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Chefe da McLaren, Zak Brown pede mudanças e cogita até saída da F-1
McLaren.

Domingo, 24/3/2019 19:34.

(UOL/FOLHAPRESS) - Zak Brown, chefe da McLaren, está disposto a fazer jogo duro para negociar as novidades técnicas da Fórmula 1 para 2021. De acordo com o americano, se a Liberty Media, proprietária da F-1, não promover mudanças que ofereçam mais competitividade e viabilidade financeira, a tradicional escuderia pode deixar a principal competição automobilística do mundo.

"Para a McLaren, têm que se cumprir dois requisitos: ser viável economicamente e poder disputar de forma justa e competitiva. Se não for assim, teremos que considerar seriamente nossa posição na Fórmula 1. Essa não é uma posição que desejamos estar", disparou neste domingo (24) em entrevista ao jornal "The Guardian".

De acordo com o empresário, a postura da McLaren não é um blefe, mas sim questão de princípios.

"Tem gente que diz que isso é uma tática para negociar, mas aqui temos que ser uma equipe competitiva e fiscalmente responsável. Se acharmos que o novo acordo não nos deixa nessa situação, teremos que rever a nossa participação na Fórmula 1", insistiu Brown.

Questionado se acredita que as outras equipes terão a mesma postura na negociação que ocorre na próxima terça-feira, Brown demonstrou otimismo.

"Sou otimista que todo mundo participará. É uma negociação, mas sou otimista sobre que a Fórmula 1 fará o correto e firmará com as dez equipes para ter um esporte muito melhor e mais competitivo a partir de 2021", opinou.

Por fim, Brown apoiou um novo acordo comercial que exija redução de gastos e uma distribuição mais justa da receita entre as escuderias. O segundo ponto, no entanto, seria o mais espinhoso, já que Ferrari, Mercedes e Red Bull possuem orçamentos amplamente superiores às demais equipes e prometem dificultar a norma.

"A distribuição do orçamento deveria ser mais equilibrada e orientada para o desempenho, deveria existir um reconhecimento por sua história. Todos reconhecemos que a Ferrari tem o maior nome e de que deveria ser remunerada como tal, mas não no nível atual, não se pode dedicar esse dinheiro às corridas", afirmou.

"Houve períodos dominantes na F-1, mas F-1 fantástica seria aquela em que não há ninguém para dominar. Isso poderia significar que uma equipe ganhou dois campeonatos consecutivos, não cinco ou seis", completou. 

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Chefe da McLaren, Zak Brown pede mudanças e cogita até saída da F-1

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(UOL/FOLHAPRESS) - Zak Brown, chefe da McLaren, está disposto a fazer jogo duro para negociar as novidades técnicas da Fórmula 1 para 2021. De acordo com o americano, se a Liberty Media, proprietária da F-1, não promover mudanças que ofereçam mais competitividade e viabilidade financeira, a tradicional escuderia pode deixar a principal competição automobilística do mundo.

"Para a McLaren, têm que se cumprir dois requisitos: ser viável economicamente e poder disputar de forma justa e competitiva. Se não for assim, teremos que considerar seriamente nossa posição na Fórmula 1. Essa não é uma posição que desejamos estar", disparou neste domingo (24) em entrevista ao jornal "The Guardian".

De acordo com o empresário, a postura da McLaren não é um blefe, mas sim questão de princípios.

"Tem gente que diz que isso é uma tática para negociar, mas aqui temos que ser uma equipe competitiva e fiscalmente responsável. Se acharmos que o novo acordo não nos deixa nessa situação, teremos que rever a nossa participação na Fórmula 1", insistiu Brown.

Questionado se acredita que as outras equipes terão a mesma postura na negociação que ocorre na próxima terça-feira, Brown demonstrou otimismo.

"Sou otimista que todo mundo participará. É uma negociação, mas sou otimista sobre que a Fórmula 1 fará o correto e firmará com as dez equipes para ter um esporte muito melhor e mais competitivo a partir de 2021", opinou.

Por fim, Brown apoiou um novo acordo comercial que exija redução de gastos e uma distribuição mais justa da receita entre as escuderias. O segundo ponto, no entanto, seria o mais espinhoso, já que Ferrari, Mercedes e Red Bull possuem orçamentos amplamente superiores às demais equipes e prometem dificultar a norma.

"A distribuição do orçamento deveria ser mais equilibrada e orientada para o desempenho, deveria existir um reconhecimento por sua história. Todos reconhecemos que a Ferrari tem o maior nome e de que deveria ser remunerada como tal, mas não no nível atual, não se pode dedicar esse dinheiro às corridas", afirmou.

"Houve períodos dominantes na F-1, mas F-1 fantástica seria aquela em que não há ninguém para dominar. Isso poderia significar que uma equipe ganhou dois campeonatos consecutivos, não cinco ou seis", completou. 

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