Jornal Página 3

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Seis entidades deverão deixar o Conselho da Cidade nos próximos dias
Rivo Biehl.
Decisões do Conselho podem não ter valor da agora em diante.

Terça, 18/10/2016 8:53.

O Conselho da Cidade terá reunião na próxima quinta-feira, às 18h30, na Câmara de Vereadores, para decidir o que será feito em relação a representantes de entidades que integram ilegalmente o grupo.

Para fazer parte do Conselho da Cidade é necessário que a entidade seja ligada a desenvolvimento urbano o que não ocorre com a Associação de Aposentados e Pensionistas; a Associação de Mulheres Produtoras de Artesanatos de Identidade Cultural de Santa Catarina; o Conselho Comunitário de Segurança Pública, o Conselho Comunitário de Segurança Pública/Barra Norte; o Conselho Comunitário de Balneário Camboriu e a Federação dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública do Estado de Santa Catarina.

As opções são fazer nova eleição geral para o Conselho da Cidade ou apenas para as vagas que ficarão sem titular.

A legislação diz que o Conselho da Cidade deve se composto por gestores, administradores públicos e legislativos - federais, estaduais, municipais e distritais (42,3%); movimentos populares (26,7%); trabalhadores, por suas entidades sindicais, (9,9%); empresários relacionados à produção e ao financiamento do desenvolvimento urbano, (9,9%); entidades profissionais, acadêmicas e de pesquisa e conselhos profissionais, (7%), e; Organizações Não Governamentais com atuação na área do Desenvolvimento Urbano, 4,2%. Diz também que todas as entidades dos segmentos deverão ter atuação fim na área de desenvolvimento urbano.

Até então, a ilegalidade era desconhecida, mas após ser levantada pelo Instituto de Arquitetos do Brasil se tornou pública e do conhecimento de todos, portanto se continuar tomando decisões com a composição atual os conselheiros estarão praticando atos à margem da lei.        
 

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Policia

Prefeito Fabrício Oliveira quer tornar Balneário Camboriú a cidade mais segura do Brasil


Saúde

 Cidade é área de atenção e apenas 2.500 tomaram a vacina até agora. Doença pode matar.


Geral

O cantor Armandinho organiza o festival, que tem entrada gratuita


Cinema

Ele retrata a conexão de artistas com a cidade


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Política

Ele aparentemente fez escolhas erradas em seu caminho político 


Divulgação

Excelente opção para os micro empreendedores, pequenas empresas e freelancers.


Policia

Gaúcho comeu no restaurante e não tinha dinheiro para pagar


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Seis entidades deverão deixar o Conselho da Cidade nos próximos dias

Rivo Biehl.
Decisões do Conselho podem não ter valor da agora em diante.
Decisões do Conselho podem não ter valor da agora em diante.
Terça, 18/10/2016 8:53.

O Conselho da Cidade terá reunião na próxima quinta-feira, às 18h30, na Câmara de Vereadores, para decidir o que será feito em relação a representantes de entidades que integram ilegalmente o grupo.

Para fazer parte do Conselho da Cidade é necessário que a entidade seja ligada a desenvolvimento urbano o que não ocorre com a Associação de Aposentados e Pensionistas; a Associação de Mulheres Produtoras de Artesanatos de Identidade Cultural de Santa Catarina; o Conselho Comunitário de Segurança Pública, o Conselho Comunitário de Segurança Pública/Barra Norte; o Conselho Comunitário de Balneário Camboriu e a Federação dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública do Estado de Santa Catarina.

As opções são fazer nova eleição geral para o Conselho da Cidade ou apenas para as vagas que ficarão sem titular.

A legislação diz que o Conselho da Cidade deve se composto por gestores, administradores públicos e legislativos - federais, estaduais, municipais e distritais (42,3%); movimentos populares (26,7%); trabalhadores, por suas entidades sindicais, (9,9%); empresários relacionados à produção e ao financiamento do desenvolvimento urbano, (9,9%); entidades profissionais, acadêmicas e de pesquisa e conselhos profissionais, (7%), e; Organizações Não Governamentais com atuação na área do Desenvolvimento Urbano, 4,2%. Diz também que todas as entidades dos segmentos deverão ter atuação fim na área de desenvolvimento urbano.

Até então, a ilegalidade era desconhecida, mas após ser levantada pelo Instituto de Arquitetos do Brasil se tornou pública e do conhecimento de todos, portanto se continuar tomando decisões com a composição atual os conselheiros estarão praticando atos à margem da lei.        
 

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