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Obra do centro de eventos de Balneário Camboriú tem erros graves de projeto
Pedro Cezar Schmidt
Erros grosseiros de projeto numa obra de mais de 100 milhões de reais.

Segunda, 21/11/2016 7:11.

O centro de eventos de Balneário Camboriú, que está sendo construído na Marginal Oeste da BR-101, tem erros graves de projeto, a ponto do pavimento térreo não possuir banheiros adequados.

O erro mais flagrante, no entanto, é não possuir uma sala que comporte mais de mil pessoas o que torna inútil aquela obra para o fim a que se propõe.

Indícios de que algo grave estava ocorrendo surgiram três meses atrás quando um especialista em centros de eventos visitou a obra e constatou os problemas, em especial a falta de um grande auditórío. Da forma como foi projetado, as salas seriam menores do que as já existentes em hotéis da cidade.

Os erros de projeto foram cometidos pela Prosul - Projetos, Supervisão e Planejamento Ltda. que não levou em conta os estudos feitos pela prefeitura de Balneário Camboriú, através da equipe do engenheiro Auri Pavoni, que visitou centros de eventos para colher ideias e chegar ao melhor layout.

A Prosul é uma empresa com escassa experiência em projetar centros de eventos, mesmo assim venceu a licitação.

A ideia agora é corrigir as deficiência através de improvisações, com a construção de três banheiros amplos no térreo e cinco salas, sendo quatro com capacidade para 580 a 600 pessoas e uma para 1.300 a 1.400 pessoas. Quando abertas e integradas essas salas terão uma capacidade de de 4.300 a 4.500 pessoas.

O episódio mostra que apesar de a prefeitura de Balneário estar colocando muito dinheiro no empreendimento, não consegue fiscalizá-lo. O secretário municipal de turismo, Hélio Dagnoni, disse que nunca teve total liberdade de pegar o projeto em mãos, que a obra não está sendo executada de acordo com as plantas e que não permitem que haja fiscalização do município.

A obra foi definida e licitada pela secretaria estadual de turismo. Consultada, a diretoria do órgão não se manifestou.

A imagem abaixo mostra mudanças rabiscadas às pressas para corrigir os erros do projeto.

 

 

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Obra do centro de eventos de Balneário Camboriú tem erros graves de projeto

Pedro Cezar Schmidt
Erros grosseiros de projeto numa obra de mais de 100 milhões de reais.
Erros grosseiros de projeto numa obra de mais de 100 milhões de reais.
Segunda, 21/11/2016 7:11.

O centro de eventos de Balneário Camboriú, que está sendo construído na Marginal Oeste da BR-101, tem erros graves de projeto, a ponto do pavimento térreo não possuir banheiros adequados.

O erro mais flagrante, no entanto, é não possuir uma sala que comporte mais de mil pessoas o que torna inútil aquela obra para o fim a que se propõe.

Indícios de que algo grave estava ocorrendo surgiram três meses atrás quando um especialista em centros de eventos visitou a obra e constatou os problemas, em especial a falta de um grande auditórío. Da forma como foi projetado, as salas seriam menores do que as já existentes em hotéis da cidade.

Os erros de projeto foram cometidos pela Prosul - Projetos, Supervisão e Planejamento Ltda. que não levou em conta os estudos feitos pela prefeitura de Balneário Camboriú, através da equipe do engenheiro Auri Pavoni, que visitou centros de eventos para colher ideias e chegar ao melhor layout.

A Prosul é uma empresa com escassa experiência em projetar centros de eventos, mesmo assim venceu a licitação.

A ideia agora é corrigir as deficiência através de improvisações, com a construção de três banheiros amplos no térreo e cinco salas, sendo quatro com capacidade para 580 a 600 pessoas e uma para 1.300 a 1.400 pessoas. Quando abertas e integradas essas salas terão uma capacidade de de 4.300 a 4.500 pessoas.

O episódio mostra que apesar de a prefeitura de Balneário estar colocando muito dinheiro no empreendimento, não consegue fiscalizá-lo. O secretário municipal de turismo, Hélio Dagnoni, disse que nunca teve total liberdade de pegar o projeto em mãos, que a obra não está sendo executada de acordo com as plantas e que não permitem que haja fiscalização do município.

A obra foi definida e licitada pela secretaria estadual de turismo. Consultada, a diretoria do órgão não se manifestou.

A imagem abaixo mostra mudanças rabiscadas às pressas para corrigir os erros do projeto.

 

 

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