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Inflação cai em sete capitais, diz pesquisa da FGV
Marcelo Camargo/AB.
Iinflação caiu nas sete cidades pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas.

Quarta, 2/3/2016 17:05.

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) caiu nas sete cidades pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na passagem de janeiro para fevereiro deste ano. A maior queda deu-se no Rio de Janeiro: 1,41 ponto percentual, já que a taxa recuou de 2,02%, em janeiro, para 0,61%, em fevereiro.

Outras duas capitais tiveram redução da taxa mais acentuada do que a média nacional, de 1,02 ponto percentual (já que a média do IPC-S caiu de 1,78% para 0,76%): Salvador (1,24 ponto percentual, ao passar de 2,06% para 0,82%) e São Paulo (1,04 ponto percentual, indo de 1,64% para 0,6%).

As demais cidades tiveram as seguintes reduções na taxa de inflação: Brasília (0,62 ponto percentual: de 1,55% para 0,93%), Belo Horizonte (0,93 ponto percentual: de 1,84% para 0,91%), Recife (0,47 ponto percentual: de 1,76% para 1,29%) e Porto Alegre (0,86 ponto percentual: de 1,66% para 0,8%).

O IPC-S é calculado com base na variação de preços em oito classes de despesas: alimentação, habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, educação e recreação, transportes, despesas diversas e comunicação. 

Inflação na saída das fábricas chega a 0,56% em janeiro

O preço dos produtos na saída das fábricas brasileiras voltou a subir em janeiro deste ano, depois de dois meses em queda. O Índice de Preços ao Produtor (IPP), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mede essa variação de preços, registrou inflação de 0,56% em janeiro deste ano.

Em dezembro e janeiro de 2015, tinham sido registradas deflações (quedas de preços) de 0,35% e 0,4%, respectivamente. Em 12 meses, o IPP acumula inflação de 9,86%, segundo o IBGE.

A alta de preços do IPP em janeiro deste ano foi puxada pela indústria da transformação, que teve inflação de 0,99% no período. As indústrias extrativas tiveram deflação de 14,42%.

Entre as grandes categorias econômicas da indústria, a maior inflação foi observada na de bens de capital (2,36%), seguidos pelos bens de consumo duráveis (1,43%), bens de consumo semi e não duráveis (0,68%) e bens intermediários (0,11%).

Dezessete atividades industriais tiveram alta de preços em janeiro, com destaque para fumo (4,77%), outros transportes (3,74%), metal (3,35%), vestuário (2,83%), papel e celulose (2,29%) e veículos (2,14%). Os alimentos tiveram inflação de 1,63%.

Seis atividades registraram queda de preços em seus produtos, com destaque para bebidas (-1,87%) e farmacêutica (-1,84%).

(AB)

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Inflação cai em sete capitais, diz pesquisa da FGV

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Iinflação caiu nas sete cidades pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas.
Iinflação caiu nas sete cidades pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas.
Quarta, 2/3/2016 17:05.

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) caiu nas sete cidades pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na passagem de janeiro para fevereiro deste ano. A maior queda deu-se no Rio de Janeiro: 1,41 ponto percentual, já que a taxa recuou de 2,02%, em janeiro, para 0,61%, em fevereiro.

Outras duas capitais tiveram redução da taxa mais acentuada do que a média nacional, de 1,02 ponto percentual (já que a média do IPC-S caiu de 1,78% para 0,76%): Salvador (1,24 ponto percentual, ao passar de 2,06% para 0,82%) e São Paulo (1,04 ponto percentual, indo de 1,64% para 0,6%).

As demais cidades tiveram as seguintes reduções na taxa de inflação: Brasília (0,62 ponto percentual: de 1,55% para 0,93%), Belo Horizonte (0,93 ponto percentual: de 1,84% para 0,91%), Recife (0,47 ponto percentual: de 1,76% para 1,29%) e Porto Alegre (0,86 ponto percentual: de 1,66% para 0,8%).

O IPC-S é calculado com base na variação de preços em oito classes de despesas: alimentação, habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, educação e recreação, transportes, despesas diversas e comunicação. 

Inflação na saída das fábricas chega a 0,56% em janeiro

O preço dos produtos na saída das fábricas brasileiras voltou a subir em janeiro deste ano, depois de dois meses em queda. O Índice de Preços ao Produtor (IPP), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mede essa variação de preços, registrou inflação de 0,56% em janeiro deste ano.

Em dezembro e janeiro de 2015, tinham sido registradas deflações (quedas de preços) de 0,35% e 0,4%, respectivamente. Em 12 meses, o IPP acumula inflação de 9,86%, segundo o IBGE.

A alta de preços do IPP em janeiro deste ano foi puxada pela indústria da transformação, que teve inflação de 0,99% no período. As indústrias extrativas tiveram deflação de 14,42%.

Entre as grandes categorias econômicas da indústria, a maior inflação foi observada na de bens de capital (2,36%), seguidos pelos bens de consumo duráveis (1,43%), bens de consumo semi e não duráveis (0,68%) e bens intermediários (0,11%).

Dezessete atividades industriais tiveram alta de preços em janeiro, com destaque para fumo (4,77%), outros transportes (3,74%), metal (3,35%), vestuário (2,83%), papel e celulose (2,29%) e veículos (2,14%). Os alimentos tiveram inflação de 1,63%.

Seis atividades registraram queda de preços em seus produtos, com destaque para bebidas (-1,87%) e farmacêutica (-1,84%).

(AB)

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