Jornal Página 3

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Pesquisador confirma ataque de tubarão na Praia do Estaleiro

Quinta, 3/3/2016 9:00.

O pesquisador Jules Soto, que é curador do Museu Oceanográfico da Univali, confirmou que Rafael Hermes Thomas, 41 anos, foi atacado por um tubarão da espécie Carcharias taurus, conhecido como mangona (ou também cação-mangona e tubarão-touro). O ataque aconteceu na tarde de terça-feira (1º), na Praia do Estaleiro, em Balneário Camboriú.

Jules conversou com a vítima e avaliou seus ferimentos. Foi através da distância entre os cortes da cabeça de Rafael que o pesquisador conseguiu distinguir qual a espécie do tubarão que o atacou. Vale destacar que o mangona corre risco de extinção e é um tubarão de águas rasas – Rafael foi atacado no raso, ‘assim que entrou no mar’.

A vítima contou ao pesquisador que o animal ‘mordeu e soltou’, o que é um comportamento comum dos tubarões. É através disso que eles examinam a possível presa. Como Rafael foi mordido na cabeça, uma parte dura, o tubarão desistiu do ataque.

Esse tubarão, quando adulto, pode ter mais de três metros, mas o que atacou Rafael ainda era um filhote, pois media aproximadamente 1,5m.

Um exemplar do mangona pode ser visitado no Museu Oceanográfico da Univali, que fica em Balneário Piçarras. Segundo Jules, esse é o único exemplar conservado da espécie no mundo.

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Pesquisador confirma ataque de tubarão na Praia do Estaleiro

Quinta, 3/3/2016 9:00.

O pesquisador Jules Soto, que é curador do Museu Oceanográfico da Univali, confirmou que Rafael Hermes Thomas, 41 anos, foi atacado por um tubarão da espécie Carcharias taurus, conhecido como mangona (ou também cação-mangona e tubarão-touro). O ataque aconteceu na tarde de terça-feira (1º), na Praia do Estaleiro, em Balneário Camboriú.

Jules conversou com a vítima e avaliou seus ferimentos. Foi através da distância entre os cortes da cabeça de Rafael que o pesquisador conseguiu distinguir qual a espécie do tubarão que o atacou. Vale destacar que o mangona corre risco de extinção e é um tubarão de águas rasas – Rafael foi atacado no raso, ‘assim que entrou no mar’.

A vítima contou ao pesquisador que o animal ‘mordeu e soltou’, o que é um comportamento comum dos tubarões. É através disso que eles examinam a possível presa. Como Rafael foi mordido na cabeça, uma parte dura, o tubarão desistiu do ataque.

Esse tubarão, quando adulto, pode ter mais de três metros, mas o que atacou Rafael ainda era um filhote, pois media aproximadamente 1,5m.

Um exemplar do mangona pode ser visitado no Museu Oceanográfico da Univali, que fica em Balneário Piçarras. Segundo Jules, esse é o único exemplar conservado da espécie no mundo.

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