Jornal Página 3

Publicidade

Publicidade

Governo federal não confirma dinheiro para Centro de Eventos de Balneário

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Divulgação
Estilo Jeca Tatu: jeans para pedir R$ 55 milhões a um ministro de estado

Sexta, 26/2/2016 5:46.

O prefeito Edson Piriquito foi ontem a Brasília tentar liberar parte dos R$ 55 milhões que o governo federal deveria repassar para a construção do centro de eventos de Balneário Camboriú, mas não garantiu nada além de promessas.

Através do deputado federal Mauro Mariani (PMDB), o prefeito conseguiu ser recebido pelo ministro do turismo, Henrique Alves, e ouviu dele que antes do dia 10 de março nada pode ser definido.

Mesmo assim a assessoria de Mariani distribuiu nota à imprensa afirmando que as obras do centro de eventos não iriam parar porque o ministro do turismo havia garantido as verbas.

Desconfiada, a reportagem do Página 3 entrou em contato com a assessoria de Mariani e constatou que a história real é outra, não tem dinheiro nenhum garantido.

Isso porque o governo federal pretende anunciar só em 10 de março cortes no orçamento da União de no mínimo R$ 25 bilhões, portanto nenhum ministro sabe quais programas terão ou não verbas garantidas.

Programas prioritários do governo federal (centro de eventos não é um deles) estão com verbas atrasadas, as dívidas com empreiteiras  no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento superam R$ 4 bilhões.

Na verdade, o ministro do turismo nem sabe se continuará no cargo. Em dezembro a Polícia Federal varejou seu apartamento em Natal (RN) com autorização do Supremo Tribunal Federal porque ele é suspeito de envolvimento na Lava Jato.

Em reportagem publicada na quarta-feira, este jornal alertou para o risco da prefeitura investir cerca de R$ 40 milhões numa obra que ninguém sabe se terá continuidade devido à indefinição do governo federal.

É isso que acontecerá se não vier dinheiro federal, porque faltariam cerca de R$ 80 milhões para finalizar a construção e mobiliar o centro de eventos.   

A foto acima mostra o chefe de gabinete do prefeito, Edésio Marcelino; o prefeito; o ministro Alves; o secretário Fábio Flôr e o deputado Mariani. É de se perguntar da necessidade de enviar três representantes da prefeitura a Brasília para falar com um ministro, com todas as despesas que isto gera.

A foto abaixo mostra o prefeito (de sapato de tênis), o ministro e Fábio Flôr. 

 


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade



Publicidade


Publicidade


Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade