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Qual destino dar ao bicho de estimação quando ele morre?

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Quarta, 8/6/2016 9:40.

Em Balneário Camboriú vivem milhares de cachorros e gatos, tanto nas ruas da cidade, como em abrigos, apartamentos e residências. Mas o que fazer quando os bichinhos morrem? Houve uma época em que a secretaria do Meio Ambiente recolhia o animal e transportava ao aterro sanitário.

Quando a psicóloga Christina Barichello foi vereadora, propôs a construção de um cemitério municipal para animais, mas o projeto não foi adiante. O secretário do Meio Ambiente, Rodrigo Ribeiro Torres, conta que a Semam não se responsabiliza mais por isso. “Há na região um crematório específico para animais. Hoje não há serviço gratuito, somente o descarte comum”, diz. Rodrigo acrescenta que quando há casos de animais ‘ errantes’ que morrem na rua, a prefeitura encaminha para o crematório.

Crematório

O serviço citado pelo secretário é o Caminho dos Animais, que fica ao lado do Crematório Vaticano. O funcionário Thiago Danieli explica que realizam mensalmente de 15 a 20 atendimentos, não só de cães e gatos como também furões, aves e coelhos. O animal é recolhido na residência ou na clínica veterinária (não é cobrado traslado).

“A família pode vir até o crematório e se despedir, mas não pode assistir a cerimônia até o final, pois já houve casos de pessoas que passaram mal”, informa. Hoje há dois valores: R$ 390 para animais até 20kg e acima disso (até no máximo 45kg) R$ 490. Nesses valores está inclusa a urna.

Thiago lembra que na região ainda não é tão comum procurarem os serviços, e que por conta da crise,  o número de atendimentos também vem caindo, porém quando as pessoas são apegadas aos seus animais preferem cremar e não destiná-los ao aterro. Ele afirma que hoje não há convênio com a prefeitura ou ONGs, mas que já atenderam cães da Viva Bicho. O local funciona todos os dias das 8h30 às 12h e das 13h30 às 18h. Infomações: 3398-1724.

Descarte comum

Para quem não pode gastar com cremação, a opção é descartar o corpo do animal através da Ambiental. O gerente regional da empresa, Eduardo Alvino da Silva, conta que esse serviço faz parte da coleta hospitalar.

O caminhão recolhe os animais, que devem estar ensacados, em casas ou em clínicas veterinárias e os encaminha ao aterro sanitário. Hoje os serviços são focados somente em animais de pequeno porte, cães da raça Dogue Alemão e cavalos, por exemplo, não podem ser recolhidos, porque não há como transportá-los.

Eduardo conta que a destinação final mais adequada no aterro seria a incineração, mas como a região não possui esse serviço, os animais são dispostos junto com o lixo comum.

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