Jornal Página 3

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Em editorial, Página 3 apoia plena transparência

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Terça, 15/3/2016 7:53.

A respeito dos episódios envolvendo contratos de publicidade da Câmara de Vereadores o jornal Página 3 publicou no sábado, em sua edição impressa, o seguinte editorial:

Os jingles do Probst

No dia 4 de fevereiro, o Página 3 requereu à Câmara de Vereadores e à Prefeitura Municipal, com base na Lei da Transparência, o detalhamento das despesas com publicidade das duas instituições nos anos de 2013, 2014 e 2015.

O detalhamento não está disponível nos portais da transparência e é necessário conhecê-lo porque a média de parte dessas despesas no último triênio será usada para impor limites no ano eleitoral.

O prazo para resposta, por parte da Câmara e da Prefeitura, segundo a lei é 20 dias.

No dia 19 de fevereiro, o presidente da Câmara, Nilson Probst, enviou ofício afirmando que as contas estavam disponíveis no portal da transparência, mas não estavam.

Uma semana depois, em nova correspondência ele alegou que o material era volumoso e se quiséssemos que fossemos examiná-lo no local.

Fomos e em poucos minutos examinando a documentação percebemos grosseiro superfaturamento, além do direcionamento político e não técnico da publicidade.

Por exemplo, a Rádio Menina, a mais importante da cidade, recebeu em 2015 publicidade em valor semelhante ao recebido por uma rádio de Bombinhas e pela modesta Rádio Natureza.

Diante dos fatos a reportagem ofereceu espaço para Nilson Probst se explicar. Em vez de esclarecer os fatos, ele resolveu tentar acuar o jornal requerendo à prefeitura os pagamentos ao Página 3 entre os anos de 2003 e 2008.

Essa tentativa já foi feita, o grupo político que governa a cidade, do qual Probst faz parte, examinou de forma exaustiva os arquivos do município em busca de algo para incriminar e calar o Página 3, mas não teve sucesso.

Podem e devem continuar tentando, este jornal apoia a máxima transparência quando se trata de dinheiro público.

Por isto continua cobrando de Nilson Probst uma resposta sobre os pagamentos superfaturados e o direcionamento político das verbas de publicidade. Queremos saber, por exemplo, o motivo de gastar R$ 20.565,00 em jingles para comemorar o aniversário da cidade.

Leia aqui a reportagem completa sobre o superfaturamento.


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