Jornal Página 3

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Funcionários do rotativo pressionam para manter empregos
Divulgação.
Pessoal do estacionamento rotativo agora à tarde na Câmara de Vereadores.

Sexta, 24/6/2016 13:47.

Os 105 funcionários da concessionária do estacionamento rotativo estão protestando desde hoje de manhã porque a prefeitura suspendeu e vai romper o contrato com a Dom Parking e eles perderão seus empregos.

Desde 11 de junho do ano passado a Dom Parking não paga a retribuição mensal à prefeitura, acumulando dívida superior a R$ 700 mil.
Diretores da concessionária se recusam a atender a imprensa e estão usando os empregados como massa de manobra para tentar reverter a decisão do município de encerrar a concessão.

Justa ou injustamente a imagem desses funcionários na comunidade não é das melhores, são vistos como pessoas que tentam empurrar vendas para os motoristas e que acionam indevidamente a cobrança eletrônica.

Durante as manifestações, funcionários disseram que a Dom Parking não deposita o FGTS dos seus empregados. Reunida com eles uma diretora da empresa teria dito que a prefeitura não quer negociar; que a divida acumulou porque a prioridade era pagar salários e outros custos e as dificuldades acontecem porque os usuários não querem pagar o estacionamento.

O diretor de compras da prefeitura, Mário Teixeira, disse que a decisão da administração é romper o contrato e que juridicamente não existe forma de voltar atrás. 
 

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Funcionários do rotativo pressionam para manter empregos

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Pessoal do estacionamento rotativo agora à tarde na Câmara de Vereadores.
Pessoal do estacionamento rotativo agora à tarde na Câmara de Vereadores.
Sexta, 24/6/2016 13:47.

Os 105 funcionários da concessionária do estacionamento rotativo estão protestando desde hoje de manhã porque a prefeitura suspendeu e vai romper o contrato com a Dom Parking e eles perderão seus empregos.

Desde 11 de junho do ano passado a Dom Parking não paga a retribuição mensal à prefeitura, acumulando dívida superior a R$ 700 mil.
Diretores da concessionária se recusam a atender a imprensa e estão usando os empregados como massa de manobra para tentar reverter a decisão do município de encerrar a concessão.

Justa ou injustamente a imagem desses funcionários na comunidade não é das melhores, são vistos como pessoas que tentam empurrar vendas para os motoristas e que acionam indevidamente a cobrança eletrônica.

Durante as manifestações, funcionários disseram que a Dom Parking não deposita o FGTS dos seus empregados. Reunida com eles uma diretora da empresa teria dito que a prefeitura não quer negociar; que a divida acumulou porque a prioridade era pagar salários e outros custos e as dificuldades acontecem porque os usuários não querem pagar o estacionamento.

O diretor de compras da prefeitura, Mário Teixeira, disse que a decisão da administração é romper o contrato e que juridicamente não existe forma de voltar atrás. 
 

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