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São Paulo supera traumas para fazer 1ª final desde 2012

Segunda, 8/4/2019 7:39.

(FOLHAPRESS) - A tarde deste domingo (7) marcou a primeira vez que o São Paulo foi ao Allianz Parque e pôde comemorar ao final do jogo.

Após o empate em 0 a 0 no tempo normal, o time visitante venceu o Palmeiras por 5 a 4 na disputa de pênaltis e avançou à final do Campeonato Paulista.

Esse foi um dos vários traumas superados pelo time, sob desconfiança e que não disputava uma final do Estadual desde 2003, quando foi derrotado pelo Corinthians.

O São Paulo chegou a ser campeão paulista em 2005 e vice em 2006, mas ambos os campeonatos foram disputados em pontos corridos.

Essa é apenas a oitava final que a equipe disputa neste século. A última havia sido a da Copa Sul-Americana de 2012, vencida sobre o Tigre após o clube argentino se recusar a voltar para o segundo tempo por conta de uma confusão entre os jogadores na saída para o intervalo.

O 0 a 0 foi o primeiro jogo que não acabou em derrota tricolor no novo estádio rival, inaugurado em 2014.

Esse foi o oitavo clássico entre as equipes no Allianz, que ainda mantém larga vantagem palmeirense no retrospecto: 21 gols marcados e apenas quatro sofridos. O Palmeiras, mesmo eliminado, mantém o tabu de nunca ter perdido o clássico em casa.

O triunfo nos pênaltis é o primeiro do São Paulo desde que superou o Universitário do Peru nas oitavas de final da Copa Libertadores de 2010.

Desde então, foram seis decisões nas cobranças. Questionado pela torcida durante o Paulista, o goleiro Tiago Volpi foi protagonista na disputa.

Primeiro, defendeu a cobrança de Ricardo Goulart, a terceira cobrada pelo Palmeiras. Depois, o próprio Volpi foi para a bola, na quinta cobrança e que poderia dar a classificação ao seu time, mas parou em Fernando Prass. Na sequência, saltou para o canto direito, defendeu o chute de Zé Rafael e garantiu a vaga do São Paulo na final.

Foi também a estreia de Cuca no comando do time, justamente na casa da equipe pelo qual o treinador foi campeão brasileiro de 2016.
Desde a demissão de André Jardine, em fevereiro, era o coordenador técnico Vagner Mancini quem comandava de forma interina.

Mancini foi responsável, por exemplo, por escalar o jovem Igor Gomes, 20, para a vaga de Hernanes quando o meia se machucou. Também levou o volante Hudson para a lateral direita e fez de Luan, 19, titular no meio-campo.

Neste domingo, o São Paulo não contou com seus dois principais reforços contratados para a disputa do Paulista: Hernanes e Pablo.

O meia sofreu um estiramento no músculo posterior da coxa esquerda no confronto contra o Palmeiras, em março, ainda pela fase de grupos do Paulista, e ainda não se recuperou.

Já Pablo sentiu dores na panturrilha durante a semana, chegou a ser relacionado para a partida deste domingo, mas nem sequer ficou no banco de reservas.

Para o Palmeiras, a eliminação é mais um resultado negativo no Estadual, torneio que não vence desde 2008. A decepção é maior considerando o fato de que a equipe é uma das que mais gastaram no mercado nos últimos anos.

O principal reforço do clube para a temporada, Ricardo Goulart, por exemplo, desperdiçou sua cobrança.

O outro pênalti perdido também foi cobrado por um jogador que chegou ao time para esta temporada: Zé Rafael, pouco utilizado pelo técnico Luiz Felipe Scolari. Essa foi apenas a quarta vez que Felipão usou o meia neste ano.

A partida também ficou marcada por dois gols anulados com o uso do VAR (árbitro assistente de vídeo) por impedimento. O primeiro, do São Paulo, havia sido marcado por Liziero, e o segundo, do Palmeiras, por Deyverson.

Agora, o São Paulo espera para saber quem avança na outra semifinal, nesta segunda (8), no estádio do Pacaembu, entre Santos e Corinthians. O time da capital venceu a partida de ida por 2 a 1.

Após os dois empates por 0 a 0, o São Paulo acumula 23 pontos no Estadual e, qualquer que seja o adversário, fará o jogo decisivo da competição fora de casa. As finais estão marcadas para os próximos domingos, dias 14 e 21.

PALMEIRAS
Fernando Prass; Mayke, Luan, Gustavo Gómez e Victor Luis (Diogo Barbosa); Felipe Melo, Bruno Henrique, Ricardo Goulart; Gustavo Scarpa (Zé Rafael), Dudu e Deyverson.
T.: Luiz Felipe Scolari.

SÃO PAULO
Tiago Volpi; Hudson; Bruno Alves, Arboleda e Reinaldo (Léo); Luan, Liziero e Igor Gomes (Nenê); Antony, Everton (Gonzalo Carneiro) e Everton Felipe.
T.: Cuca.

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza
Assistentes: Marcelo Carvalho van Gasse e Alex Ang Ribeiro
Cartões amarelos: Gustavo Gómez (Palmeiras); Everton, Hudson e Reinaldo (São Paulo).
 

