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Bolsa sobe 0,75% e fecha ano acima de 60 mil pontos; dólar cai para R$ 3,25

Sexta, 30/12/2016 7:14.

DANIELLE BRANT
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Ibovespa subiu 0,75% e fechou o último pregão do ano acima de 60 mil pontos, apesar do volume fraco da sessão desta quinta-feira (29). O dólar fechou o dia em queda e cotado a R$ 3,25.

No ano, a Bolsa brasileira acumulou valorização de 38,93%, a maior desde 2009, quando subiu 82,66%.

Em sua sexta alta seguida, o índice foi impulsionado pelas ações de bancos, enquanto papéis que tinham movimentado o Ibovespa nos últimos pregões, como os da Vale, fecharam em baixa.

No setor financeiro, as ações do Itaú fecharam com alta de 1,11%. Os papéis preferenciais do Bradesco avançaram 1,65% e os ordinários, 1,82%.

As ações do Banco do Brasil subiram 1,44% e as units -conjunto de ações- do Santander tiveram valorização de 1,16%.

Os papéis preferenciais da mineradora Vale devolveram parte dos ganhos registrados nos últimos quatro pregões e caíram 1,93%, para R$ 23,34.

As ações ordinárias tiveram queda de 3,75%.

A Petrobras, que passou a maior parte da sessão em baixa acompanhando a queda do preço do petróleo. As ações mais negociadas subiram 0,61%, para R$ 14,87. Os papéis com direito a voto caíram 0,24%, para R$ 16,94.

A petrolífera aprovou na noite de quarta-feira a venda de dois ativos, mas, mesmo assim, não atingiu a meta que fixou para 2016.

No cenário macroeconômico, o IBGE informou que a taxa de desemprego do país subiu para 11,9% no trimestre encerrado em novembro, em linha com o esperado pelo mercado.

Já os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) foram mais preocupantes e pegaram de surpresa os investidores, embora não tenham impactado a Bolsa. O Brasil fechou em novembro um total de 116,7 mil vagas.

O centro de expectativas de analistas consultados pela agência internacional Bloomberg esperava fechamento de 72 mil vagas.

DÓLAR

O dólar fechou em baixa nesta sessão, cotado a R$ 3,25. O dólar à vista caiu 1,02%, para R$ 3,250. O dólar comercial recuou 0,88%, para R$ 3,252.

No ano, o real foi a moeda que mais ganhou força em relação ao dólar, considerando uma cesta com as 31 principais divisas mundiais. A moeda brasileira subiu 21,8% ante a divisa americana. Em segundo lugar ficou o rublo russo e em terceiro, o rand sul-africano.

A moeda que mais se desvalorizou em relação à divisa americana foi o peso argentino, com queda de 18,5%. Na penúltima colocação, ficou a libra, do Reino Unido, que perdeu 17,5%.

"A queda desta quinta foi reflexo do dólar mais fraco ao redor do mundo. Depois da eleição de Donald Trump nos EUA, o dólar ganhou força, mas esse movimento veio sendo corrigido neste mês", afirma Ignacio Crespo, economista da Guide Investimentos.

Os investidores ficaram atentos a dados de auxílio-desemprego nos EUA. O número de pedidos caiu em 10 mil, para 265 mil, na semana encerrada em 24 de dezembro.

No mercado de juros futuros, os contratos fecharam o dia com sinais mistos. O de vencimento para abril de 2017 caiu de 12,940% para 12,915%, enquanto o de julho teve alta de 12,40% para 12,42%. 

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Bolsa sobe 0,75% e fecha ano acima de 60 mil pontos; dólar cai para R$ 3,25

Sexta, 30/12/2016 7:14.

DANIELLE BRANT
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Ibovespa subiu 0,75% e fechou o último pregão do ano acima de 60 mil pontos, apesar do volume fraco da sessão desta quinta-feira (29). O dólar fechou o dia em queda e cotado a R$ 3,25.

No ano, a Bolsa brasileira acumulou valorização de 38,93%, a maior desde 2009, quando subiu 82,66%.

Em sua sexta alta seguida, o índice foi impulsionado pelas ações de bancos, enquanto papéis que tinham movimentado o Ibovespa nos últimos pregões, como os da Vale, fecharam em baixa.

No setor financeiro, as ações do Itaú fecharam com alta de 1,11%. Os papéis preferenciais do Bradesco avançaram 1,65% e os ordinários, 1,82%.

As ações do Banco do Brasil subiram 1,44% e as units -conjunto de ações- do Santander tiveram valorização de 1,16%.

Os papéis preferenciais da mineradora Vale devolveram parte dos ganhos registrados nos últimos quatro pregões e caíram 1,93%, para R$ 23,34.

As ações ordinárias tiveram queda de 3,75%.

A Petrobras, que passou a maior parte da sessão em baixa acompanhando a queda do preço do petróleo. As ações mais negociadas subiram 0,61%, para R$ 14,87. Os papéis com direito a voto caíram 0,24%, para R$ 16,94.

A petrolífera aprovou na noite de quarta-feira a venda de dois ativos, mas, mesmo assim, não atingiu a meta que fixou para 2016.

No cenário macroeconômico, o IBGE informou que a taxa de desemprego do país subiu para 11,9% no trimestre encerrado em novembro, em linha com o esperado pelo mercado.

Já os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) foram mais preocupantes e pegaram de surpresa os investidores, embora não tenham impactado a Bolsa. O Brasil fechou em novembro um total de 116,7 mil vagas.

O centro de expectativas de analistas consultados pela agência internacional Bloomberg esperava fechamento de 72 mil vagas.

DÓLAR

O dólar fechou em baixa nesta sessão, cotado a R$ 3,25. O dólar à vista caiu 1,02%, para R$ 3,250. O dólar comercial recuou 0,88%, para R$ 3,252.

No ano, o real foi a moeda que mais ganhou força em relação ao dólar, considerando uma cesta com as 31 principais divisas mundiais. A moeda brasileira subiu 21,8% ante a divisa americana. Em segundo lugar ficou o rublo russo e em terceiro, o rand sul-africano.

A moeda que mais se desvalorizou em relação à divisa americana foi o peso argentino, com queda de 18,5%. Na penúltima colocação, ficou a libra, do Reino Unido, que perdeu 17,5%.

"A queda desta quinta foi reflexo do dólar mais fraco ao redor do mundo. Depois da eleição de Donald Trump nos EUA, o dólar ganhou força, mas esse movimento veio sendo corrigido neste mês", afirma Ignacio Crespo, economista da Guide Investimentos.

Os investidores ficaram atentos a dados de auxílio-desemprego nos EUA. O número de pedidos caiu em 10 mil, para 265 mil, na semana encerrada em 24 de dezembro.

No mercado de juros futuros, os contratos fecharam o dia com sinais mistos. O de vencimento para abril de 2017 caiu de 12,940% para 12,915%, enquanto o de julho teve alta de 12,40% para 12,42%. 

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