Jornal Página 3

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Estrada da Rainha resulta em multa totalizando R$ 45 milhões
Arquivo
A Estrada da Rainha continua rendendo

Quarta, 25/5/2016 7:53.

A juíza Adriana Lisbôa, da Vara da Fazenda Pública de Balneário Camboriú, condenou três construtoras à multa de R$ 15 milhões cada uma em decorrência das obras na Estrada da Rainha e de quebra alvejou dois pré-candidatos a prefeito que são diretores dessas empresas: Auri Pavoni e Carlos Humberto Metzner Silva.

A decisão, totalizando R$ 45 milhões em multas e a proibição de construir sobre dois terrenos, é incomum pelo elevado valor envolvido e aparentemente desproporcional ao prejuizo ambiental praticado, segundo a própria juíza num total de 293 m2, portanto do tamanho de um lote urbano, para o qual não havia licença ambiental.

Também foram prejudicados pelas construtoras dois pés de palmito, única vegetação protegida em lei naquele trecho.

A penalidade atingiu as empresas Silva Packer Construtora e Incorporadora Ltda.; P & P Construtora e Incorporadora Ltda. e Thá Real State Empreendimentos Imobiliários Ltda.

Os detalhes e as manifestações dos empresários e seus advogados, que consideraram a decisão excessiva, serão publicados no Página 3 impresso que excepcionalmente nesta semana começará a circular na sexta-feira em decorrência do feriadão. 
 

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade

Página 3

Estrada da Rainha resulta em multa totalizando R$ 45 milhões

Arquivo
A Estrada da Rainha continua rendendo
A Estrada da Rainha continua rendendo
Quarta, 25/5/2016 7:53.

A juíza Adriana Lisbôa, da Vara da Fazenda Pública de Balneário Camboriú, condenou três construtoras à multa de R$ 15 milhões cada uma em decorrência das obras na Estrada da Rainha e de quebra alvejou dois pré-candidatos a prefeito que são diretores dessas empresas: Auri Pavoni e Carlos Humberto Metzner Silva.

A decisão, totalizando R$ 45 milhões em multas e a proibição de construir sobre dois terrenos, é incomum pelo elevado valor envolvido e aparentemente desproporcional ao prejuizo ambiental praticado, segundo a própria juíza num total de 293 m2, portanto do tamanho de um lote urbano, para o qual não havia licença ambiental.

Também foram prejudicados pelas construtoras dois pés de palmito, única vegetação protegida em lei naquele trecho.

A penalidade atingiu as empresas Silva Packer Construtora e Incorporadora Ltda.; P & P Construtora e Incorporadora Ltda. e Thá Real State Empreendimentos Imobiliários Ltda.

Os detalhes e as manifestações dos empresários e seus advogados, que consideraram a decisão excessiva, serão publicados no Página 3 impresso que excepcionalmente nesta semana começará a circular na sexta-feira em decorrência do feriadão. 
 

Publicidade

Publicidade