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São Paulo supera traumas para fazer 1ª final desde 2012

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Segunda, 8/4/2019 7:39.

(FOLHAPRESS) - A tarde deste domingo (7) marcou a primeira vez que o São Paulo foi ao Allianz Parque e pôde comemorar ao final do jogo.

Após o empate em 0 a 0 no tempo normal, o time visitante venceu o Palmeiras por 5 a 4 na disputa de pênaltis e avançou à final do Campeonato Paulista.

Esse foi um dos vários traumas superados pelo time, sob desconfiança e que não disputava uma final do Estadual desde 2003, quando foi derrotado pelo Corinthians.

O São Paulo chegou a ser campeão paulista em 2005 e vice em 2006, mas ambos os campeonatos foram disputados em pontos corridos.

Essa é apenas a oitava final que a equipe disputa neste século. A última havia sido a da Copa Sul-Americana de 2012, vencida sobre o Tigre após o clube argentino se recusar a voltar para o segundo tempo por conta de uma confusão entre os jogadores na saída para o intervalo.

O 0 a 0 foi o primeiro jogo que não acabou em derrota tricolor no novo estádio rival, inaugurado em 2014.

Esse foi o oitavo clássico entre as equipes no Allianz, que ainda mantém larga vantagem palmeirense no retrospecto: 21 gols marcados e apenas quatro sofridos. O Palmeiras, mesmo eliminado, mantém o tabu de nunca ter perdido o clássico em casa.

O triunfo nos pênaltis é o primeiro do São Paulo desde que superou o Universitário do Peru nas oitavas de final da Copa Libertadores de 2010.

Desde então, foram seis decisões nas cobranças. Questionado pela torcida durante o Paulista, o goleiro Tiago Volpi foi protagonista na disputa.

Primeiro, defendeu a cobrança de Ricardo Goulart, a terceira cobrada pelo Palmeiras. Depois, o próprio Volpi foi para a bola, na quinta cobrança e que poderia dar a classificação ao seu time, mas parou em Fernando Prass. Na sequência, saltou para o canto direito, defendeu o chute de Zé Rafael e garantiu a vaga do São Paulo na final.

Foi também a estreia de Cuca no comando do time, justamente na casa da equipe pelo qual o treinador foi campeão brasileiro de 2016.
Desde a demissão de André Jardine, em fevereiro, era o coordenador técnico Vagner Mancini quem comandava de forma interina.

Mancini foi responsável, por exemplo, por escalar o jovem Igor Gomes, 20, para a vaga de Hernanes quando o meia se machucou. Também levou o volante Hudson para a lateral direita e fez de Luan, 19, titular no meio-campo.

Neste domingo, o São Paulo não contou com seus dois principais reforços contratados para a disputa do Paulista: Hernanes e Pablo.

O meia sofreu um estiramento no músculo posterior da coxa esquerda no confronto contra o Palmeiras, em março, ainda pela fase de grupos do Paulista, e ainda não se recuperou.

Já Pablo sentiu dores na panturrilha durante a semana, chegou a ser relacionado para a partida deste domingo, mas nem sequer ficou no banco de reservas.

Para o Palmeiras, a eliminação é mais um resultado negativo no Estadual, torneio que não vence desde 2008. A decepção é maior considerando o fato de que a equipe é uma das que mais gastaram no mercado nos últimos anos.

O principal reforço do clube para a temporada, Ricardo Goulart, por exemplo, desperdiçou sua cobrança.

O outro pênalti perdido também foi cobrado por um jogador que chegou ao time para esta temporada: Zé Rafael, pouco utilizado pelo técnico Luiz Felipe Scolari. Essa foi apenas a quarta vez que Felipão usou o meia neste ano.

A partida também ficou marcada por dois gols anulados com o uso do VAR (árbitro assistente de vídeo) por impedimento. O primeiro, do São Paulo, havia sido marcado por Liziero, e o segundo, do Palmeiras, por Deyverson.

Agora, o São Paulo espera para saber quem avança na outra semifinal, nesta segunda (8), no estádio do Pacaembu, entre Santos e Corinthians. O time da capital venceu a partida de ida por 2 a 1.

Após os dois empates por 0 a 0, o São Paulo acumula 23 pontos no Estadual e, qualquer que seja o adversário, fará o jogo decisivo da competição fora de casa. As finais estão marcadas para os próximos domingos, dias 14 e 21.

PALMEIRAS
Fernando Prass; Mayke, Luan, Gustavo Gómez e Victor Luis (Diogo Barbosa); Felipe Melo, Bruno Henrique, Ricardo Goulart; Gustavo Scarpa (Zé Rafael), Dudu e Deyverson.
T.: Luiz Felipe Scolari.

SÃO PAULO
Tiago Volpi; Hudson; Bruno Alves, Arboleda e Reinaldo (Léo); Luan, Liziero e Igor Gomes (Nenê); Antony, Everton (Gonzalo Carneiro) e Everton Felipe.
T.: Cuca.

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza
Assistentes: Marcelo Carvalho van Gasse e Alex Ang Ribeiro
Cartões amarelos: Gustavo Gómez (Palmeiras); Everton, Hudson e Reinaldo (São Paulo).
 

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