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Colombo barra concessão de aumentos salariais em 2016
James Tavares/Secom

Terça, 12/4/2016 14:09.

O governador Raimundo Colombo assinou hoje (12) uma resolução que barra concessões de aumentos salariais até dezembro. Os reajustes já acertados ou garantidos por legislação serão mantidos. Só os novos pedidos serão afetados. A justificativa do governo estadual é a crise e evitar o crescimento além do previsto para a folha de pagamento, cujos gastos têm beirado o limite legal da Lei de Responsabilidade Fiscal.

A decisão do Grupo Gestor de Governo foi anunciada na capital por Colombo e pelo vice, Eduardo Pinho Moreira.

“O ano nos desafia, a queda de receita está se acentuando de maneira muito forte. Vamos honrar os aumentos salariais já assegurados. Novos pedidos de aumentos é que não serão concedidos porque a nosso receita não comporta. Não temos dinheiro novo. Vamos ter que segurar isso para não acontecer o que está acontecendo em outros estados, que é o atraso de pagamentos”, afirmou Colombo.

De acordo com o secretário de Estado da Fazenda, Antonio Gavazzoni, a folha vai crescer esse ano mais de 10% por causa do pagamento de reajustes para todas as categorias, em contrapartida, a arrecadação deve fechar o ano com 1% de crescimento nominal.

Ele lembrou ainda que o Estado está chamando mais de 1,2 mil profissionais em junho (658 na PM, 420 agentes, 66 delegados e 150 auxiliares criminalísticos), o que terá um impacto de R$ 96 milhões por ano.

“O Governo não tem condições de conceder aumentos ou reajustes como os que estão sendo pedidos. Se fôssemos ceder às pressões estaríamos falando de impacto superior a R$ 1 bilhão a mais na folha do ano”, exemplificou.

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Colombo barra concessão de aumentos salariais em 2016

James Tavares/Secom
Terça, 12/4/2016 14:09.

O governador Raimundo Colombo assinou hoje (12) uma resolução que barra concessões de aumentos salariais até dezembro. Os reajustes já acertados ou garantidos por legislação serão mantidos. Só os novos pedidos serão afetados. A justificativa do governo estadual é a crise e evitar o crescimento além do previsto para a folha de pagamento, cujos gastos têm beirado o limite legal da Lei de Responsabilidade Fiscal.

A decisão do Grupo Gestor de Governo foi anunciada na capital por Colombo e pelo vice, Eduardo Pinho Moreira.

“O ano nos desafia, a queda de receita está se acentuando de maneira muito forte. Vamos honrar os aumentos salariais já assegurados. Novos pedidos de aumentos é que não serão concedidos porque a nosso receita não comporta. Não temos dinheiro novo. Vamos ter que segurar isso para não acontecer o que está acontecendo em outros estados, que é o atraso de pagamentos”, afirmou Colombo.

De acordo com o secretário de Estado da Fazenda, Antonio Gavazzoni, a folha vai crescer esse ano mais de 10% por causa do pagamento de reajustes para todas as categorias, em contrapartida, a arrecadação deve fechar o ano com 1% de crescimento nominal.

Ele lembrou ainda que o Estado está chamando mais de 1,2 mil profissionais em junho (658 na PM, 420 agentes, 66 delegados e 150 auxiliares criminalísticos), o que terá um impacto de R$ 96 milhões por ano.

“O Governo não tem condições de conceder aumentos ou reajustes como os que estão sendo pedidos. Se fôssemos ceder às pressões estaríamos falando de impacto superior a R$ 1 bilhão a mais na folha do ano”, exemplificou.

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