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Economia chinesa vai crescer 6,7% em 2016, diz Banco Mundial

Segunda, 11/4/2016 8:31.

O Banco Mundial (BM) prevê que a economia chinesa cresça 6,7% em 2016 e 6,5% em 2017, levando à desaceleração das economias dos países do leste asiático para 6,3% este ano e 6,2% nos próximos dois anos. Num relatório apresentado hoje (11) em Pequim, o banco diz que a segunda maior economia do mundo abrandará nos próximos exercícios, face ao ritmo registrado em 2015 (6,9%), para um crescimento "mais lento e sustentável".

Para o conjunto dos países em desenvolvimento do leste asiático (o que exclui Japão e Índia), o Banco Mundial mantém a previsão de outubro passado, que aponta para uma diminuição face ao ritmo em 2015 (6,5%).

Após um ano em que a China sofreu fugas de capital, o BM - com sede em Washington - espera que o país persista nas reformas que visam a transição econômica para um modelo mais dependente do consumo interno. E acredita que Pequim tomará medidas para conter o aumento da dívida dos governos locais.

"As economias da região necessitam agora de políticas que reduzam os riscos. Para a China, isso implica principalmente diminuir o endividamento", disse o economista chefe do Banco Mundial para o leste da Ásia e Pacífico, Sudhir Shetty.

Os países em desenvolvimento no leste asiático enfrentam cada vez mais riscos e deveriam priorizar políticas monetárias e fiscais que reduzam a vulnerabilidade, ao mesmo tempo que implementam reformas estruturais, recomendam economistas do Banco Mundial. Shetty afirmou também que os governos da região, no geral, têm de ser mais transparentes e reduzir as barreiras comerciais.

Sem contar com a China, as economias dos países do Leste asiático cresceram 4,7% em 2015 e o BM prevê uma expansão de 4,8% em 2016 e 4,9% nos anos 2017 e 2018, suportados pelo sudeste asiático, sobretudo Filipinas e Vietnã.

Segundo os cálculos da instituição, a Indonésia, outra força econômica da região, crescerá 5,1% em 2016 e 5,3% em 2017, impulsionada pelas recentes reformas e um programa de investimento público qualificado como "ambicioso". 

(AB)

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Economia chinesa vai crescer 6,7% em 2016, diz Banco Mundial

Segunda, 11/4/2016 8:31.

O Banco Mundial (BM) prevê que a economia chinesa cresça 6,7% em 2016 e 6,5% em 2017, levando à desaceleração das economias dos países do leste asiático para 6,3% este ano e 6,2% nos próximos dois anos. Num relatório apresentado hoje (11) em Pequim, o banco diz que a segunda maior economia do mundo abrandará nos próximos exercícios, face ao ritmo registrado em 2015 (6,9%), para um crescimento "mais lento e sustentável".

Para o conjunto dos países em desenvolvimento do leste asiático (o que exclui Japão e Índia), o Banco Mundial mantém a previsão de outubro passado, que aponta para uma diminuição face ao ritmo em 2015 (6,5%).

Após um ano em que a China sofreu fugas de capital, o BM - com sede em Washington - espera que o país persista nas reformas que visam a transição econômica para um modelo mais dependente do consumo interno. E acredita que Pequim tomará medidas para conter o aumento da dívida dos governos locais.

"As economias da região necessitam agora de políticas que reduzam os riscos. Para a China, isso implica principalmente diminuir o endividamento", disse o economista chefe do Banco Mundial para o leste da Ásia e Pacífico, Sudhir Shetty.

Os países em desenvolvimento no leste asiático enfrentam cada vez mais riscos e deveriam priorizar políticas monetárias e fiscais que reduzam a vulnerabilidade, ao mesmo tempo que implementam reformas estruturais, recomendam economistas do Banco Mundial. Shetty afirmou também que os governos da região, no geral, têm de ser mais transparentes e reduzir as barreiras comerciais.

Sem contar com a China, as economias dos países do Leste asiático cresceram 4,7% em 2015 e o BM prevê uma expansão de 4,8% em 2016 e 4,9% nos anos 2017 e 2018, suportados pelo sudeste asiático, sobretudo Filipinas e Vietnã.

Segundo os cálculos da instituição, a Indonésia, outra força econômica da região, crescerá 5,1% em 2016 e 5,3% em 2017, impulsionada pelas recentes reformas e um programa de investimento público qualificado como "ambicioso". 

(AB)

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