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Enquete: o que pensam os estudantes sobre o ensino nos dias de hoje

Quinta, 11/8/2016 10:59.

O Dia do Estudante é comemorado nesta quinta-feira (11). Para lembrar a data, o Página 3 conversou com alguns para questionar o que gostam, o que não curtem e o que gostariam de mudar na instituição em que estudam e assim tornar essa ‘tarefa’ mais atraente, já que a maioria das nossas escolas não consegue acompanhar a corrida da era digital. Confira.

Bruna Ribeiro, acadêmica de Direito da Univali e presidente do DCE da universidade

“A Univali é a maior universidade comunitária de Santa Catarina, e vejo que esse é um ponto muito positivo, porque foge de ser apenas uma instituição privada e tem uma responsabilidade social e contato com a comunidade. Vejo que temos que melhorar a integração entre os alunos para que haja mais diálogo. A Univali precisa deixar de ser tão formal e se tornar mais comunicativa. Hoje o perfil de boa parte dos acadêmicos é aquele que trabalha o dia inteiro e estuda à noite, então vejo que em âmbito nacional é preciso uma reforma na grade curricular. Os alunos quando estão na sala de aula pensam em qualquer coisa, menos no conteúdo que está sendo passado. Educação não é simplesmente estar na sala absorvendo conteúdo, pelo contrário, você aprende muito mais através da experimentação”.

Karise Belissaro Garcia, estudante do Ensino Médio da Escola de Educação Básica Professora Maria da Glória Pereira

“Gosto dos professores, a maioria ensina e explica muito bem e eles têm muito conteúdo para passar. Como sou cadeirante, vejo que as escolas ainda são pouco inclusivas e acessíveis. Aqui no Maria da Glória, por exemplo, ainda não há um elevador e fica difícil para eu conseguir acessar o segundo piso. Os professores também precisam ser mais valorizados”.

André Luiz Rodrigues dos Santos, acadêmico de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade Avantis e presidente do DCE da instituição

“O que mais gosto na Avantis é o contato direto que temos com os professores, é algo muito humanizado. A qualidade do ensino também é muito boa. Como a Avantis está em processo de crescimento, a questão das obras que vêm sendo realizadas ao redor da faculdade dificultam um pouco, principalmente no trânsito, mas isso é normal, o restante está bom. Acho que para que a educação melhore é preciso modernizar o sistema e valorizar mais os professores. Os alunos aprendem pouco e se surpreendem quando chegam na faculdade e muitos acabam não dando conta do conteúdo que recebem”.

Ghiovanna Gabrielle de Souza, estudante do Ensino Médio do Instituto Federal Catarinense

“Escola pra mim não é, tão simplesmente, um lugar onde conhecimentos são transmitidos e sim um local onde cada um começa a se sentir parte de uma sociedade. Foi no colégio onde pude construir a pessoa que sou hoje, marcada pelos professores que me ensinaram tantas coisas e por cada colega que comigo conviveu. Porém, vejo que há muitos alunos que não vêem esses detalhes e que não vão para a escola buscando isso, pelo contrário, estão lá por certa ‘ obrigação’ . Acho que para conquistarmos uma educação inclusiva, de qualidade e acessível é preciso uma reforma didática e mais valorização aos professores e da escola em si”.

Beatriz Rossi Molleri, estudante do Ensino Médio da Escola de Educação Básica Professora Maria da Glória Pereira

“Na minha escola há muitos professores interessados em passar conhecimento para os alunos, e isso é muito bom, porque assim acabamos tendo mais facilidade de aprender. O que precisa melhorar é a infraestrutura. Por exemplo, hoje a biblioteca é ao lado da quadra e isso não dá certo, porque sempre tem muito barulho. Também é preciso investir mais nas tecnologias, assim as aulas ficam mais dinâmicas e os alunos se interessam mais. Ninguém gosta de só ficar copiando matéria o tempo todo”.

Bruno dos Anjos, acadêmico de Engenharia do Petróleo da Udesc BC e presidente do Centro Acadêmico do curso

“O curso é excelente e vejo que a localização do campus da Udesc BC hoje é perfeita, apesar de que a estrutura peca em alguns aspectos. O novo campus, que será no Bairro Nova Esperança, ficará longe do Centro, mas será de muita qualidade. Os professores são muito tranquilos, e a grande maioria é acessível, sempre estão dispostos a tirar as nossas dúvidas e são muito capacitados. Penso que o caminho para uma melhora na educação é variar nas atividades, levar os alunos para fora da sala de aula. Por exemplo, no novo campus, quando abrir, teremos novos laboratórios e mais prática. Os alunos não gostam de só ficar copiando matéria, é preciso inovação”.

Vinícius Rutes Henning, estudante do Ensino Médio do Instituto Federal Catarinense

“Como eterno estudante e futuro professor, quero cursar Letras, considero a escola como o pilar que sustenta a sociedade. Além de tratar de assuntos acadêmicos e científicos, é na escola onde, teoricamente, nos tornamos pessoas melhores e nos preparamos para o nosso futuro. Em minha opinião, apenas iremos atingir a ‘utopia da educação’ quando a entregarmos para todos, e com qualidade. Também vejo que é preciso atualizar a metodologia do ensino das escolas de hoje. No meu colégio felizmente tenho um ensino diferenciado, onde a maioria dos professores busca passar o conhecimento por novas propostas e atividades, mas sei que não é uma realidade para todos. Se hoje posso dizer que desenvolvi artigos científicos, e que participei do Programa de Imersão à Cultura e Língua Inglesa (junto da Embaixada dos Estados Unidos, em evento ocorrido em julho em Brasília), foi por causa das oportunidades que tive na escola”.

