Jornal Página 3

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Cursos de formação de policiais são suspensos por decisão da justiça
Divulgação PM
curso começou e logo foi suspenso

Sexta, 3/6/2016 10:32.

O curso que formaria novos soldados para o 12º Batalhão de Polícia Militar (BPM) não durou nem um dia. Ele começou na quarta-feira (1º) e neste mesmo dia já foi suspenso por ordem judicial. Os 60 candidatos, vindos de vários estados brasileiros, não sabem o que fazer. A suspensão aconteceu em todo o Estado, por conta de indícios de fraude no diploma de 53 dos 711 alunos que começaram o curso da PMSC. Eles teriam falsificado diplomas e/ou usado diplomas de instituições não autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC), o que era exigido no edital.

O período de treinamento duraria nove meses e depois desse tempo eles estariam preparados para servir a sociedade. O curso possui mais de 1400 horas-aula, além de 45 horas de estágio supervisionado.

O cabo Denício Rosa explicou que a previsão do primeiro dia de aula era que terminasse às 0h, mas às 21h, logo após a janta, todos foram dispensados. “Até segunda ordem, o curso está suspenso. Ele não foi anulado”, disse. Ele salientou ainda que a Procuradoria Geral do Estado ficou sabendo da decisão do tribunal através da imprensa, ou seja, quem deveria ser informada primeiro, foi a última.

Outro policial militar, que preferiu não se identificar, lamentou a situação que os alunos-soldados estão vivendo. “A decisão da justiça, tomada no fim da tarde de quarta-feira, de suspender o curso de formação de soldados, pegou a todos de surpresa, já estávamos apresentando as rotinas, transmitindo valores, todos muito felizes e empolgados”, escreveu.

Ele contou que chegaram às 7h no batalhão para recepcionar os novos alunos e que era a notória a alegria de todos. “Havia pessoas de todo o Brasil, homens e mulheres que deixaram seus empregos, trouxeram suas famílias, alugaram casas, pousadas, vieram com suas mudanças, pois jamais poderiam esperar pelo que vinha”, comentou. Dentre os alunos, o PM destacou um que era capitão no Exército Brasileiro e pediu baixa para ficar mais perto da família e cursar Direito. Além dele, havia outros dez que pediram exoneração de seus cargos públicos.

 

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade

Página 3

Cursos de formação de policiais são suspensos por decisão da justiça

Divulgação PM
curso começou e logo foi suspenso
curso começou e logo foi suspenso
Sexta, 3/6/2016 10:32.

O curso que formaria novos soldados para o 12º Batalhão de Polícia Militar (BPM) não durou nem um dia. Ele começou na quarta-feira (1º) e neste mesmo dia já foi suspenso por ordem judicial. Os 60 candidatos, vindos de vários estados brasileiros, não sabem o que fazer. A suspensão aconteceu em todo o Estado, por conta de indícios de fraude no diploma de 53 dos 711 alunos que começaram o curso da PMSC. Eles teriam falsificado diplomas e/ou usado diplomas de instituições não autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC), o que era exigido no edital.

O período de treinamento duraria nove meses e depois desse tempo eles estariam preparados para servir a sociedade. O curso possui mais de 1400 horas-aula, além de 45 horas de estágio supervisionado.

O cabo Denício Rosa explicou que a previsão do primeiro dia de aula era que terminasse às 0h, mas às 21h, logo após a janta, todos foram dispensados. “Até segunda ordem, o curso está suspenso. Ele não foi anulado”, disse. Ele salientou ainda que a Procuradoria Geral do Estado ficou sabendo da decisão do tribunal através da imprensa, ou seja, quem deveria ser informada primeiro, foi a última.

Outro policial militar, que preferiu não se identificar, lamentou a situação que os alunos-soldados estão vivendo. “A decisão da justiça, tomada no fim da tarde de quarta-feira, de suspender o curso de formação de soldados, pegou a todos de surpresa, já estávamos apresentando as rotinas, transmitindo valores, todos muito felizes e empolgados”, escreveu.

Ele contou que chegaram às 7h no batalhão para recepcionar os novos alunos e que era a notória a alegria de todos. “Havia pessoas de todo o Brasil, homens e mulheres que deixaram seus empregos, trouxeram suas famílias, alugaram casas, pousadas, vieram com suas mudanças, pois jamais poderiam esperar pelo que vinha”, comentou. Dentre os alunos, o PM destacou um que era capitão no Exército Brasileiro e pediu baixa para ficar mais perto da família e cursar Direito. Além dele, havia outros dez que pediram exoneração de seus cargos públicos.

 

Publicidade

Publicidade