Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Fama
Emicida compõe música inspirada em League of Legends

Quinta, 20/9/2018 15:05.
Divulgação
Emicida

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(FOLHAPRESS)

O rapper Emicida, 33, fez uma composição especial para o game League of Legends, um multiplayer online que une estratégia de guerra e um universo mágico.

"É só um joguinho", apresentada pela primeira vez na final da segunda fase do CBLoL, dia 8 de setembro, brinca com a visão das pessoas que estão fora do universo gamer e julgam quem passa horas aprimorando as técnicas de jogo.

O convite foi feito pela Riot, desenvolvedora do jogo, que sabia da afinidade do rapper com o universo gamer. Para a composição, Emicida se empenhou e assistiu documentários e, claro, experimentar o jogo.

"A partir dessa pesquisa monstra, eu levantei essa rima aí, pensando em fazer um hino de homenagem mesmo, porque eu me vejo muito na trajetória dos moleques e a gente também vem de um lugar que foi muito desacreditado", disse ele.

Para o cantor, uma das motivações foi fazer uma composição que colocasse no centro o jogador, combatendo os estereótipos e julgamentos de quem não conhece o game. Nos últimos anos, jogos eletrônicos como League of Legend, Battlefild, Rainbow SixSiege e Counter Stryke passaram a ter campeonatos próprios e etapas nacionais -inaugurando a categoria de e-sports.

Para Emicida, embora existam diferenças entre um gamer e um rapper, também existem similaridades. "Quando a gente começou a fazer as batalhas de MC, muita gente riu, debochou e minimizou como se fosse uma coisa passageira, uma brincadeira de moleque. Daí quando eu canto no refrão que 'É só um joguinho', um dos motes mais velhos da comunidade, de certa forma eu me remeto a um universo do qual eu vim quando falaram coisas parecidas para a gente."


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Emicida compõe música inspirada em League of Legends

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Quinta, 20/9/2018 15:05.

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O rapper Emicida, 33, fez uma composição especial para o game League of Legends, um multiplayer online que une estratégia de guerra e um universo mágico.

"É só um joguinho", apresentada pela primeira vez na final da segunda fase do CBLoL, dia 8 de setembro, brinca com a visão das pessoas que estão fora do universo gamer e julgam quem passa horas aprimorando as técnicas de jogo.

O convite foi feito pela Riot, desenvolvedora do jogo, que sabia da afinidade do rapper com o universo gamer. Para a composição, Emicida se empenhou e assistiu documentários e, claro, experimentar o jogo.

"A partir dessa pesquisa monstra, eu levantei essa rima aí, pensando em fazer um hino de homenagem mesmo, porque eu me vejo muito na trajetória dos moleques e a gente também vem de um lugar que foi muito desacreditado", disse ele.

Para o cantor, uma das motivações foi fazer uma composição que colocasse no centro o jogador, combatendo os estereótipos e julgamentos de quem não conhece o game. Nos últimos anos, jogos eletrônicos como League of Legend, Battlefild, Rainbow SixSiege e Counter Stryke passaram a ter campeonatos próprios e etapas nacionais -inaugurando a categoria de e-sports.

Para Emicida, embora existam diferenças entre um gamer e um rapper, também existem similaridades. "Quando a gente começou a fazer as batalhas de MC, muita gente riu, debochou e minimizou como se fosse uma coisa passageira, uma brincadeira de moleque. Daí quando eu canto no refrão que 'É só um joguinho', um dos motes mais velhos da comunidade, de certa forma eu me remeto a um universo do qual eu vim quando falaram coisas parecidas para a gente."


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