Jornal Página 3

Publicidade

Publicidade

Duas semanas sem estacionamento rotativo, o que mudou?

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Divulgação PMBC

Quarta, 6/7/2016 8:39.

Após duas semanas da suspensão dos serviços prestados pela Dom Parking, a empresa que administrava o estacionamento rotativo da cidade segue na Justiça buscando retomar o contrato que foi rompido por inadimplência. A concessionária devia ao município um ano de aluguel e essa foi pelo menos a terceira vez em que acumulou saldo devedor expressivo.  

Enquanto isso, já é perceptível nas ruas o impacto que a não cobrança da zona azul tem trazido à complicada mobilidade da cidade.

Na Justiça

De acordo com a Procuradoria do Município, a recisão contratual está em trâmite, na fase de recursos po parte da empresa e a expectativa é que na semana que vem saia a decisão na primeira instância.

Segundo o procurador, Marcelo Freitas, a prefeitura também ingressou com uma ação judicial na sexta-feira (1º), pedindo o rol de usuários e os créditos que cada um possui. Ele disse que as informações haviam sido solicitadas à empresa antes, mas que a mesma não havia respondido.

Pouco antes de ter os serviços suspensos, a Dom Parking havia sofrido na Justiça outra perda: a decisão da juíza Adriana Lisbôa, da Vara da Fazenda Pública , de proibir a ampliação do número de vagas do estacionamento rotativo devido uma ação popular que pedia o cancelamento do contrato.

Dívida e pagamento

A Dom Parking estava devendo quase R$ 740 mil ao município, situação que durava quase um ano sem que a prefeitura tomasse uma posição, até que o caso foi denunciado pelo Observatório Social e Jornal Página 3.

Conforme Freitas, há duas semanas a concessionária tentou um acordo, pedindo o parcelamento da dívida, no entanto a Procuradoria entendeu que não há previsão legal para tal no contrato de concessão.

A empresa foi procurada pela reportagem, mas não se manifestou até o momento.

Vagas

O secretário de Compras, Mário Teixeira informou que assim que o contrato for rescindido, haverá a abertura de licitação para a contratação de nova empresa. "Se isso ocorrer, a volta do serviço deve acontecer dentro 100 a 120 dias", explicou.

O prazo é apertado e pode se aproximar bastante da temporada de verão. Até lá a cidade ficará sem cobrança do estacionamento rotativo e com isso, a situação das vagas na área central se torna um problema.

Nas ruas, motoristas reclamam dos reflexos da falta de rotatividade.

E você leitor, percebeu alguma mudança na hora de estacionar sem a cobrança? Opine!


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade



Publicidade


Publicidade


Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade