certos trechos afirma o seguinte:

O jornal Página 3 criticou a forma como a direção do Sisembc conduziu o assunto moradia para os servidores públicos municipais porque é um processo SUSPEITO, que beneficia proprietários de UM ÚNICO TERRENO que valorizarão sua área de terra em até 10 vezes.

É evidente que a direção do Sisembc está DIRIGINDO e FAVORECENDO OS PROPRIETÁRIOS DE UM TERRENO.

O projeto de moradias para os servidores municipais começou a ser idealizado em 2011, mas nunca foi levado pela direção do Sisembc à discussão nas audiências públicas do PLANO DIRETOR que ocorreram entre julho de 2014 e abril de 2015. O Sisembc optou por esperar passar as discussões do Plano Diretor para pleitear o benefício a apenas os proprietários de um único terreno.

Os servidores ESTÃO SENDO ENGANADOS pela direção do Sisembc porque a Caixa Econômica Federal não tem projeto especial de casa própria para um segmento profissional ou outro, ela OFERECE A TODOS, o que falta não é linha de crédito e sim habitações de interesse social.

Essas habitações poderiam existir em quantidade, para servidores e outras categorias profissionais, como os comerciários, por exemplo, se a discussão fosse travada no âmbito do Plano Diretor e não das exceções ao Plano Diretor como quer fazer a direção do Sisembc.
O Página 3 adjetivou a proposta de “pombal” porque é mesmo, uma construção com baixa qualidade arquitetônica, empilhando quase 100 apartamentos numa torre e sem prever, sequer, área de lazer adequada.

O Jornal Página 3 defende que servidores e outros profissionais que trabalham na cidade tenham moradia digna, basta que isso seja tratado às claras, de maneira transparente, no âmbito do Plano Diretor e não fora dele como deseja fazer a direção do Sisembc.
 

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