Jornal Página 3

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Mutreta para construir onde a lei não permite vai hoje ao Conselho da Cidade
Google.
O terreno. Querem concentrar 576 famílias aqui e criar problema urbanístico.

Segunda, 1/8/2016 7:53.

O secretário do Planejamento, Wilson Roberto Basso, convocou o Conselho da Cidade para discutir na quinta-feira, dentre outros assuntos, projeto que prevê alterar o Plano Diretor para construir 576 apartamentos, na Avenida Hermógenes de Assis Feijó com a Rua Daniel Anastácio Fraga, no Bairro da Barra. É segunda discussão do projeto com edifícios de 13 andares numa região onde só podem ser construídos 2,5 pavimentos.

O argumento para violar o Plano Diretor é que esses apartamentos serão vendidos apenas para servidores públicos, mas não existe garantia alguma que isso seja verdade.

O negócio beneficia várias pessoas, dentre elas um aliado político do prefeito Edson Piriquito: Paulo Corrêa Jr. nomeado em cargo de confiança no gabinete do vereador peemedebista Elizeu Pereira.

Outro beneficiado é Valdir Lolli, ex-presidente do sindicato dos servidores que é pré-candidato a vereador.

Este projeto já tramitou em 2014 na Câmara de Vereadores e não foi aprovado, mas agora o construtor e o dono do terreno, voltaram à carga porque é um negócio extremamente lucrativo alterar a lei municipal em favor próprio.

O projeto está na Câmara e nele o prefeito declara que o assunto foi aprovado no Conselho da Cidade. Trata-se de uma declaração falsa de um servidor público em documento público, portanto crime, já que o Conselho da Cidade não aprovou, deu sinal verde para que fossem apresentados estudos de impacto etc.

Nas audiências públicas de revisão do Plano Diretor ocorridas na Barra no ano passado a população daquele bairro decidiu que não queria edifícios altos.

A prova que o negócio foi dirigido para beneficiar um dono de terreno é que a sugestão feita por um conselheiro da cidade numa audiência anterior de distribuir os edifícios em várias áreas dos bairros, para amenizar os impactos de vizinhança, não foi aceita.

Semanas atrás quando o Página 3 informou sobre este assunto, alguns integrantes do Conselho da Cidade disseram que se sentiram constrangidos em examinar o tema em ano eleitoral e às pressas. Um deles disse ao Página 3 que “fizeram uma armação, encheram a sala de funcionários públicos pressionando os conselheiros”.

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade



Cidade

Balneário Camboriú passa a ser a cidade brasileira com mais bandeiras azuis


Política

Estratégia é oferecer cargos nos Estados aos deputados avulsos


Justiça

Empreendedor se defende em nota à imprensa


Cidade

O acordo põe fim a anos de insegurança e desgaste jurídico


Publicidade


Publicidade


Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade

Página 3

Mutreta para construir onde a lei não permite vai hoje ao Conselho da Cidade

Google.
O terreno. Querem concentrar 576 famílias aqui e criar problema urbanístico.
O terreno. Querem concentrar 576 famílias aqui e criar problema urbanístico.
Segunda, 1/8/2016 7:53.

O secretário do Planejamento, Wilson Roberto Basso, convocou o Conselho da Cidade para discutir na quinta-feira, dentre outros assuntos, projeto que prevê alterar o Plano Diretor para construir 576 apartamentos, na Avenida Hermógenes de Assis Feijó com a Rua Daniel Anastácio Fraga, no Bairro da Barra. É segunda discussão do projeto com edifícios de 13 andares numa região onde só podem ser construídos 2,5 pavimentos.

O argumento para violar o Plano Diretor é que esses apartamentos serão vendidos apenas para servidores públicos, mas não existe garantia alguma que isso seja verdade.

O negócio beneficia várias pessoas, dentre elas um aliado político do prefeito Edson Piriquito: Paulo Corrêa Jr. nomeado em cargo de confiança no gabinete do vereador peemedebista Elizeu Pereira.

Outro beneficiado é Valdir Lolli, ex-presidente do sindicato dos servidores que é pré-candidato a vereador.

Este projeto já tramitou em 2014 na Câmara de Vereadores e não foi aprovado, mas agora o construtor e o dono do terreno, voltaram à carga porque é um negócio extremamente lucrativo alterar a lei municipal em favor próprio.

O projeto está na Câmara e nele o prefeito declara que o assunto foi aprovado no Conselho da Cidade. Trata-se de uma declaração falsa de um servidor público em documento público, portanto crime, já que o Conselho da Cidade não aprovou, deu sinal verde para que fossem apresentados estudos de impacto etc.

Nas audiências públicas de revisão do Plano Diretor ocorridas na Barra no ano passado a população daquele bairro decidiu que não queria edifícios altos.

A prova que o negócio foi dirigido para beneficiar um dono de terreno é que a sugestão feita por um conselheiro da cidade numa audiência anterior de distribuir os edifícios em várias áreas dos bairros, para amenizar os impactos de vizinhança, não foi aceita.

Semanas atrás quando o Página 3 informou sobre este assunto, alguns integrantes do Conselho da Cidade disseram que se sentiram constrangidos em examinar o tema em ano eleitoral e às pressas. Um deles disse ao Página 3 que “fizeram uma armação, encheram a sala de funcionários públicos pressionando os conselheiros”.

Publicidade

Publicidade