Jornal Página 3

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Protesto na Praia do Pinho pediu mais segurança no local
Divulgação.
Falta de respeito pelo ambiente natural.

Quarta, 10/2/2016 11:15.

O protesto pacífico pedindo por mais segurança na Praia do Pinho, que aconteceu na segunda-feira (8), chamou a atenção de quem estava lá. A Associação Naturista da Praia do Pinho (PINHONAT) expôs cerca de 300kg de lixo para que todos vejam o que os costões da praia escondem: casos de promiscuidade, assédio e até tentativa de estupro.

O presidente da PINHONAT, Luiz Carlos Hack, conta que tudo correu bem e que o público aplaudiu a ação, apoiando a associação. A praia estava cheia por conta do feriado de Carnaval. “Quem não gostou foram os proprietários das pousadas e camping que existem na praia. Estamos cansados e não vamos deixar que a sujeira seja varrida para baixo do tapete. Além do lixo, estão acontecendo inúmeros casos de crimes e promiscuidade no Pinho e isso precisa parar”, comenta.

Luiz concedeu entrevista ao Página 3 em 21 de fevereiro do último ano, onde relatou os horrores que o Pinho vive. Segundo ele, foi tentado contato com a prefeitura e órgãos da segurança diversas vezes, mas sem resultado.

O vídeo abaixo mostra parte do que está acontecendo por lá.

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Página 3

Protesto na Praia do Pinho pediu mais segurança no local

Divulgação.
Falta de respeito pelo ambiente natural.
Falta de respeito pelo ambiente natural.
Quarta, 10/2/2016 11:15.

O protesto pacífico pedindo por mais segurança na Praia do Pinho, que aconteceu na segunda-feira (8), chamou a atenção de quem estava lá. A Associação Naturista da Praia do Pinho (PINHONAT) expôs cerca de 300kg de lixo para que todos vejam o que os costões da praia escondem: casos de promiscuidade, assédio e até tentativa de estupro.

O presidente da PINHONAT, Luiz Carlos Hack, conta que tudo correu bem e que o público aplaudiu a ação, apoiando a associação. A praia estava cheia por conta do feriado de Carnaval. “Quem não gostou foram os proprietários das pousadas e camping que existem na praia. Estamos cansados e não vamos deixar que a sujeira seja varrida para baixo do tapete. Além do lixo, estão acontecendo inúmeros casos de crimes e promiscuidade no Pinho e isso precisa parar”, comenta.

Luiz concedeu entrevista ao Página 3 em 21 de fevereiro do último ano, onde relatou os horrores que o Pinho vive. Segundo ele, foi tentado contato com a prefeitura e órgãos da segurança diversas vezes, mas sem resultado.

O vídeo abaixo mostra parte do que está acontecendo por lá.

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