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Enquete: o que pensam os estudantes sobre o ensino nos dias de hoje

O Dia do Estudante é comemorado nesta quinta-feira (11). Para lembrar a data, o Página 3 conversou com alguns para questionar o que gostam, o que não curtem e o que gostariam de mudar na instituição em que estudam e assim tornar essa ‘tarefa’ mais atraente, já que a maioria das nossas escolas não consegue acompanhar a corrida da era digital. Confira.

Bruna Ribeiro, acadêmica de Direito da Univali e presidente do DCE da universidade

“A Univali é a maior universidade comunitária de Santa Catarina, e vejo que esse é um ponto muito positivo, porque foge de ser apenas uma instituição privada e tem uma responsabilidade social e contato com a comunidade. Vejo que temos que melhorar a integração entre os alunos para que haja mais diálogo. A Univali precisa deixar de ser tão formal e se tornar mais comunicativa. Hoje o perfil de boa parte dos acadêmicos é aquele que trabalha o dia inteiro e estuda à noite, então vejo que em âmbito nacional é preciso uma reforma na grade curricular. Os alunos quando estão na sala de aula pensam em qualquer coisa, menos no conteúdo que está sendo passado. Educação não é simplesmente estar na sala absorvendo conteúdo, pelo contrário, você aprende muito mais através da experimentação”.

Karise Belissaro Garcia, estudante do Ensino Médio da Escola de Educação Básica Professora Maria da Glória Pereira

“Gosto dos professores, a maioria ensina e explica muito bem e eles têm muito conteúdo para passar. Como sou cadeirante, vejo que as escolas ainda são pouco inclusivas e acessíveis. Aqui no Maria da Glória, por exemplo, ainda não há um elevador e fica difícil para eu conseguir acessar o segundo piso. Os professores também precisam ser mais valorizados”.

André Luiz Rodrigues dos Santos, acadêmico de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade Avantis e presidente do DCE da instituição

“O que mais gosto na Avantis é o contato direto que temos com os professores, é algo muito humanizado. A qualidade do ensino também é muito boa. Como a Avantis está em processo de crescimento, a questão das obras que vêm sendo realizadas ao redor da faculdade dificultam um pouco, principalmente no trânsito, mas isso é normal, o restante está bom. Acho que para que a educação melhore é preciso modernizar o sistema e valorizar mais os professores. Os alunos aprendem pouco e se surpreendem quando chegam na faculdade e muitos acabam não dando conta do conteúdo que recebem”.

Ghiovanna Gabrielle de Souza, estudante do Ensino Médio do Instituto Federal Catarinense

“Escola pra mim não é, tão simplesmente, um lugar onde conhecimentos são transmitidos e sim um local onde cada um começa a se sentir parte de uma sociedade. Foi no colégio onde pude construir a pessoa que sou hoje, marcada pelos professores que me ensinaram tantas coisas e por cada colega que comigo conviveu. Porém, vejo que há muitos alunos que não vêem esses detalhes e que não vão para a escola buscando isso, pelo contrário, estão lá por certa ‘ obrigação’ . Acho que para conquistarmos uma educação inclusiva, de qualidade e acessível é preciso uma reforma didática e mais valorização aos professores e da escola em si”.

Beatriz Rossi Molleri, estudante do Ensino Médio da Escola de Educação Básica Professora Maria da Glória Pereira

“Na minha escola há muitos professores interessados em passar conhecimento para os alunos, e isso é muito bom, porque assim acabamos tendo mais facilidade de aprender. O que precisa melhorar é a infraestrutura. Por exemplo, hoje a biblioteca é ao lado da quadra e isso não dá certo, porque sempre tem muito barulho. Também é preciso investir mais nas tecnologias, assim as aulas ficam mais dinâmicas e os alunos se interessam mais. Ninguém gosta de só ficar copiando matéria o tempo todo”.

Bruno dos Anjos, acadêmico de Engenharia do Petróleo da Udesc BC e presidente do Centro Acadêmico do curso

“O curso é excelente e vejo que a localização do campus da Udesc BC hoje é perfeita, apesar de que a estrutura peca em alguns aspectos. O novo campus, que será no Bairro Nova Esperança, ficará longe do Centro, mas será de muita qualidade. Os professores são muito tranquilos, e a grande maioria é acessível, sempre estão dispostos a tirar as nossas dúvidas e são muito capacitados. Penso que o caminho para uma melhora na educação é variar nas atividades, levar os alunos para fora da sala de aula. Por exemplo, no novo campus, quando abrir, teremos novos laboratórios e mais prática. Os alunos não gostam de só ficar copiando matéria, é preciso inovação”.

Vinícius Rutes Henning, estudante do Ensino Médio do Instituto Federal Catarinense

“Como eterno estudante e futuro professor, quero cursar Letras, considero a escola como o pilar que sustenta a sociedade. Além de tratar de assuntos acadêmicos e científicos, é na escola onde, teoricamente, nos tornamos pessoas melhores e nos preparamos para o nosso futuro. Em minha opinião, apenas iremos atingir a ‘utopia da educação’ quando a entregarmos para todos, e com qualidade. Também vejo que é preciso atualizar a metodologia do ensino das escolas de hoje. No meu colégio felizmente tenho um ensino diferenciado, onde a maioria dos professores busca passar o conhecimento por novas propostas e atividades, mas sei que não é uma realidade para todos. Se hoje posso dizer que desenvolvi artigos científicos, e que participei do Programa de Imersão à Cultura e Língua Inglesa (junto da Embaixada dos Estados Unidos, em evento ocorrido em julho em Brasília), foi por causa das oportunidades que tive na escola”.

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